Copa dos Campeões Candangos – 2010

27 de outubro de 2010


A praça de jogos, no Ninho do Periquito

No último domingo, dia 24 de outubro de 2010, foi realizada a segunda edição da Copa dos Campeões Candangos com Vidrilhas, com a estreia do Ceilândia, que conquistou seu primeiro título brasiliense (futebol de campo) neste ano. Infelizmente as equipes do Rabello e do Guará desistiram da disputa na última hora, alegando dificuldades de contratar técnicos em tempo para o torneio. Das equipes remanescentes, apenas CFZ-DF (defendendo o título) e Taguatinga (vice em 2009) mantiveram seus técnicos, Sylvio e Bruno, respectivamente. Entre as outras equipes rolou a famosa dança das cadeiras. A configuração final ficou assim:

Brasília (BRA): Marcus
Brasiliense (BRS): Daniel
Ceilândia (CEI): André
CFZ-DF (CFZ): Sylvio
Gama (GAM): Carlos
Sobradinho (SOB): Júnior
Taguatinga (TAG): Bruno
Tiradentes (TIR): Colegiado Técnico

O técnico do Tiradentes, Maurício, não pode comparecer para resolver questões pessoais, forçando o Tiradentes a ser comandado por um colegiado técnico, que se revezou no comando do time a cada rodada.

Diferentemente da primeira edição, este torneio foi realizado no formato todos contra todos, já que teríamos apenas 8 equipes na disputa. Para a edição de 2011 está prevista a participação, também, os campeões candangos da era amadora, que dobrará o número de equipes e levará a uma nova reformulação do formato da disputa. Também foi resolvido, em reunião técnica, que as equipes deverão contratar goleiros mais eficientes, já que os atuais de caixinha de fósforos não estão sendo páreo para os cracaços que estão jogando nos ataques das tradicionais equipes candangas.


Em detalhe a concentração do Brasília e o Centro de Computação do evento (a maquininha azul)

A disputa foi emocionante, com três equipes se alternando na liderança e outras três chegando à penúltima rodada ainda com chances de título. Nas três primeiras rodadas, foram definidos os patos da vez. O CFZ, que defendia o título, se agarra com unhas e dentes à lanterna, após três derrotas onde tomou 7 gols e marcou apenas 1. O Brasília, com um ataque um pouco melhor, 8 gols, mas tomando na sacola 13 gols, mais de 4 por partida, assume a vice lanterna, também com 3 derrotas.

Nas cabeças, o Taguatinga, do técnico falastrão Bruno, larga na ponta, disposto a acabar com a fama de vice do técnico, mas já na terceira rodada sofre o primeiro baque, caindo para terceiro, invertendo as posições com o Brasiliense, que vinha subindo a cada rodada. Quietinho, como quem não queria nada, vinha o Gama, do técnico estreante Carlos, acompanhando de perto a briga pela liderança.

As outras três equipes, Ceilândia, Tiradentes e Sobradinho, vinham oscilando ali pelo meio, alternando, bons, maus e péssimos resultados.

A partir da quarta rodada, o Brasília, mordido com a intensa torcida contra, a quem culpava pelos péssimos resultados iniciais, começou uma escalada vertiginosa rumo ao topo. Nessas duas rodadas, quarta e quinta, o Gama assumiu a liderança, sempre com Taguatinga, Brasiliense e Ceilândia fungando no cangote.

Após a quinta rodada, a duas somente do final, tínhamos sete, das oito equipes, ainda com chances matemáticas de conquistar o título. Quatro delas, Gama (11 pontos), Brasiliense (10 pontos), Taguatinga (9 pontos) e Ceilândia (9 pontos), lutavam com a faca nos dentes, todas com grandes chances de título e dependendo praticamente só de si. Correndo por fora vinham Brasília, Sobradinho e Tiradentes, todas com 6 pontos, com chances matemáticas, mas dependendo de muitas combinações de resultados para terminar no topo. As duas rodadas seguintes seriam emocionantes.


Daniel, técnico do Brasiliense, secando o jogo entre Taguatinga e Ceilândia e aproveitando para estudar os adversários

Na sexta e penúltima rodada o CFZ, conquistando sua primeira vitória no torneio, tira do Tiradentes as últimas chances, com o placar de 4×3. O Ceilândia derruba o Gama da liderança, com grande vitória por 4×2, assume a vice-liderança e sente o gostinho de caneco chegando. O Brasília, conquistando sua terceira vitória consecutiva, acaba com as chances do Taguatinga, ao vencer seu confronto por 4×3. E o Brasiliense, que detona o Sobradinho por 4×1, assume novamente a liderança e passa a depender só de si para conquistar o título.

