GreNal

6 de fevereiro de 2010

De Falcão e Renato Gaúcho

Um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, uma das maiores rivalidades do futebol mundial, que praticamente divide em dois o Rio Grande do Sul, os escudinhos de Inter e Grêmio não poderiam deixar de ser publicados em dupla.

Internacional
1975/76


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Este é o time base do Inter, bi-campeão brasileiro em 75 e 76, quando também completou uma série de 8 títulos estaduais seguidos, desde 1969. Uma grande equipe, como tantas que existiam no Brasil naquela época e uma das quais eu mais me lembro dos tempos em que comecei a acompanhar o futebol. Uma equipe que esteve entre os cinco primeiros colocados de 71 a 74, os quatro primeiros Campeonatos Brasileiros. Uma defesa eficiente, que durante o título brasileiro de 75 só levou 12 gols em 30 jogos. Ataque igualmente eficiente, que na campanha do título brasileiro de 76 marcou 59 gols em 23 jogos.

Ainda falta o goleirão Manga, que em breve deverá também estar estampado aí em cima.


Grêmio
1983


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Para equilibrar o confronto, segue a equipe do Grêmio campeã mundial em 1983. Um timaço que enfrentou literalmente uma batalha para conquistar a Libertadores. Naquela época, só apanhando muito, literalmente, para levantar a taça. Foi assim com o Mengo em 81 e foi assim com o Grêmio, que apanhou muito fisicamente, enquanto surrava os adversários com a bola. Me lembro demais do bolão que jogou o Renato naquela final com o Hamburgo.

Um dia, distante ou não, essas duas grandes equipes serão cunhadas em acrílico para a minha coleção particular.


Atlético Mineiro de Reinaldo

20 de outubro de 2009

Atlético Mineiro
Tetra-campeão mineiro
1981


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Outro alvi-negro que fará parte da coleção de grandes equipes do futebol brasileiro em todos os tempos, é o Atlético Mineiro de 1981, de Reinaldo, Toninho Cerezo e Éder, tetra-campeão Mineiro, um dos grandes rivais do Mengão no início da década de 80. Talvez, se não tivesse tentado assimilar a catimba paulista, que aprenderam com a entrada de Chicão na equipe, tivesse conseguido resultados ainda mais expressivos.

Essa é uma equipe pela qual eu sempre tive simpatia e que não poderia estar de fora da minha coleção. Com certeza uma das melhores equipes de todos os tempos no futebol brasileiro e mundial.

A escalação é a seguinte: 2 – Orlando, 3 – Osmar Guarnelli, 4 – Luizinho, 5 – Geraldo, 6 – Jorge Valença, 7 – Tita, 8 – Toninho Cerezo, 9 – Reinaldo, 10 – Palhinha, 11 – Éder, 14 – Miranda, 15 – Paulo Isidoro, 16 – Dario, 17 – Heleno e 18 – Vaguinho.

Deverei fazer apenas 12 botões, todos com 55mm de diâmetro, 5mm de altura e bainha com 15º.

Qualquer sugestão ou correção com relação à escalação será muito bem vinda!

Botafogo de Didi e Garrincha

18 de outubro de 2009

Botafogo
O de Didi e Garrincha
1961/62


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Mais um alvi-negro que preciso ter em minha coleção é o histórico, saudoso, lendário Botafogo de Garrincha, Didi e cia. Foi uma das maiores injustiças dos deuses do futebol ele não ter conquistado glórias maiores. Um time que rivalisava de igual para igual com o Santos de Pelé. Uma das equipes mais lembradas e relembradas do futebol mundial.

Fiz uma pequena seleção das equipes de 1961 e 1962. Vem com a escalação: 2 – Joel, 3 – Zé Maria, 4 – Nilton Santos, 5 – Airton, 6 – Rildo, 7 – Garrincha, 8 – Didi, 9 – Quarentinha, 10 – Amarildo e 11 – Zagallo, mais os reservas 14 – Paulistinha e 15 – Jairzinho.

O time já foi produzido uma vez, junto com o Santos de Pelé e o Mengo de Zico. Como sempre, entreguei o passe da equipe com o coração apertado. Agora estou reparando essas lacunas na minha coleção.

Sugestões ou correções sobre a numeração serão muito bem vindas!

Ainda não sei se farei o time todo com 55mm de diâmetro e 5mm de altura, para combinar com o Cruzeiro e o Santos, que já estão prontos, ou se sairão com medidas mais competitivas para torneios oficiais. Vamos ver…


O Maior de Todos!

