É o Pet, é o Cara

28 de junho de 2011

Queria ter escrito este texto logo após a despedida oficial do Pet do Mengão, mas acabou ficando para agora. Antes tarde do que nunca!

Mesmo antes do jogo, fiquei muito feliz pelo Mengo ter feito a despedida dele em um jogo oficial de Campeonato Brasileiro, o maior e mais foda campeonato de futebol do planeta. Demonstrou um grande respeito pelo cara. Muitas pessoas falavam que era um absurdo, que o Brasileirão era coisa séria, que não se podia fazer festa assim. Muitos outros achavam até que ele não merecia nem despedida, porque era arrogante (até concordo), encrenqueiro e que nunca teria feito nada de realmente importante pelo clube.

Bem, vamos lá, começando pelo final. Se um Campeonato Brasileiro não é algo importante, então preciso rever meus conceitos. Não que o Gringo tenha sido o único responsável pelo título de 2009, que tenha levado a equipe nas costas. Não, claro que não, mas foi certamente uma das peças fundamentais para a conquista. Os golaços que ele fez, a armação das jogadas e o comando da equipe deram muita moral para todos. Outro feito, “O Gol do Pet”, inesquecível! Apenas um Campeonato Carioca “sem importância”?! Só louco pra ver assim. Foi um TRI, fazendo do maior rival TRI-VICE, com um gol antológico quase no fim da partida e com uma equipe que vinha completamente desacreditada antes da final. Meu amigo, se aquele gol não lavou a alma de algum rubro-negro, se não fez algum de nós pular e gritar euforicamente, então muda de time. Claro que ninguém se torna ídolo por um gol, mas AQUELE gol é um ícone, um marco histórico no futebol do Mengão, assim como o é o “Gol do Rondi”, por coincidência (ou não), também em cima do Bacalhau, numa situação muito parecida.

Além do mais, o Pet foi um dos poucos jogadores, pelo menos dos decisivos, que eu tenho visto em muito, mas muito tempo, honrando o Manto Sagrado como o torcedor quer ver. E essa imagem aí em cima, na explosão do gol, mostra bem isso, na minha opinião.

Esse escudo faz parte de um jogo de escudos que fiz para um time meu, no ano passado, mas que ainda não se materializou, o que espero que aconteça em breve. Infelizmente, não vou publicá-los aqui ainda, porque são exclusivos e quero ser o primeirão ;-)

Valeu, Pet!

Almanaque do Futebol Brasiliense

14 de maio de 2011

O Zé Ricardo, craque do futebol de mesa 3 toques da AABB-DF, e que também é craque no que diz respeito a conhecimento sobre futebol, lançou o seu Almanaque do Futebol Brasiliense. No site ele conta a história do futebol candango desde os seus primórdios, antes mesmo da inalguração da cidade. Um trabalho fruto de muita pesquisa e muita dedicação. Vale demais a pena a leitura.

Campeões Candangos de Futebol Amador

10 de setembro de 2010

Seguem a baixo os campeões brasilienses de futebol da era amadora do futebol candango. Sobre os profissionais, eu já falei um pouco anteriormente. O grande problema é encontrar material sobre eles na internet, o único lugar onde tenho condições de pesquisar. Se alguém tiver informações e puder me enviar, a ajuda será muito bem vinda.

Os times em vidrilha deverão sair em “breve”, ainda este ano, para a segunda edição da Copa dos Campeões Candangos com Vidrilha.

Grêmio Esportivo Brasiliense

O Grêmio, clube do Núcleo Bandeirante, foi fundado em 1959 para lazer do acampamento da Metropolitana, conquistando no mesmo ano o primeiro Campeonato Metropolitano de Futebol. Depois sagrou-se novamente campeão em 1970.

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Defelê Futebol Clube

O Defelê foi fundado em 1959, como um time peladeiro do Departamente de Força e Luz de Brasília, o DFL. Depois dos primeiros amistosos e algumas vitórias mesmo com um time de maioria perna-de-pau, os diretores do DFL passaram a contratar funcionários “mequinhos que fossem bons de bola”, que vieram a formar o primeiro time competitivo da equipe.

Foi assim que surgiu o primeiro tri-campeão brasiliense, vencendo as disputas de 1960, 61 e 62 e vencendo novamente em 68, totalizando quatro títulos metropolitanos em sua curta existência.

O time foi extinto em 1970, quando a Novacap deixou de dar o seu apoio.