Na última rodada, todos secavam o Brasiliense, que jogaria contra o lanterna CFZ, que havia conseguido, até então, uma única vitória. E não é que o campeão de 2009 se encheu de brios e engrossou o jogo contra o líder?! Ao final, a derrota por 3×4 deixava o Jacaré com um amargo gosto de “morte na praia” em sua bocarra. O Tiradentes, em jogo de fundo, empurra o Sobradinho para a lanterna com vitória por 4×3.

Com a derrota do Brasiliense, a segunda parte da última rodada (só jogávamos em duas mesas) começou com a seguinte situação: jogariam Gama contra Taguatinga e Ceilândia contra Brasília; se o Gama vencesse e o Ceilândia não vencesse, o Gama se sagraria campeão; se o Ceilândia vencesse, seria o campeão; e se nem Gama, nem Ceilândia vencessem seus jogos, o Brasiliense seria o campeão.

Nem é preciso dizer que a secação foi geral. O técnico do Brasiliense, Daniel, secava as duas mesas, contra Carlos e André, técnicos de Gama e Ceilândia. O Carlos, secava o André na outra mesa e vice-versa. Só que, Taguatinga e Brasília, que não tinham mais nada com a disputa, mas queriam muito terminar o torneio com dignidade e, se possível, melar a festa de alguém, foram com tudo pra dentro das redes adversárias. Ao final da rodada, as vitórias por 6×2 do Taguatinga sobre o Gama e por 6×3 do Brasília sobre o Ceilândia, deram o título de presente ao Brasiliense.

Ao final, Brasiliense no topo. O Taguatinga, com a incrível média de 5 gols por partida, amargou novamente o vice. Parece até vascaíno, mas é rubro-negro. O Brasília, terminou em terceiro, empatado em pontos com o Taguatinga, mas com uma diferença brutal no saldo de gols (13 x 1). Ceilândia e Gama, que haviam sentido o gosto da taça na mão, terminaram em quarto e quinto, respectivamente. O Ceilândia ainda terminou com a mesma pontuação de Taguatinga e Brasília, mas com a goleada sofrida no final, acabou caindo pelo saldo de gols (-1). O Tiradentes, por ter sido comandado por um colegiado, sem grandes compromissos com a equipe, até saiu lucrando por terminar na sexta colocação. E no apagar das luzes, o CFZ-DF, ex-campeão, conseguiu num último suspiro largar a lanterna, que caiu feito uma batata quente nas mãos do técnico do Sobradinho, que alegava uma grave gripe como responsável pela fraca campanha.

Curiosidade: Daniel, o técnico campeão, veio para a primeira edição, em 2009, como o grande favorito, já que era o único que jogava com botões leves, panelinha, os mais próximos das vidrilhas, novidade na época. Todos os outros jogavam com botões oficiais de acrílico. Só que, dirigindo o Sobradinho, terminou aquela edição na última colocação. Agora veio com uma novidade para salvar a pátria, uma palheta ultra-sofisticada. Um goleiro daqueles antigos da Estrela ou Guliver, transformado em palheta :-)

OS MELHORES E OS PIORES


Gol do Taguatinga contra o Brasiliense


Gol do Ceilândia contra o Tiradentes

Melhor ataque: Taguatinga, com 35 gols.
Pior ataque: Sobradinho, com 14 gols.
Melhor defesa: Brasiliense, com 18 gols.
Pior defesa: Tiradentes, com 32 gols.
Melhor saldo: Taguatinga, com 13 gols.
Pior saldo: Sobradinho, com -11 gols.
Mais rodadas na liderança: Brasiliense, 3 rodadas.
Mais rodadas na lanterna: CFZ-DF, 6 rodadas.
Maior goleada: Taguatinga 8×4 Sobradinho.
Maior quantidade de gols: Taguatinga 8×4 Sobradinho.
Mais xôxo: CFZ-DF 0×1 Sobradinho.

Os comparativos completos »
Tabela completa do torneio »

E é isso aí! Pode ser que em dezembro seja realizado o primeiro Mundialito com vidrilhas. Se vai sair mesmo agora, só o tempo dirá…


Lance do jogo entre Ceilândia e Taguatinga


Em pé: Sylvio (CFZ), Daniel (Brasiliense), Júnior (Sobradinho) e Carlos (Gama)
Agachados: André (Ceilândia), Bruno (Taguatinga) e Marcus (Brasília).

Aí abaixo muitas imagens dos jogos…

clique para ampliar clique para ampliar clique para ampliar

Mais imagens...

1ª Copa dos Campeões Brasileiros com Vidrilhas

2 de setembro de 2010

No último domingo, dia 29/8, foi realizada a 1ª Copa dos Campeões Brasileiros com Vidrilhas. O torneio contou com a presença de 16 dos clubes que já se sagraram campeões brasileiros. Infelizmente, momentos antes da competição, o Coritiba desistiu da participação, alegando que forças ocultas o impediam de contratar um técnico com capacidade técnica compatível com o evento.


