Flamengo de 2009 (mais um)

16 de maio de 2012


Arquivo para impressão (15×21)

Fiz esses escudos no início de 2010, mas até agora não tinha tido a oportunidade de montar em um time. Nas vidrilhas tradicionais, de 45mm de diâmetro, ficaram muito pequenos. Com a encomenda recente das vidrilhas de 55mm (veja a diferença), do Sérgio, finalmente o time saiu!

Este time é composto pelos meus jogadores preferidos (alguns que menos desgostava) da campanha do título brasileiro: 1 – Bruno; 2 – Léo Moura; 4 – Ronaldo Angelin; 6 – Juan; 7 – Ibson; 8 – Williams; 10 – Adriano; 11 – Emerson; 13 – Maldonado; 14 – Álvaro; 21 – Toró; 26 – Zé Roberto; 43 – Petkovic.

Quanto às vidrilhas de 55mm, não são tão boas quanto as de 45mm que o próprio Sérgio vende. Achei meio mal acabadas. A superfície da parte de dentro não é muito regular, o que dificulta colar os escudos sem marcas. Mas os times ficam lindões! Para coleção, ou para brincar sem expectativa de muita precisão nos chutes, estão valendo.


Hungria de 54 e Holanda de 74

1 de maio de 2012

Puts, mais de 3 meses sem nenhuma publicação! Um recorde desde que o blog foi inaugurado. Voltando à ativa, vou publicar dois conjuntos de escudos que já havia prometido para algumas pessoas logo após a realização do 1º Mundialito com Vidrilhas.

Duas seleções que, sentimento unânime, “deveriam” ter vencido as Copas de 54 e 74, Hungria e Holanda, respectivamente. Duas seleções que marcaram época e que, junto ao Brasil de 82, são daquelas consideradas fantásticas, as melhores de suas copas, mas que ficaram sem a taça, simplesmente porque os Deuses do Futebol assim desejaram, sabe-se lá porque.

Essas duas foram convidadas mais que especiais a se juntarem às oito seleções dos países que já foram campeões mundiais e que disputaram o 1º Mundialito de Futebol com Vidrilhas, em janeiro de 2012.


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Arquivo para impressão (uniforme 2)

A Hungria, de futebol fortíssimo na primeira metade do século 20, acabou ficando sem a taça em sua história e hoje não existe nenhuma perspectiva de que possa brigar por ela novamente.

Para ela fiz os dois uniformes utilizados, porque são ambos muito bacanas. Os botões ficaram lindões!

A escalação, com os jogadores que mais atuaram na copa: 1 – Gyula Grosics, 2 – Jeno Buzanszky, 3 – Gyula Lorant, 4 – Mihaly Lantos, 5 – Jozsef Boszik, 6 – Jozsef Zakarias, 7 – Jozsef Toth, 8 – Sandor Kocsis, 9 – Nandor Hidegkuti, 10 – Ferenc Puskas, 11 – Zoltan Czibor; e os reservas 16 – Laszlo Budai, 20 – Mihaly Toth.


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A Holanda, sempre favorita na teoria, desde o Carrossel Holandês, ficou no quase por 3 vezes. Em 74 tinha um seleção que encantou o mundo e surpreendentemente perdeu a final para a Alemanha de Gerd Muller. Em 78, ainda com uma equipe muito forte, perdeu a final para a Argentina, lá na Argentina, em uma final com diversos lances duvidosos, em uma Copa com diversas situações duvidosas, onde “forças ocultas” parecem ter atuado eficientemente para garantir a vitória aos donos da casa. E em 2010, com uma equipe forte, mas que na minha opinião era mais forte mesmo na pancada, perdeu a final para a Espanha, outra que já estava na fila há tempos.

A escalação, com os jogadores que mais atuaram na Copa: 8 – Jan Jongbloed, 2 – Arie Haan, 12 – Ruud Krol, 17 – Wim Rijsbergen, 20 – Wim Suurbier, 3 – Win Van Hanegem, 6 – Wim Jansen, 13 – Johan Neeskens, 14 – Johan Cruyff, 15 – Rob Rensenbrink, 16 – Johnny Rep; e os reservas 7 – Theo De Jong, 10 – Rene Van De Kerkhof.

CSKA e Colo-Colo

19 de janeiro de 2012

Aí estão dois novos times de vidrilhas que fiz com escudos do Tarcízio, publicados no Arte em 3 Toques. Vou estreá-los hoje à noite no Bola Quadrada :-)

CSKA de Moscou

Colo-Colo de Santiago

Série Seleções Campeãs Mundiais – Inglaterra de 1966

19 de novembro de 2011


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Arquivo para impressão (uniforme 1)

A Inglaterra, onde foi inventado o futebol, só foi conquistar sua primeira (e única) Copa do Mundo em 1966, quando o torneio finalmente foi realizado em terras inglesas. Dizem que o torneio foi marcado por diversas decisões controvertidas, sempre favorecendo os ingleses. A última, e talvez mais grave, teria sido a validação de um gol em que a bola bateu no travessão, quicou logo abaixo e saiu. O juiz validou o gol, mas muita gente jura que a bola bateu fora do gol. A verdade absoluta nunca saberemos.