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Associação Esportiva Cruzeiro do Sul

O Cruzeiro do Sul foi o terceiro campeão Brasiliense, em 1963.


Coenge Futebol Clube

O Coenge foi fundado em 1966 por funcionários da construtora Coenge e foi campeão brasiliense uma única vez, em 1969.

Coenge em Futebol Nacional »


Clube Atlético Colombo

O Colombo foi campeão metropolitano uma única vez, em 1971.

Mais informações serão muito bem vindas!

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Associação Atlética Serviço Gráfico

O Serviço Gráfico foi campeão uma única vez, em 1972

Mais informações serão muito bem vindas!


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CEUB

O CEUB foi criado em 1968 por estudantes do Centro de Ensino Unificado de Brasília. Foi a primeira equipe do DF a participar da 1ª divisão do Brasileirão, nos anos de 1973, 1974 e 1975, tendo sido Campeão Brasiliense em 1973, época em que o futebol em Brasília era amador. A vida do clube foi curta, com o fim das atividades em 1976. Neste ano durante o primeiro Campeonato Brasiliense profissional, o CEUB “ganhou os dois primeiros turnos. Liderava o terceiro e último quando a federação local virou a mesa, determinando que fosse disputado um quadrangular para apontar o campeão e representante do Distrito Federal no Brasileirão”. Com a virada de mesa e os problemas financeiros que enfrentava, a diretoria resolveu fechar as portas prematuramente.

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CEUB no Balipodo »

Pioneira Futebol Clube

A Pioneira foi fundada em 1964 e mais tarde originou o Taguatinga Esporte Clube. Foi campeã uma única vez, em 1974.

Mais informações serão muito bem vindas!


Campineira

O Campineira era o time de uma distribuidora de doces, de mesmo nome. Foi campeão brasileiro em 1975. Uma curiosidade era o escudo, que apresentava o desenho das balas Zorro, patrocinadora da equipe.


Dois endereços bacanas para visitar, sobre o futebol brasiliense são:
História dos Clubes Nacionais
Click nos Campeões – Campeonato Brasiliense

Ceilândia Campeão Candango de 2010

2 de maio de 2010

Ontem, o Ceilândia Esporte Clube acabou com a hegemonia do Brasiliense no futebol candango, que já durava 6 anos. Para comemorar, claro, aí vão dois conjuntos de escudinhos, nas versões “escudos” e “camisas”, inaugurando a distribuição de escudos na versão para impressão aqui no Zamorim Futebol de Botão.

O Ceilândia foi criado em 1979, como uma mudança de estatuto o antigo Dom Bosco Esporte Clube, fundado em 1963. Passou a disputar os campeonatos brasilienses como uma equipe apenas mediana, mas nos últimos anos passou a se destacar, tendo chegado ao vice-campeonato em 2005. Este ano conquistou o seu primeiro título.

Ceilândia confirmado para a próxima Copa dos Campeões Candangos com Vidrilha ;-)

Escudos


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Camisas


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Os arquivos estão preparados para impressão em papel fotográfico de 15×21cm, em 300pdi. Os escudinhos com 36mm de diâmetro e o goleiro com 70×35cm.

Site oficial do Ceilândia »
A história do clube »

Flamengo Hexacampeão Brasileiro!!!

6 de dezembro de 2009

Pronto, agora sim podemos soltar novamente o grito de CAMPEÃO!
Quanto tempo esperei por isso! Estou quase sem voz!


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Antes eu já havia tido a oportunidade de gritar 5 vezes CAMPEÃO BRASILEIRO, 1 vez CAMPEÃO DA LIBERTADORES e 1 vez CAMPEÃO MUNDIAL! Esses apenas os mais importantes. Só que esse jejum já durava muito tempo. Tanto que em alguns momentos eu já achava que não teria novamente essa chance nessa encarnação.

Só que de uns tempos pra cá essa possibilidade vinha amadurecendo, ano após ano. Uma copa do Brasil em 2006, que marcou o início de um grande trabalho no Mengo. Um sucesso que se confirma no Tri-Carioca de 2007 a 2009 e no abandono do “costume” dos anos anteriores de sempre brigar contra o rebaixamento. Passamos a freqüentar a parte de cima da tabela. Em 2007 um grande terceiro lugar no Brasileirão e a habilitação para a segunda participação consecutiva na libertadores. Em 2008 um grande início, quando passeou na primeira colocação até o final do primeiro turno, passado a tropeçar até finalizar em quinto. E agora, invertendo 2008, depois de um começo tímido, inicia no segundo turno uma arrancada sensacional, pulando da décima primeira colocação para o título.