22 de abril de 2009


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Pense num timaço! Esta Equipe é a mais forte candidata a substituir o Mengão 81 nas competições oficiais de dadinho. A maior equipe da história do Flamengo e uma das maiores da história do futebol mundial. Uma das coisas que deu gosto em montar essa Seleção do Mengo de 80 a 83 foi ver como pouca coisa mudou na equipe em 4 temporadas. Da equipe que disputou a Copa Toyota em 81, só 2 alterações entre os titulares: a entrada do Rondineli na no lugar do Figueiredo e do Júlio César, o Uri Geller, no lugar do Lico.

Como eram poucas as alterações na equipe, trouxe também, para reforçar o banco, algumas figuras de temporadas anteriores recentes, na década de 70. O grande Cláudio Adão e a figuraça do Luizinho Tombo, o cabeludão. Para o Cláudio Adão não são necessárias explicações. O cabeludo Luizinho porque o Mengo precisa dessas figuras “folclóricas”, que dão um astral diferente à equipe. Foi assim com ele e com Nunes, entre outros, e quase foi nos tempos atuais com Obina, se ele já não tivesse cansado de fazer gols ;-) Trouxe também, enviado diretamente dos campos de várzea do paraíso, o craque Geraldo, já comparado até com Pelé e que, diziam, seria melhor que Zico. Ele certamente teria feito parte desse timaço, caso não tivesse morrido tão antes da hora. Já que é pra sonhar, vamos sonhar direito ;-)

Foi o único time até agora que concebi com 2 goleiros. O Raul é necessário, porque foi o titular nas maiores glórias do Mengo, mas o Cantareli não poderia ficar de fora. Rubro-negro legítimo, de sangue, sempre esteve lá para defender nosso gol sempre que isso não fosse possível para o titular do momento, ou mesmo para assumir o papel de titular, quando não houvesse ninguém à sua altura para assumir a posição. Faz parte da minha “fomação” como rubro-negro e, se nunca ficará de fora de um “Flamengo de Todos os Tempos” que eu monte, também não poderia ficar de fora deste.

A equipe será montada com as mesmas medidas do Mengão 81. Atacantes com 55mm de diâmetro, defensores com 60mm, todos com 5mm de altura, bainha de 15º, retos em cima e lisos em baixo. Já estou sonhando com as alegrias que me dará nas mesas :-)

Atualização em 16/10/9: Para entender melhor o que era essa equipe, leiam a excelente história dos 3 primeiros títulos brasileiros do Mengão: 1980, 1982 e 1983

Um agradecimento especial ao amigo Marcos VP, do Escudinhos, que me forneceu as tão procuradas fontes dos números da Adidas. Valeu xará!

Brasil Tri-Campeão Mundial

7 de abril de 2009

Mais 5 times que estão na lista de “a fazer pra mim” são as 5 Seleções Brasileiras campeãs mundiais. Eu ia juntar todas em um único post, mas resolvi separar primeiro as 3 primeiras e depois as outras 2. As 3 primeiras eram representantes fiéis do futebol brasileiro, com jogadores atuantes no país. A de 94 era uma seleção ainda com jogadores com “espírito” brasileiro, mas com um técnico covarde, fã do estilo europeu, que sempre armou equipes amarradas, pra quem 2×0 é goleada, exibicionismo. A de 2002 foi uma puta seleção, jogou muito na copa, mas já repleta de “estrangeiros”, que jogavam quando queriam, mas quando não queriam, também, era como hoje. Não tiro o mérito de nenhuma delas, mas representam fases muito distintas do futebol brasileiro.


Seleção Brasileira de 1958
A taça do mundo é nossa!
Com brasileiro, não há quem possa…


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O Brasil chegou à Suécia desacreditado, tanto por brasileiros, quanto por europeus. Do lado de lá, por não conhecerem suficientemente jogadores e o trabalho que a comissão técnica vinha desenvolvendo depois que João Havelange assumiu a presidência da CBD. Do lado de cá, pelo velho medo do brasileiro de ver repetidos fracassos e traumas anteriores (medo esse, infundado, que causou as mudanças no nosso futebol após a copa de 1982), no caso, os fracassos nos mundiais de 50 e 54 e na Copa Sul Americana de 57.

Só que uma seleção com Pelé, Didi, Vavá, Garrincha e tantos outros não poderia, NUNCA, ser menosprezada. Deu no que deu! O 5×2 na final contra a forte seleção da Suécia foi o fecho de ouro para a Copa e o sinal de que a partir dali estava começando a soberania, que dura até hoje (apesar dos pesares) do País do Futebol ;-)

Esse time de botão vem com a camisa utilizada no jogo final e escalado com os jogadores que disputaram o jogo final. Na reserva os outros 2 que mais atuaram durante o torneio.


Seleção Brasileira de 1962
O Bi com show de Garrincha


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Dessa vez a Seleção Brasileira já era uma equipe a ser temida, Garrincha e Pelé já eram os caras a serem “anulados”, apesar das críticas pelo Brasil estar levando jogadores “velhos”, “cansados”. A média de idade da seleção era de 30 anos.