Seja como for, a seleção inglesa contava com grandes nomes, como Gordon Banks, considerado até hoje um dos maiores goleiros da história e Bobby Moore, capitão do time, até hoje aparecendo nas listas de seleções mundiais e citado por Pelé como o maior defensor contra o qual ele jogou.

Mas o importante, mesmo, pra mim, é que o uniforme nº2, usado na final, era lindão ;-) Fiz os dois uniformes usados na Copa.

A escalação, com o jogadores que disputaram a final:
1 – Gordon Banks,
2 – George Cohen,
3 – Ray Wilson,
4 – Nobby Stiles,
5 – Jack Charlton,
6 – Bobby Moore,
7 – Alan Ball,
8 – Jimmy Greaves,
9 – Bobby Charlton,
10 – Geoff Hurst,
11 – John Connelly;
e os reservas
16 – Martin Peters,
21 – Roger Hunt.


Craques da Pelota

19 de novembro de 2011

Aqui vai uma baita seleção de jogadores brasileiros. Sim, faltaram muitos e pode ser que um dia ela ainda cresça mais, mas por enquanto esses serão os convocados.

O projeto surgiu depois que eu li uma reportagem sobre o canhoteiro, ponta esquerda do São Paulo na década de 50. Dizem que era o Garrincha da ponta esquerda. Parece que não chegou a atuar efetivamente pela Seleção Brasileira porque tinha pânico de avião. Bem, resolvi então fazer uma seleção de craques que não tinham tido o reconhecimento histórico merecido e de cara fiz um Barbosa para o gol. Goleiro que ficou marcado pelos gols sofridos na final da Copa de 1950, mas que também dizem que era um cracasso, um dos melhores goleiros que o Brasil já teve.

Você já deve ter percebido que o time não seguiu muito essa linha, mas é que aí eu também quis convocar os craques mais reconhecidos ;-) Outra questão foi a dificuldade para encontrar gente para todas as posições. Enfim, talvez ainda venha a contratar outros, como Djalma Santos, quem sabe…

Três dos convocados ainda não apareceram na concentração, porque simplesmente não consegui encontrar imagens deles com as características que preciso, que são os caras de corpo inteiro, com a bola, vestindo a camisa da seleção. Os sumidos são Carlos Alberto (por incrível que pareça), Vavá e Bellini. Se alguém tiver boas imagens de algum deles, seguindo as características assim, por favor, me avisa.

O time está pronto em vidrilhas e ficou lindão! Pode ser que ainda saia em acrílico para jogar dadinho. O tempo dirá…

Série Seleções Campeãs Mundiais – Itália 1934

11 de novembro de 2011


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A vencedora da segunda edição da Copa do Mundo foi a Itália, em 1934. E Esquadra Azzurri era grande favorita ao título, mas pode ter tido seu caminho facilitado pelo regime facista de Benito Mussolini. Dizem que diversos árbitros facilitaram bastante a vida a Azzurra, alguns deles de forma tão escandalosa que foram expulsos de seus próprios países após o torneio. Seja como for, foi uma grande equipe, mas está aqui mais pelo uniforme (queria o mais antigo) do que pela qualidade ou lisura da campanha na Copa de 34 ;-)

Essa equipe contou com a presença de Filó, jogador brasileiro, que defendeu a equipe com o nome Guarisi a convite do técnico, assim como aconteceu com diversos jogadores sul-americanos.

A escalação, com os jogadores que disputaram a final:
1 – Gianpiero Combi,
2 – Luis Felipe Monti,
3 – Luigi Allemandi,
4 – Eraldo Monzeglio,
5 – Attilio Ferraris,
6 – Giovanni Ferrari,
7 – Enrique Guaita,
8 – Luigi Bertonlini,
9 – Raimundo Orsi,
10 – Giuseppe Meazza,
11 – Angelo Schiavio;
e os reservas:
14 – Armando Castellazzi,
15 – Mario Pizziolo.