Pra mim, tudo isso se deve a uma mudança de postura da diretoria, que procurou manter a base do time. Por 3 ou 4 anos tivemos uma base muito eficiente e muito estável, com Léo Moura, Juan, Ibson, Obina e Renato Augusto comandando o espetáculo Rubro-Negro. Em 2009, quando tudo parecia perdido com a saída de Ibson, Fábio Luciano, Renato Augusto e a falta de gols de Obina, chegaram Adriano, Pet e Maldonado, que deram nova confiança à equipe.

Mas de tudo o que aconteceu, na minha humilde opinião, o mais importante foi a efetivação do Andrade, grande Andrade, na direção técnica da equipe. Há quanto tempo eu queria ver um técnico RUBRO-NEGRO de fato comandando o time! Com tempo pra trabalhar e sem cartola atrapalhando. Um cara que conheceu, viveu e honrou o Flamengo, aquele Flamengo, o glorioso. Um cara nascido e criado no Flamengo, que não se vende, que chora nas vitórias e nas derrotas, não pelo seu cargo, mas pelo Manto Sagrado que veste. Andrade é O CARA deste título. E se já é um Ídolo eterno do Mengão, um dos Monstros Sagrados que vestiram o Manto, agora entra também para a galeria dos grandes técnicos que comandaram o maior time do mundo.


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E é óbvio que depois de tudo isso, este time sairá em breve em forma de botões, para esculacharem adversários pelas mesas de Brasília ;-)

AAAAAHHHH, EU TÔ MALUCOOOO!!!!

O time vem escalado com os titulares: Bruno (1), Léo Moura (2), Ronaldo Angelin (4), Álvaro (14) e Juan (6); Aírton (5), Ibson (7), Williams (8) e Petkovic (43); Zé Roberto (26) e Adriano (10).

Na reserva teremos: Dênis Marques (9), Maldonado (13), Kléberson (15), Fierro (16), Toró (21), Lenon (33), Éverton (19) e David (40).

Talvez ainda entrem os convidados: Fábio Luciano (3) e Obina (18), pelos serviços prestados nessa trajetória. Aliás, o Obina continuou servindo o flamengo, mesmo no Palmeiras ;-) Grande Obina! Espero que ele volte a fazer sucesso no Mengão.

E eu não poderia deixar o Andrade de fora. Vai entrar também em forma de palheta.

Este time deverá sair em acrílico preto, com bainha de 15 graus, para Dadinho e, quem sabe, não precise ser reeditado no final de 2010 depois de um possível título mundial ;-)

ATUALIZAÇÃO: (12/08/2010) Como está difícil sair times em acrílico, esse timaço foi feito antes em vidrilhas.

Saudações HEXA-RUBRO-NEGRAS!!!

Campeões Cangangos

11 de outubro de 2009

Quando eu era moleque, aqui em Brasília, o futebol que assistíamos aqui era o do Rio, porque a transferência da Capital Federal para cá trouxe também as transmissões de TV retransmitidas de lá. Apesar de o futebol em Brasília ter começado antes mesmo de sua fundação, normalmente pela formação de times de construtoras ou outras empresas presentes na capital, a estrutura era muito precária. Mas na década de setenta, um clube se sobressaiu. O CEUB, formado inicialmente por estudantes da universidade de onde tirou o nome, apareceu com uma organização superior à dos demais, trouxe figuras como Fio Maravilha e se tornou a primeira equipe candanga a disputar a primeira divisão do campeonato brasileiro.

Já contei em outro texto a história do primeiro jogo de futebol que assisti em estádio.

Só que a equipe teve vida curta e, desde então, nunca mais acompanhei o futebol da minha terra, que tinha também muito pouco (ou nenhum) destaque na imprensa local. Até que um dia comecei a ouvir notícias de um tal de Gama, equipe do DF que estava tocando o terror na Segundona, culminando com o título de 1998. Com o título, 4 temporadas na primeira divisão e a esperança de que o futebol brasiliense se tornasse, finalmente, competitivo. Depois do Gama, veio o Brasiliense, vice-campeão da Copa do Brasil de 2002.

Desde essa época passei a acompanhar e curtir mais o futebol local, que também passou a ter um pouco mais de destaque na imprensa nacional. Ainda há um longo caminho a percorrer, mas o pontapé inicial já foi dado.