Em pé: André, Sylvio, Marcus e Pedro.
Agachados: Hamilton, Bruno e Maurício

Compareceram ao torneio os técnicos André, Bruno, Hamilton, Marcus, Pedro, Sylvio e o Maurício, que acaba de voltar de uma temporada de 2 anos nos EUA e já está a todo vapor no botonismo Brasiliense. Os 7 técnicos, depois de um sério e meticuloso processo de contratação, foram distribuídos entre as equipes, ficando cada um responsável por dirigir duas delas. Além disso, Grêmio e Corinthians, sem conseguir contratar seus técnicos, ficaram sob a responsabilidade de um colegiado de técnicos, que se revesariam a cada rodada.


Técnicos disputam no “zerinho ou um” a chance de comandar o Corinthians na primeira rodada

O torneio foi realizado no formato de “copa”, mata-mata, com confrontos “eliminatórios” a cada rodada. Bem, eliminatórios, mas nem tanto. Os vencedores continuam disputando posições superiores, mas os perdedores também continuam disputando as posições inferiores, até o final. O importante é jogar ;-)

A primeira rodada foi animada e disputada, com algumas equipes de destacando, outras se iludindo ;-) O Bugre, depois de uma vitória por 2×0, já se considerava favorito ao título, Mengão e Inter já avisavam que reeditariam a final do BRASILEIRO (também conhecido por Copa União) de 1987, Sport, mordido por essa declaração e gritando que ELES eram os verdadeiros campeões brasileiros de 87, jurava vingança (e processo). O Cruzeiro criou uma grande expectativa de favoritismo, após um jogo sensacional com o Vasco, quando após estar vencendo por 3×1, viu o rival empatar e ainda teve fôlego para sacramentar a vitória por 4×3. Outro a se destacar foi o Atlético Paranaense, com uma vitória por 3×1 sobre o São Paulo. Alias, os são-paulinos sentiam a fúria dos Deuses do Futebol, que não admitem heresias e aparentemente castigavam o time, após a declaração infeliz do técnico tricolor paulista, que, ao conhecer o escrete que comandaria, perguntou: “quem é esse Zeti???”. Também passaram adiante, na luta pelo título, Santos, que venceu o Bahia por 1×0 e Grêmio, que venceu o Fluminense por 3×0.

Na segunda fase, o Mengão dos sonhos venceu o Guarani 4×2, com uma participação brilhante de Adílio; o Atlético Paranaense, mantendo regularidade e eficiência, despachou o Cruzeiro por 3×2; o Inter despachou o Santos por 2×1; e o Sport, mostrando grande determinação em cumprir sua promessa, detonou o Grêmio por 5×3, em um jogo sensacional.

Aí vieram as semifinais. Na disputa pelo título, Flamengo e Atlético Paranaense fizeram um jogo duríssimo, com o Atlético saindo na frente, chegando a estar vencendo por 2×1. Mas o Mengão, numa reação comandada por Leandro, com um golaço do meio da rua, fecha a fatura em 3×2. Delírio da massa rubro-negra. No outro jogo, Inter e Sport. O ímpeto do Leão da Ilha foi contido pelo centro-avante do Colorado, o camisa nove Dario, que marcou 3 dos 4 gols da vitória por 4×1. Estava sacramentado: a final seria uma reedição da final da Copa União de 87.


Inter e Mengo alinhados antes do início da partida final


Sport e Atlético PR alinhados antes do início da partida final

Na grande final, o Inter jogou muito, mas aí brilharam as estrelas de 2 craques que momentos antes haviam sido menosprezados pelo técnico colorado. Cantareli fechou o gol, foi o nome de jogo e Nunes, o Artilheiro das Decisões, sacramentou a vitória por 2×1 e o título para o Mais Querido, com um golaço no final da partida. É FESTA NA FAVELA :-)


Mengo campeão da 1ª Copa dos Campeões Brasileiros

Há de se destacar também, a campanha do Guarani, que depois de ser derrotado pelo Mengão, o que não é nenhuma vergonha, destroçou Cruzeiro e Santos, por 4×2 e 5×1, respectivamente, ficando com a 5ª colocação. Aliás, rola a suspeita de que nesse último jogo ele teria marcado 6 gols, mas um deles não tendo sido anotado em súmula, numa falha grosseira de… alguém.

Seguem algumas curiosidades e números sobre o torneio:


Careca, camisa 9 do Guarani, o artilheiro da Copa

Artilheiro: com 6 gols, Careca, 9 do Guarani, comandado pelo Bruno. Vale ressaltar que o Palhinha, que jogou com a camisa 10 tanto pelo Cruzeiro, quanto pelo Atlético MG, também marcou 6 gols, 3 por cada uma dessas equipes.

Melhor ataque: com 13 gols (ou 14), Guarani, comandado pelo Bruno.