Série Seleções Campeãs Mundiais – Uruguai de 1930

11 de novembro de 2011

Iniciei a publicação dessa série há mais de 1 ano, mas fiquei só no primeiro post. Chegou a hora de completar, afinal, finalmente os times ficaram prontos. Em vidrilhas. Deve rolar o 1º Mundialito com Vidrilhas em breve ;-)

A série conta com um representante de cada uma das seleções campeãs mundiais, mais a Hungria de 54 e a Holanda de 74, duas seleções daquelas consideradas “melhores do mundo que não levaram a Copa do Mundo”. A Seleção Brasileira de 1982 poderia facilmente ser convidada, mas temos bastante gente boa que levou o caneco, então seremos muito bem representados, claro, pela Seleção de 1970.

O primeiro time a ser apresentado é a seleção uruguaia de 1930, os primeiros campeões mundiais de futebol. Para a Celeste Olímpica eu fiz os dois uniformes utilizados naquela Copa, porque achei o número dois também muito bacana. Os escudinhos e um curto texto sobre a equipe já foram publicados há tempos.

A escalação, com os jogadores que atuaram na final:
1 – Enrique Ballesteros,
2 – José Andrade,
3 – Ernesto Mascheroni,
4 – José Nasazzi,
5 – Lorenzo Fernandez,
6 – Álvaro Gestido,
7 – Victoriano Iriarte,
8 – Hector Scarano,
9 – Hector Castro,
10 – José Pedro Cea,
11 – Pablo Dorato;
na reserva:
12 – Juan Anselmo,
13 – Pedro Petrone.


Os 12 de Ouro

23 de julho de 2011


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Este é um time que tenho planejado desde a minha volta à pratica do futebol de botão, lá pelos idos de 2005. A equipe é composta pelo maior ídolo da história de cada um dos 12 maiores clubes brasileiros. Como “maiores” entendam os de maior torcida. Além deles, foi convidado especialmente o mestre Telê Santana, para atuar na linha com a camisa 80, em referência à década de suas passagens pela Seleção Brasileira.

Como os craques não foram escolhidos por posição, o time foi feito com todos os botões idênticos, com 58mm de diâmetro e 6mm de altura, onde todos jogarão sem posição fixa, numa espécie de Carrossel Brasileiro.

A escalação é a seguinte: Rogério Ceni (São Paulo) 1, Tostão (Cruzeiro) 2, Renato (Grêmio) 3, Ademir da Guia (Palmeiras) 4, Falcão (Internacional) 5, Sócrates (Corinthians) 6, Garrincha (Botafogo) 7, Zico (Flamengo) 8, Roberto Dinamite (Vasco da Gama) 9, Pelé (Santos) 10, Rivelino (Fluminense) 11, Reinaldo (Atlético Mineiro) 12 e Telê (Seleção Brasileira) 80.

É claro que essa é a minha visão (e de boa parte de meus contemporâneos) de “maiores ídolos” desses clubes. Possivelmente os torcedores mais novos discordem. Mas como EU sou o técnico, me dou ao direito de escalar o time de minha preferência ;-)

Que venham os adversários… se tiverem coragem de encarar tantos craques…

Flamengo 2009

23 de julho de 2011

Depois de um longo e tenebroso inverno, mais de 1 ano sem a produção de um time sequer em acrílico, estão disponíveis no CT da Toca dos Leões dois novos reforços para os torneios de 2011. Talvez ainda dê tempo de salvar a temporada no Bola Quadrada ;-)


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Este é o Flamengo Campeão Brasileiro de 2009. Fiz a arte lembrando as costas das camisas da OLK, usadas no final da temporada. Tenho os escudos com a escalação completa dos jogadores que atuaram durante o ano, mas fiz o time com os 12 que eram mais do MEU agrado. Afinal, como técnico, escalo o time como bem entendo. O jogo de escudos publicado, vem com uma escalação um pouco diferente, com os 12 jogadores considerados mais efetivos na campanha. Mais tarde publico a cartela completa.

Meu time de botão vem escalado com: Bruno 1; Léo Moura 2, David 40, Ronaldo Angelim 4 e Juan 6; Maldonado 13 e Williams 8; Ibson 7, Adriano 10, Petkovic 43 e Emerson 11. Os reservas são Toró 21 e Kléberson 15.

Espero que esse escrete me dê tantas alegrias quantas deu à grande e feliz Nação Rubro Negra :-)

O time foi feito com os escudos colados em uma cava rasa. Pretendo resiná-los em breve, juntamente com a promessa antiga de resina do Manto Sagrado.

Eu e meus Flamengos

12 de agosto de 2010

Como Rubro-Negro fanático que sou, não poderia deixar de confeccionar times do Mengão em série ;-)

Este aí em cima é mais um para minha coleção de vidrilhas, mais um da série Mantos Sagrados. A arte eu fiz para um possível novo time para jogar 3 toques na AABB, mais um em acrílico que ainda não saiu.

Outro que saiu em vidrilhas, foi o Flamengo campeão brasileiro de 2009. Os escudos já haviam sido publicados e agora atualizei o texto com a foto do time.


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