Segue abaixo uma rápida apresentação do CEUB e de todos os campeões candangos da era profissional. Esses times farão parte, um dia, da primeira Copa dos Campeões Candangos que pretendo organizar com os times de vidrilha que já montei. Um dia publico os primeiros campeões brasilienses, ainda na era amadora.

CEUB

O CEUB foi criado em 1968 por estudantes do Centro de Ensino Unificado de Brasília. Foi a primeira equipe do DF a participar da 1ª divisão do Brasileirão, nos anos de 1973, 1974 e 1975, tendo sido Campeão Brasiliense em 1973, época em que o futebol em Brasília era amador. A vida do clube foi curta, com o fim das atividades em 1976. Neste ano durante o primeiro Campeonato Brasiliense profissional, o CEUB “ganhou os dois primeiros turnos. Liderava o terceiro e último quando a federação local virou a mesa, determinando que fosse disputado um quadrangular para apontar o campeão e representante do Distrito Federal no Brasileirão”. Com a virada de mesa e os problemas financeiros que enfrentava, a diretoria resolveu fechar as portas prematuramente.

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Rabello Futebol Clube

O Rabello foi fundado em 17 de agosto de 1957 por funcionários de uma construtora. Foi o primeiro campeão brasiliense profissional, tri-campeão em 1964, 1965, 1966, na primeira experiência profissional no DF, que só voltaria a ter futebol profissional dez anos depois, em 1976. Foi também campeão em 67, dessa vez em campeonato amador. Extinto desde aquela época, não se encontra muitas informações sobre o clube na internet.

Brasília Futebol Clube

O Brasília, o Colorado do DF, fundado em 2 de junho de 1975, é o time de futebol profissional mais antigo em atividade no Distrito Federal e é a equipe que mais vezes representou o DF na 1ª divisão do Campeonato Brasileiro. Foram oito participações no Brasileirão, assim como conquistou oito títulos do Candangão, nos anos de 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987.

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Sociedade Esportiva do Gama

Fundado em 15 de novembro de 1975, o Gama é o maior vencedor do Distrito Federal, tendo conquistado 10 títulos nos anos de 1979, 1990, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001 e 2003. Disputou a 1ª divisão do Brasileirão em 6 oportunidades, em 1979, 1980 e numa grande fase, no período de 1999 a 2002, logo após conquistar o título da série B em 1998. Essa foi uma época de muito sucesso para o Gama e uma grande esperança para futebol brasiliense. No último jogo da série B de 98, o Gama levou mais de 50 mil torcedores ao Mané Garrincha, para assistir à goleada de 3×0 sobre o Londrina. Em 99, a equipe jogou como “gente grande”, conquistando grandes vitórias contra times grandes na casa dos adversários. Situação impensável para qualquer brasiliense até há bem pouco tempo.

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Taguatinga Esporte Clube

O TEC foi fundado no dia 27 de janeiro de 1964, com sede em Taguatinga. Conquistou 5 títulos metropolitanos, nos anos de 1981, 1989, 1991, 1992 e 1993. De lá para cá entrou em declínio, até que em 1999 teve seu departamento de futebol desativado. Ainda filiado à FBF, apesar de fora das competições há 10 anos, ainda dá esperanças à saudosa torcida de Taguatinga de um dia voltar aos dias de glória.

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Sobradinho Esporte Clube

O clube Sobradinho surgiu junto com o processo de urbanização de Brasília, mas teve sua fundação oficial em no dia 1º de Janeiro de 1975. Foi bi-campeão metropolitano em 1985 e 1986 e jogou a 1ª divisão do Brasileirão em 1986. Sempre esteve entre os “grandes”, mas hoje, amargando declínio, encontra-se disputando a terceira divisão do Candangão.

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Clube de Regatas do Guará

O Guará foi fundado no dia 9 de janeiro de 1967. Em 1984 foi campeão do Torneio Centro-Oeste e em 1996 conquistou seu único título brasiliense. Revelou o zagueiro Lúcio, que defendeu o clube desde as categorias de base, até o início da carreira. Rebaixado no Candangão, em 2007 disputou a segundona do DF pela primeira vez na sua história.

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CFZ de Brasília

O CFZ-DF, filial do Clube de Futebol Zico do Rio, foi fundado no dia 1º de agosto de 1999. Já em 2002 conquistou o seu único título metropolitano, mas a partir daí passou por uma fase de abandono e declínio, sendo rebaixado para a terceira divisão do Candangão. Agora parece que o próprio Zico está voltando a olhar pelo clube e suas filiais e, depois de quase fechar as portas, pode voltar a crescer.