Melhor defesa: com 3 gols sofridos, Palmeiras, comandado pelo André e Corinthians, comandado pelo comitê técnico formado por Sylvio, Maurício, Hamilton e André.

Jogo mais emocionante: Cruzeiro 4 x 3 Vasco, pela primeira fase. O Cruzeiro vencia por 3×1, o Vasco empatou e o Cruzeiro fez o gol da vitória no finalzinho. Jogão!

Jogos com mais gols (8): Sport 5 x 3 Grêmio, pela segunda fase e Bahia 4 x 4 Atlético MG, pelas semi-finais. Dois jogões!

Maior goleada: Guarani 5 x 1 Santos. Rola pelos bastidores a dúvida sobre o Guarani ter feito 6 gols, tendo ficado um sem anotação na súmula. Testemunhas confirmam o fato.

Mais gols em uma mesma partida: Dario, camisa 9 do Inter, com 3 gols na goleada por 4×1 sobre o Sport, na semi-final pela disputa do 5º lugar.

Melhor técnico: Hamilton, que levou o Atlético Paranaense ao 3º lugar e o Santos ao 6º, e Maurício, que levou o Inter ao 2º lugar e o Cruzeiro ao 7º

Melhor equipe: MENGÃO, fuderosão! Nenhuma surpresa :-)

Interessante que não houve a situação de algum técnico ter colocado seus dois times em confronto direto. Fruto, claro, dos métodos extremamente científicos para a definição da tabela.

Interessante também que os 3 maiores artilheiros do torneio foram os camisas 9 de seus clubes, os centro-avantes fazendo seu trabalho. Os outros, com 3 gols, todos atacantes também. Isso mostra que jogador de time de botão tem personalidade própria. O técnico ajuda, mas craque, quando é craque, é craque e pronto ;-)

Durante e após o torneio, os técnicos, satisfeitos, já traçavam planos para novos eventos envolvendo times com vidrilhas. Muitos outros torneios desses estão por vir.

Tabela completa do torneio »

Aí abaixo muitas imagens dos jogos…

clique para ampliar clique para ampliar clique para ampliar

Mais imagens...

Nova Zelândia, a 4ª melhor do mundo do Bola Quadrada

1 de junho de 2010

Depois de 6 meses, desde a aprovação do projeto, os uniformes oficiais de cada uma das 32 seleções pesquisados e reproduzidos em escudos com a maior fidelidade possível nos detalhes, 320 escudos recortados a mão e colados em 320 vidrilhas, todos esses 320 botões pintados um a um, 32 bloquinhos de MDF cortados e lixados (ou quase),  32 escudos de goleiros colados e um bocado mais de trabalho, finalmente foi realizada a 1ª Copa do Mundo de Futebol de Botão do Bola Quadrada. Um torneio que idealizei em 2008, bastante inspirado na organização e filosofia da BFA, que eu tenho como modelo de diversão no futebol de mesa.

As seleções na cerimônia de abertura
Todas as seleções na cerimônia de abertura da Copa

Deu trabalho, muito trabalho, mas o prazer de conceber, organizar e ver o torneio tomando forma é muito recompensador, quase mais do que jogar, que é sempre o objetivo final de qualquer botonista. O problema é sempre a dificuldade de deixar suas crias seguirem adiante ;-) Quando coloquei os times todos prontos na mesa, para as fotos oficiais, tive um desejo quase incontrolável de dar um calote na organização do evento e ficar com todos para a minha coleção particular :-)

Desde que terminei de montar os escudinhos, escolhi a minha preferida. Com seu uniforme nº2, simples, todo negro, a Nova Zelândia foi, desde o início, o meu objetivo caso conseguisse ser sorteado antes que alguém a escolhesse. Pra meu prazer, fui homenageado pelo resto da turma e pude escolher primeiro a seleção com a qual jogaria. Não tive dúvidas e escolhi essa aí da foto.

Seleção da Nova Zelândia

Outros escudinhos me deram muito mais trabalho e orgulho de ter feito, como é o caso dos escudos da Itália, da Dinamarca e do México, dentre tantos outros, com os detalhes da estampa, da gola e outras firulas que as fornecedoras estão inventando para dificultar a cópia e o trabalho dos criadores de escudos para botão.

Uniforme da Itália

Por falar em escudinhos, prometo que em breve estarão todos disponíveis aqui, em imagens de alta resolução e PDF, para quem quiser baixar e usar. Só não me exijam urgência, porque agora estou descansando um pouco, curtindo a ressaca da Copa.