No segundo jogo o grande susto, Pelé machucado e fora do mundial. Só que Garrincha chamou a responsabilidade pra ele, fez e aconteceu e foi o nome do torneio. O CARA! O Brasil mostrou que era, sim, o dono da bola, e da taça.

Com praticamente o mesmo time que vencera a copa de 58, esse time de botão, como sempre, vem com o uniforme e a escalação da final. Na reserva, Pelé, não poderia faltar e o outro que mais atuou durante o torneio.


Seleção Brasileira de 1970
A conquista definitiva da Jules Rimet


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Depois do fiasco de 66, mais uma vez a Seleção chegou desacreditada à copa. Troca de técnico na última hora, Tostão “cego”, Pelé “velho”. Era o velho medo do fracasso aparecendo novamente. Era mais fácil (sempre foi) para o brasileiro dizer que não conseguiríamos, do que acreditar e depois se decepcionar. Mas essa foi a mais sensacional das conquistas do Brasil até então. A Seleção foi 100%, perfeita, levou os mexicanos ao delírio. A taça do mundo, a Jules Rimet, agora era definitivamente nossa. Ninguém, no mundo inteiro, ousava negar a superioridade do Brasil.

Essa equipe é A Equipe de todos os tempos e está representada nos botões com ídolos que fizeram parte da minha infância. Cresci ouvindo os nomes desses caras, OS Caras, sabendo que eles eram sinônimo de futebol, de bom futebol. Mal sabia o que era uma bola, mas já sabia que existia um Tostão, um Fontana, um Everaldo, um Félix, um Brito, um Carlos Alberto, um Piazza, um Rivelino, um Jairzinho, um Clodoaldo, um Gérson e, claro, um Pelé.

Essas 3 vão sair juntas, num futuro próximo, espero!

As fases da gestação

15 de novembro de 2008

Várias fases em andamento na confecção de times. As chapas pretas quadradas vão para o Zamorim F.C., cujos escudinhos já estão impressos, cortados (abaixo) e prontos para vestir os botões. Os times do Santos de Pelé e a Seleção Brasileira de todos os tempos prontos para receber a resina sobre os escudos. As bolachas azuis receberão as cavas para os escudos do Cruzeiro de Tostão. O time do São Paulo, encomenda para uma amiga presentear o marido, só está esperando o polimento. As tiras coloridas, depois de coladas, formarão um time do Brasil e outro Flamengo.

Fora o do São Paulo, todos reforçarão a minha coleção. Por enquanto, nada de encomendas ;-)

Campeão Brasileiro, sim senhor!!!

8 de outubro de 2008

CR Flamengo
Campeão Brasileiro
1987


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Continuando a série de Flamengos que eu quero ter na minha coleção, aí vai um timaço, Campeão Brasileiro de 1987. Como é? Sport o quê? Só um insano pra considerar outro que não o Mengão o legítimo e único campeão Brasileiro de 1987. Mas isso é uma outra história. Não muda em nada o timaço que está aí ao lado. Reparem bem que dos titulares somente o Ailton nunca foi convocado para a Seleção e dos outros apenas o Zé Carlos não foi titular da Canarinho. E olha que no “banco” ainda tem Aldair, Alcindo e o artilheiro das decisões, Nunes.

Esse time provavelmente será feito em uma base preta, já que os anteriores, aqueles dos 2 primeiros Tri Cariocas serão feitos um em base branca e outro em vermelha.

ATUALIZANDO: Depois das contribuições do Alex e do Bruno, está atualizada a nova escalação do time, agora com as numerações corretas das camisas. Valeu, amigos! Se quiserem conferir as outras também, a casa é de vocês ;-)

Atualização (27/4/9): goleiro com uniforme no estilo utilizado na época e fontes dos números agora fiéis aos números listrados da Adidas.

Grandes Flamengos

25 de setembro de 2008

Há muito tempo tenho um “projeto” de fazer pra mim as maiores (ou mais gloriosas) equipes que o Mengo já teve. A primeira, claro, foi a de 1981. Desta, fiz várias versões, para várias pessoas diferentes. Já fiz também o Manto Sagrado, uma seleção de grandes craques do Mengão em todos os tempos. Agora estou começando a colocar em prática pra valer esse projeto. As artes das próximas equipes já estão prontas.

CR Flamengo
Tri-campeão carioca
1942 a 1944


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Essa é uma seleção das equipes base que conquistaram o primeiro tri-carioca do Mengo. Uma equipe que contava com craques como Domingos da Guia, Zizinho, Silvio Pirillo e Vevé. O goleirão era o Jurandir, que talvez também ganhe uma versão no time de botão.