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Brasiliense Futebol clube

O Jacaré foi fundado em 2000 pelo estrupício, quer dizer, ex-senador Luís Estêvão. Já em seu segundo ano de vida, em uma grande campanha, com um time muito arrumado e jogado um futebol vistoso, chegou à final da Copa do Brasil 2002, contra o Corínthians Paulista. Ficou com o vice-campeonato numa decisão notoriamente arrumada pelos juízes para ser vencida pelo adversário, que tomou baile nos dois jogos. Foi campeão da série B do Brasileirão em 2004 e disputou a primeirona do Brasileirão em 2005, sendo rebaixado novamente para a B. Atual hexa-campeão brasiliense, tendo vencido de 2004 a 2009, é o time a ser batido hoje no DF.

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Ceilândia Esporte Clube

O Ceilândia foi criado em 1979, como uma mudança de estatuto do antigo Dom Bosco Esporte Clube, fundado em 1963. Passou a disputar os campeonatos brasilienses como uma equipe apenas mediana, mas nos últimos anos passou a se destacar. O Gato Preto chegou ao vice-campeonato em 2005 e em 2010 conquistou o seu primeiro título, acabando com a hegemonia de 6 anos do Brasiliense. Foi uma grande final, quando venceu o adversário em casa por 3×1 e conquistou um heróico empate em 2×2 em Taguatinga, depois de estar perdendo por 2×0.

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Futebol Arte

15 de agosto de 2009

Outro dia eu estava assistindo a uma partida de futebol de areia e, num determinado momento do jogo, o locutor chamou a atenção para o fato de o Brasil “jogar bonito” mesmo sem os jogadores ficarem fazendo firula. Óóóóó!

Então eu me toquei que esta e outras tantas figuras que acham que sabem do que estão falando, que acham que sabem o que é futebol arte, ou que já se esqueceram o que é isso, não fazem a menor idéia do que significa Futebol Arte. Para essas pessoas, pobres infelizes que não conviveram (ou se esqueceram) com o futebol jogado no Brasil até a década de 80, futebol arte é fazer firulas com a bola, são as pedaladas, os dribles da foca, as milhões de embaixadinhas na frente do adversário, os chapéus em série.

NÃO, o Futebol Arte não tem a ver com exibicionismos pessoais. Que eu me lembre, o único que teve o direito garantido pelos deuses do futebol para fazer firula foi o Garrincha, porque era puro, era gênio, era divino. O Futebol Arte tem a ver com jogo de equipe, com conhecer e respeitar o companheiro, saber como ele pensa, com saber o que fazer com a bola assim que ela lhe chega aos pés sem precisar dar chutões ou espancar alguém. Tem a ver com os toques precisos de primeira, com as tabelinhas envolventes que deixam as defesas adversárias a ver navios, com os passes milimétricos que deixam o centro avante (um que saiba fazer gols) na cara do gol. O Futebol Arte tem a ver com o improviso objetivo e, sim, claro, também com um chapéu aplicado na hora certa, quando necessário, com um drible desconcertante com o objetivo único de chegar ao gol ou passar a bola adiante para quem possa chegar lá. Tem a ver, principalmente e necessariamente, com amar ou pelo menos honrar a camisa que se veste.

Se você assistir a um dos jogos da Seleção Brasileira que disputou a copa de 82, por exemplo, vai entender o que eu estou falando. Você não vai encontrar lá nenhuma pedalada, nenhuma firula, nem me lembro de um chapéu que tenha sido aplicado. Mas você vai ver uma das mais puras amostras do Futebol Arte brasileiro, vai ver lances sensacionais, geniais, tabelas, toques de primeira e precisos. Vai ver uma Equipe (com ‘E’ maiúsculo) de craques que tinham exata noção do que estavam fazendo ali, que era representando 120 milhões de brasileiros sedentos por show de bola.

Não, realmente aquela seleção não conquistou a Copa, mas eu não trocaria, hoje, assistir a um jogo daqueles caras por nenhum dos mercenários atuais. NENHUM!

Seleção Brasileira de 1982
Se ela nunca venceu a Copa do Mundo, azar o da Copa do Mundo


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Esta foi uma das maiores Equipes de futebol que o mundo já teve o prazer de conhecer. Se não conquistou uma Copa do Mundo, como alguém disse um dia sobre o Zico, azar o da Copa do Mundo!