Bem, o torneio foi muito bacana! Eu, pelo menos, fiquei totalmente satisfeito, tanto com o evento, quanto com o desempenho da desacreditada Nova Zelândia, que acabou terminando na quarta colocação, quando seu técnico tinha quase certeza de que nem passaria da primeira fase ou, no máximo, das oitavas de final. O jogo final, entre Holanda e Grécia (é, Grécia), dos amigos Fernando Gomes e Bruno Machado, respectivamente, foi sensacional, para encerrar o torneio com chave de ouro. A disputa foi vencida pela Holanda por 6×4 e deu ao Carrossel Holandês seu primeiro título mundial de futebol. Pelo menos em terras candangas. Bom demais :-)

1ª Copa do Mundo do Bola Quadrada

16 de abril de 2010

1ª Copa do Mundo de Futebol de Botão do Bola Quadrada

Já estão abertas as inscrições para Copa do Mundo do Bola Quadrada, o maior evento da modalidade dadinho em 2010, em Brasília, e o mais bacana do futebol de mesa candango!

Eu estou fazendo todos os times em vidrilha, com os escudos representado as camisas oficiais a serem usadas na Copa 2010. Estão ficando bacanas, muito bacanas. Assim que passar o torneio, publicarei todos os escudos aqui.

Corre lá, porque as vagas são limitadíssimas!

1ª Copa dos Campeões Candangos

26 de outubro de 2009

E o Ninho do Periquito, local onde nasceu o Bola Quadrada, reviveu seus dias de glória depois de quase 2 anos sem sediar uma partida de futebol de botão! Foi realizada no dia 25 de outubro de 2009, domingo, a 1ª Copa dos Campeões Candangos com Vidrilha!

Participaram do torneio as 9 equipes campeãs candangas de futebol profissional, mais o convidado CEUB, para completar 10 equipes. As 10 vagas para técnico foram preenchidas por convidados, tomando como critério para o convite a data mais antiga de estréia nos torneios do Ninho do Periquito.

A tabela foi montada com 2 grupos de 5, com as equipes distribuídas antes das contratações dos técnicos. Momentos antes do início do torneio, equipe por equipe foi anunciada. Se um único técnico tivesse interesse em dirigir a equipe, a contratação era feita. Caso mais de um técnico tivesse interesse, era iniciado um complexo processo de avaliação e o técnico era escolhido através de um sorteio.


Em pé: Marcus (Gama), Daniel (Sobradinho), Sylvio (CFZ-DF), Hamilton (Brasília), André (Brasiliense), Júnior (Guará)
Agachados: Pedro (CEUB), Iran (Tiradentes), Rafael (Rabello), Bruno (Taguatinga)

Um dos itens chave do regulamento do torneio era que TODOS os técnicos deveriam tomar pelo menos uma latinha de cerveja COMPLETA antes do início do torneio. No entanto, este importantíssimo ítem do regulamento não foi respeitado por todos. Como o diretor técnico já estava meio mais pra lá do que pra cá, acabou não fazendo cumprir o importantíssimo regulamento, o que causou alguns desequilíbrios óbvios nos confrontos. Era um tal de “eu sou menor de idade”, “eu tô tomando remédio”, “eu não bebo”, “eu não queeeeeeero”… tsc, tsc, tsc…

Bem, jogamos com dadinho e usamos uma regra baseada nas regras oficiais, mas com bastante relaxamento, pra deixar o jogo fluir mais.


O Ninho do Periquito volta a sediar um torneio de botão

Começados os confrontos, algumas superioridades já começaram a se desenhar, assim como alguns micos históricos. No grupo A o CFZ-DF começou trucidando seus primeiros dois adversários, metendo um 5×1 no Sobradinho e um 5×0 no CEUB. Depois relaxou e empatou em 1×1 com o Brasília e perdeu de 3×2 do Brasiliense. Esse mesmo Brasiliense começou sem grandes alardes, com duas vitórias sobre o Brasília (2×1) e sobre o Sobradinho (4×2), depois tropeçou contra o CEUB (1×2) e finalmente fechou a primeira fase com a vitória sobre o CFZ. No final, Brasiliense em primeiro e CFZ-DF em segundo, classificaram-se com louvor para as finais (principais). Os outros continuavam na luta por posições menos gloriosas, mas nem de longe menos importantes ;-)

Pelo grupo B, o Taguatinga começa arrasador, com duas sonoras vitórias sobre o Gama (6×2) e sobre o Guará (4×1), mas depois relaxou e empatou em 1×1 com o Rabello e em 3×3 com o Tiradentes. Já o Tiradentes, venceu os dois primeiros por 2×1 em cima do Guará e 4×1 em cima do Rabello, Empatou com o Taguatinga e cravou os 3 últimos pregos dos muitos já cravados no caixão do Gama. Ao final, Tiradentes em primeiro e Taguatinga em segundo classificados para as finais mais gloriosas.


A turma dos derrotados…

Enquanto isso, na Sala da Injustiça, os derrotados iam tentando se conformar, torcendo contra os times dos outros na transmissão do Brasileirão pela TV…

Muitos lances curiosos e divertidos aconteceram durante o torneio, como por exemplo a grande demonstração de perícia do técnico do Brasiliense, André, nesse movimento de extrema técnica, chamado de “dedinho reverso”, que pode ser visto na foto acima. Crianças, não tentem fazer em casa!