A escalação final ficou assim: 4 Domingos da Guia, 5 Quirino, 2 Biguá e 3 Newton; 6 Jayme, 8 Perácio, 10 Zizinho e 7 Jacy; 9 Pirillo e 11 Vevê. Os reservas: 12 Artigas, 13 Valido, 14 Nandinho e 15 Bria.

Claro que nunca vi nenhum deles jogando, mas só de ler as histórias já dá água na boca! Tempo bão :-)

Algumas referências para a motagem dos times:
Flapédia
Museu dos esportes
Revista Tributo Esportivo – Times Inesquecíveis


CR Flamengo
Tri-campeão carioca
1953 a 1955


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Essa outra é uma seleção das equipes base que conquistaram o segundo tri-carioca do Mengão. Contava com craques como Dequinha, Joel, Zagallo e o ídolo de ninguém menos que Zico, Dida. Essa equipe era uma máquina de fazer gols. Durante os três torneios cariocas, marcou 228 gols em 84 jogos, numa média de 2,71 gols por jogo. Espero que repita o mesmo nas mesas ;-)

A escalação final ficou: 3 Pavão, 2 Servilio, 4 Tomires e 5 Dequinha; 6 Jordan, 7 Joel e 9 Paulinho; 8 Índio, 10 Dida e 11 Zagallo. Os reservas: 12 Jadir, 13 Rubens, 14 Benitez, 15 Esquerdinha e 16 Evaristo.

O bom daquele tempo era que a equipe base ficava praticamente inalterada durante anos. Bons tempos, aqueles! Tempos em que conhecíamos o time e sabíamos que pouco mudaria para a temporada seguinte. Tempos em que cada grande clube do país tinha 3, 4, 5 ou mais grandes craques juntos numa mesma equipe.

A sequir a equipe do tri-carioca de 78 a 79 (incluindo o especial) e a do Brasileiro de 1987. Mais água na boca ;-)

Atualização (27/4/9): goleiro e fontes dos números agora no estilo da época.

Zamorim F.B. 2009

18 de agosto de 2008


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Mais mudanças de planos para o novo time. Acho que o time com o uniforme nº3 atual e (talvez) a escalação do Mengo no início deste ano ainda vai sair, mas somente para a modalidade 3 toques. Para jogar Dadinho no Bola, já está acertada a volta do Zamorim F.B., o primeiro time que montei uniformizado quando voltei ao futmesa. Voltará com base nova, claro, porque a antiga tem especificações completamente diferentes das que uso hoje. Na escalação craques como Cachaça, Betoneira, Galo, Pezão e o goleiraço Gosma. Junto com o time, estréia o novo escudo, que está aí ao lado. A estrela representa o título do Trofeu Bola Quadrada, conquistado em 2007. O goleiro terá duas faixas verticais, preta e vermelha e o resto transparente (cristal).

Os botões deverão ter especificações bem semelhantes às do Mengão 81 atual, com bainha de 15º, altura 5mm e zagueiros com 60mm de diâmetro. Os atacantes é que talvez ganhem 1 ou 2mm no diâmetro, além dos 55mm atuais. Os reservas virão com variação nas bainhas, variando entre 15º e 23º. Talvez também alguns sejam cavados, com cavas bem rasas, para experimentos.

Resolvi voltar o Zamorim F.B., com escalação fictícia, porque tira o peso da camisa de timaços como o Mengão de 81 ou a Seleção Brasileira de todos os tempos. Loucuras da cabeça de botonista ;-)

Mengão em gestação

9 de julho de 2008


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Preparei esses escudos no início da Libertadores para montar um time pra mim, pra jogar 3 toques na AABB. Depois da desclassificação desanimei, mas agora resolvi montar realmente o time, independentemente de como for daqui pra frente no Brasileirão. Este é o melhor Flamengo em muito, muito tempo. Independente de quem sair. Renato Augusto, por exemplo continua. A princípio vou fazer até o Jaílton. Souza não entra de jeito nenhum, talvez o Luizinho. Se alguma boa contratação for feita, poderá entrar também mais à frente. Tô com esperança nesse time ;-)

Resolvi fazer o uniforme nº 3, porque achei lindão e o time vai combinar perfeitamente com a camisa oficial que ganhei do paizão :-)

Atualizando em 27/4/2009: Como demorei para fazer, o time mais uma vez não deu no couro como esperado nos gramados e para não perder a arte da camisa, transformei mais uma vez o time numa seleção de 2007 a 2009. Se o Mengo confirmar o Tricampeonato Carioca, sai o time de botão, com certeza. Caso contrário, vamos ver. Pode ser que se transforme mais uma vez. Ou não… ;-)


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