Como esses caras, todos eles, fizeram parte da minha infância e adolescência e tiveram influência direta na minha paixão pelo futebol (o daquele tempo), estão há muito tempo na fila para um time de botão. Acho que foi um dos primeiros conjuntos de escudos que eu preparei (agora reformulado) e se não foi transformado em time ainda, deve ter sido porque eu estava esperando a garantia de que ele seria feito com o capricho que merece ;-)

Deve ser um dos próximos a sair, logo depois do Flamengo que deve substituir o Mengão 81.

Não é preciso falar mais nada sobre a equipe, né? Escalação, dados pessoais? Quem não sabe deles, me desculpe, mas precisa estudar um pouco a história do futebol. Google já ;-)

Atualizado em 15 de agosto de 2009


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E a grande Seleção Brasileira de 1982 finalmente estreou nas mesas do Bola Quadrada. Foi na noite de 13 de agosto de 2009 e agradou DEMAIS o técnico, que saiu entusiasmado com o comportamento do time em campo. Já no primeiríssimo jogo, amistoso, contra o arquirrival Fernando, uma grande vitória por 6×3! É verdade que Fernando estava comandando um time novo, fora de suas características preferidas, mas mesmo assim foram 6 gols. Depois, no torneio, mais 3 jogos. Uma derrota por 0×1, esperada depois da euforia da estréia ;-), e mais 2 vitórias por 3×1. A média de 3 gols por partida na noite de estréia está pra lá de ótima!

O time se mostrou muito preciso nos chutes e com ótimo deslize nas mesas. Além de ter ficado lindão com a camisa e a escalação da Copa de 1982.

A primeira prova de fogo da equipe vai ser no 2º Torneio do Terraço Shopping, que será realiado na próxima semana. Não precisa dizer que a seleção já está escalada como titular, né?!

A culpa é da cantora!

11 de setembro de 2008

Sinceramente? Começou tudo errado! Como é que você coloca uma cantora lírica pra cantar um hino nacional antes de uma partida de futebol? Pode ser lindo, mas é uma ducha de água fria em qualquer “guerreiro”. Se não era pra tocar o hino em seu ritmo original, que já é forte o suficiente, então coloca em ritmo de samba ou de axé, pra incendiar os ânimos da turma. Enfim…

Ô seleção tosca!

O outro grande erro da noite foi da torcida. Não adianta ficar vaiando ou cantando “adeus Dunga”. Neste caso, com essa turma, o melhor protesto é a indiferença. O primeiro passo foi dado com o pequeno público, mas se no meio do jogo a torcida simplesmente abandonasse o estádio em silêncio e em massa e deixasse os mercenários jogando sozinhos, em ritmo de treino, imagino que o efeito seria bem, mas bem mais devastador. Aí, talvez, um bocado deles fosse dormir realmente com o que pensar. Enfim…

Não torço contra nunca, mas está cada vez mais difícil torcer a favor. Enfim final…

Goleada

15 de julho de 2008

Eu sabia que deveria ter ido ao estádio Mané Garrincha no domingo, pra assistir ao jogo do Legião contra o Anápolis (GO). Goleada dos Leões por 5×1, que os deixa na 2ª colocação no grupo 10 da Terceirona. Grupo que é liderado pelo Dom Pedro (DF). Com as campanhas medíocres que Gama e Brasiliense vêm fazendo na Segundona, Brasília tem que colocar toda a sua torcida para que Dom Pedro e Legião consigam subir. Caso contrário, periga que o DF não tenha nenhum representante além da Série C em 2009. Toc, toc, toc!

Enquanto isso, o Mengão vai dando as cartas no Brasileirão :-) Coisa boa ver o Mengo novamente na ponta de forma inquestionável! O segundo turno de 2007 foi um ótimo presságio, que está se confirmando em 2008. Agora é torcer para que os “donos” do time não façam cagadas como em temporadas passadas e não permitam o desmonte do time, porque em campo vai tudo muito bem, obrigado! Obina neles! :-D

Em tempo, sabiam que até perdi parte da antipatia que tinha do vasquinho, depois que o Dinamite assumiu a direção do clube? Realmente gostei de ver o ídolo lá na tribuna de honra do Maraca! Outros clubes tradicionais e seus grandes ídolos deveriam seguir o mesmo exemplo e se permitirem serem comandados por quem ama realmente o futebol.


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