Num lance do jogo do Tiradentes contra o CFZ-DF, que terminaria em 3×2 para o CFZ, depois de um chutasso do Tiradentes, a bola foi rasteira em direção ao gol, bateu na trave e seguiu caprichosamente girando por sobre a linha de gol, mas se negando a entrar, vagarosamente, para desespero dos dois técnicos, cada um soprando de um lado. Finalmente, já do outro lado, quase tocando na outra trave, o dadinho perde força de giro e para zombeteiro a 2mm da linha de gol… para dentro. Explosão de euforia do Tiradentes e da torcida atônita :-)


CEUB e Rabello se enfrentam pelas semi-finais de 5º a 8º. Terminou 1×0 para o Rabello.

Nas semi-finais, Brasília e Rabello se classificaram em cima de Guará e CEUB, respectivamente, para a disputa do 5º lugar. Taguatinga e CFZ-DF se classificaram sobre o Brasiliense e o Tiradentes, respectivamente, para a disputa do sonhado e histórico título. Enquanto isso, os técnicos de Gama e Sobradinho, os últimos em seus grupos, assistiam invejosos aos jogos, pensando que… bem, acho que nenhum dos dois encontrou alguma solução para suas performances…

Nas finais, em um jogo emocionante, cheio de alternativas, o Gama conquistou um grande nono lugar, ao empatar com o Sobradinho em 2×2 no tempo regulamentar e vencer a prorrogação por 1×0, mesmo com TODA a torcida contra. O Guará conquistou a sétima colocação vencendo de forma convincente o CEUB por 4×1. O Brasília e o Rabello fizeram um jogo sensacional, cheio de grandes lances, que terminou empatado em 4×4 no tempo regulamentar e vencido pelo Rabello na prorrogação, por 1×0, resultado que lhe deu a quinta colocação. O Brasiliense destroçou uma das sensações do primeiro turno, o Tiradentes, numa vitória acaxapante por 5×1. Um arrombado, o técnico!


CFZ-DF e Taguatinga se enfrentam na grande final

Na grande final, CFZ-DF e Taguatinga fizeram um jogo tenso como qualquer grande final, com os técnicos se estudando, jogando com cautela. O CFZ abriu vantagem de 2×0 e então administrou o resultado para conquistar o primeiro título da Copa dos Campeões Cangandos e levar para casa o grande prêmio, um becão do Brasiliense Futebol Clube.


O técnico Bruno (à esquerda), do Taguatinga, 2º colocado, entrega o prêmio ao técnico Sylvio, do campeão CFZ-DF, o primeiro campeão da Copa dos Campeões Candangos

Depois de terminado o torneio, todos estavam felizes, sendo o resultado o menos importante. Foi uma tarde sensacional, divertidíssima, de muito futebol de botão, muita conversa fiada, muito besteirol. O sucesso das vidrilhas e do formato do torneio (inspirado nos da BFA) foi unânime. Novos encontros deverão acontecer, com certeza!

Tabela completa do torneio »

Aí abaixo muitas imagens dos jogos…

clique para ampliar clique para ampliar clique para ampliar

Mais imagens...

Como andam as equipes da Toca dos Leões

20 de outubro de 2009

O Manto Sagrado, representado pela equipe do Senta a Púa, terminou o primeiro turno da Taça de Prata da Copa Brasília de 3 Toques na oitava colocação, com 1 vitória, 1 empate e 7 derrotas. Mas o time começa a jogar melhor, ter mais precisão nos passes e, com isso, criar mais situações de chute. O estranho é que quanto mais o time vem criando siturações de chute, pior vai ficando o aproveitamento nos chutes ao gol. Coisa de pereba, fazer o que?!?

Hoje começa o segundo turno. Vamos ver se a equipe rende melhor agora.

Por outro lado, na última quinta feira, dia 15 de outubro, levei o saudoso e glorioso time do Gama, o Periquito Verde, para matar as saudades do Dadinho no Bola Quadrada. Depois de algumas semanas sem jogar dadinho, com a mão calibrada (quá-quá-quá) para a bolinha de feltro e ainda com um time que há muito não era usado, era de se esperar um baixo rendimento neste torneio. Mas não é que o Periquito entrou em campo com fome de gols? Depois da clássica derrota na primeira rodada para o Botafogo de Fernando, a equipe seguiu atropelando adversário atrás de outro, inclusive o eterno carrasco Romar, e terminou a primeira fase em primeiro lugar, com média cravada de 2 gols por partida. Pra variar se lascou na fase final, perdendo os dois jogos e terminando em quarto, mas tudo bem. A noite foi divertida e já se fala nos bastidores na volta do Periquito para a disputa do Troféu Bola Murcha 2009 ;-)

Derrotas…

2 de outubro de 2009

É, a coisa está feia na Toca dos Leões! Na segunda rodada da Taça Brasília de 3 toques, realizada no dia 22 de setembro, foram mais 2 derrotas. No primeiro jogo, contra o Araçatuba do Marcelo Porto, o Senta a Púa saiu na frente, com um golaço de Alberto Torres, mas cedeu a virada no finalzinho do jogo, com uma bola dada de graça ao adversário no campo de defesa. No segundo jogo, uma derrota por 1×3 para o Palmeiras do Alcides. Um jogo que até jogou bem, mas pecou muito no segundo lance, errando passes fáceis, facilitando ainda mais a vida do adversário, claramente superior. De qualquer modo, foi um jogo que já mostrou uma evolução da equipe, que já conseguiu armar diversas jogadas.

A terceira rodada aconteceu no dia 29 de setembro. No primeiro jogo, a quinta derrota consecutiva, dessa vez para o Leão do Norte do Paulão. A equipe começou muito bem, conseguindo armar algumas boas jogadas no primeiro tempo, mas perdendo pelo menos 2 gols incríveis. Aí, você sabe, quem não faz, leva, o Leão do Norte marcou seu primeiro gol, numa falta boba e desnecessária do Senta a Púa, e não deixou mais o adversário jogar. O segundo gol veio em outra falta totalmente desnecessária e liquidou a partida em 0×2. Aí, no segundo jogo da noite, contra o Mandrake do Marco Antônio, uma partida mais aberta, num jogo movimentado, apesar dos diversos erros dos dois técnicos, a primeira vitória veio no final do jogo, com um gol de longe do número 6, Horácio Machado. Poderia ter sido mais, caso a equipe não errasse outros dois gols incríveis.

Uma noite atípica para o Manto Sagrado no quesito “chute ao gol”, quando normalmente tem um aproveitamento muito bom.

Mas o maior desastre veio no último Torneio Dadinho do BQ em 2009. Precisava apenas terminar à frente ou a menos de 4 pontos de distância do Paulinho, para se garantir na última vaga do G8, para a disputa do Troféu Bola Quadrada. Só que o torneio foi uma verdadeira lástima para o Flamengo 40 e o Brasil 82, que entraram em campo no último domingo, dia 27 de setembro. Depois de apenas 2 vitórias, 3 empates e 5 derrotas, terminou na 9ª colocação. Não bastasse isso, Paulinho, seu adversário direto pela vaga, levou o título do torneio, conquistando a vaga e deixando o complexo da Toca dos Leões de fora da disputa de 2009. Um desempenho fraco já era esperado, devido ao afastamento das mesas do Bola durante a disputa da Taça Brasília de 3 toques, mas uma desclassificação sempre é sentida. Agora fica a dúvida se vale a pena a participação no Campeonato Brasileiro, que acontece em Curitiba, nos dias 24 e 25 de outubro. Será que vale a pena o gasto com a viagem, sem o tempo necessário para treinar?…

O primeiro teste de fogo

26 de agosto de 2009

E a Seleção Brasileira de 82 fez sua estréia em torneios no Torneio do Terraço, realizado no último final de semana. Depois de uma ótima primeira fase, sucumbiu já no primeiro jogo eliminatório, na segunda fase, terminando a competição na 10ª colocação. Mas tudo bem, desta vez o técnico assume a culpa pela derrota. Coisa rara. Não tem como responsabilizar um timaço desse. Definitivamente eu não me dou bem em fases mata-mata. Prefiro disparado um torneio por pontos corridos. Não que eu vença sempre, mas consigo melhores resultados e, obviamente, jogo até o final ;-)


Seleção Brasileira de 1982 em campo no Terraço

Mas esse foi apenas o primeiro teste. O time está realmente muito bom, muito preciso. Basta apurar a mão para que os resultados comecem a melhorar… ou não…

Quanto ao torneio foi muito bacana, muito alto astral. Como de costume, muitos novos conhecidos também apaixonados pelo futebol de botão e mais adeptos para o Bola Quadrada, que nesta semana deverá ter casa cheia.

Por falar nisso, no próximo domingo, dia 30 de agosto, teremos Torneio Dadinho do Bola. É aberto, mas vale pontuação para o ranking anual. A Seleção Canarinho está prometendo show de bola, para se manter no G8 e ainda, se possível, melhorar sua classificação. Vamos ver se a palheta colabora.

II Torneio do Terraço Shopping

17 de agosto de 2009

No próximo final de semana, dias 22 e 23 de agosto será realizado o II Torneio de Futebol de Botão do Terraço Shopping. O Bola Quadrada está colaborando com a Só Tricolor, organizadora do evento, com o empréstimo das mesas oficiais e no apoio com monitoria para aqueles que ainda não conhecem a regra. Será utiliada uma regra “adaptada” do Dadinho 9×3, que era utilizada nos primórdios do Bola Quadrada e facilitará o jogo para os novatos.

As inscrições já estão abertas, na Só Tricolor e no Terraço Shopping!

A já gloriosa Seleção Brasileira de 1982 estará representando o Zamorim F.B. e a Toca dos Leões como equipe titular para a disputa. Já deverá treinar no local amanhã, terça-feira, para o reconhecimento do gramado. Deverá voltar novamente na quinta-feira, quando deveremos realizar o tradicional torneio de quinta do Bola.

O Flamengo 40 também estará presente como equipe reserva, caso algum fato estranho, misterioso, sem explicação, leve o selecionado Canarinho para longe do caminho do gol.

Pegando a mão

8 de junho de 2009

Depois da estréia do novo Manto Sagrado, os resultados vão melhorando a cada torneio. Na última quinta-feira, um grande resultado na Quinta no Bola, com sete vitórias e apenas uma derrota na noite. Os gols estão começando a sair, apesar da média ainda estar inferior aos melhores resultados do Mengão 81.

No último sábado, dia 5 de junho, o Manto Sagrado participou do 2º Campeonato Brasiliense de Dadinho 9×3. Apesar do técnico não estar em seus melhores dias, a equipe acabou conquistando a 2ª colocação na competição, que lhe rendeu 8 preciosos pontos a serem acumulados ao resultado da 2ª etapa, a ser realizada em dezembro e que definirá o campeão brasiliense de 2009.

O grande nome da equipe tem sido o craque Leônidas da Silva, vestindo a camisa 17. O cara tem feito gol depois de gol, desbancando o grande Zico, que acabou ficando na reserva.

Falando “tecnicamente”, o pulo do gato para a equipe, que mudou consideravelmente o controle de bola, foi a nova e diferente cava que todos os botões receberam. Os botões lisos, sempre necessitam limpeza mais cuidadosa e polimento no ponto certo, para que os botões nem deslizem demais, nem agarrem na hora errada. Como eu estava acostumado com botões mais leves, ainda estava apanhando para achar o ponto certo do polimento e resolvi colocar em prática uma antiga idéia. Botões com 2 trilhos (área de atrito), separados por uma linha fina, e uma cava relativamente pequena e bem rasa no centro. Feito assim, para não deixar os botões muito leves, mas diminuir aquela agarrada inconveniente, justo na hora de preparar a bola para o chute.


Clique para ampliar

Se faz diferença mesmo, ou é apenas mais um mito como, pra mim, o furos nos botões cavados da regra brasileira ou da gaúcha ou as chuteiras dos botões da carioca, eu não sei, mas estou gostando muito ;-)


Marcadores

1930 1934 1938 1942 1943 1944 1953 1954 1955 1958 1961 1962 1963 1966 1970 1974 1976 1980 1981 1982 1983 1987 2008 2009 Ajax Alemanha Argentina Argélia Arsenal Atlético Madrid Atlético Mineiro Atlético Paranaense Austrália Bahia Bangú Barcelona Bayern Boca Jr. Bola Quadrada Botafogo Botões Bragantino Brasil Brasiliense Brasiliense 2009 Brasília Camarões Campeões Brasileiros Campeões Candangos Campeões mundiais Campineira Ceará Ceilândia CEUB CFZ-DF CFZ/DF Chile Coenge Colo-Colo Colombo Copa 2010 Coritiba Coréia do Norte Coréia do Sul Cosmos Costa do Marfim Criciúma Cruzeiro Cruzeiro do Sul CSKA Defelê Dinamarca Equipes inesquecíveis Escudos Eslovária Eslovênia Espanha Esperança Estados Unidos F-Arte Fenerbahce Fiasco FIFA Figueirense Fiorentina Flamengo Fluminense França Futebol Gama Gana Goleiros Grécia Grêmio Grêmio Brasiliense Grêmio futmesa Guará Hertha Berlin Holanda Honduras Hungria Ibis Inglaterra Interestadual Internacional Internazionale Ipatinga Itália Japão Jogões Juventus Legião Libertadores Malutron Manto Sagrado Mengão 81 Mesas Milan México Nigéria Nova Zelândia Novorizontino Obina Palmeiras Paraguai Paraná Payssandu Periquito Piloto Pioneira Ponte Preta Portugal PSV Rabello Real Madrid River Plate Roma Sampaio Correa Santos Schalke 04 Seleção Seleção Brasileira Senta a Púa Serviço Gráfico Sobradinho Sporting Suíça São Caetano Sérvia Taguatinga Tiradentes Torneio Dadinho Torneio do Terraço Traves UEFA Uruguai Usinagem Valência Vasco vidrilha Vidrilhas Vila Nova Volta Redonda Werder Bremen Zamorim F.B. África do Sul

Parceiros

eXTReMe Tracker