Nova Zelândia, a 4ª melhor do mundo do Bola Quadrada

1 de junho de 2010

Depois de 6 meses, desde a aprovação do projeto, os uniformes oficiais de cada uma das 32 seleções pesquisados e reproduzidos em escudos com a maior fidelidade possível nos detalhes, 320 escudos recortados a mão e colados em 320 vidrilhas, todos esses 320 botões pintados um a um, 32 bloquinhos de MDF cortados e lixados (ou quase),  32 escudos de goleiros colados e um bocado mais de trabalho, finalmente foi realizada a 1ª Copa do Mundo de Futebol de Botão do Bola Quadrada. Um torneio que idealizei em 2008, bastante inspirado na organização e filosofia da BFA, que eu tenho como modelo de diversão no futebol de mesa.

As seleções na cerimônia de abertura
Todas as seleções na cerimônia de abertura da Copa

Deu trabalho, muito trabalho, mas o prazer de conceber, organizar e ver o torneio tomando forma é muito recompensador, quase mais do que jogar, que é sempre o objetivo final de qualquer botonista. O problema é sempre a dificuldade de deixar suas crias seguirem adiante ;-) Quando coloquei os times todos prontos na mesa, para as fotos oficiais, tive um desejo quase incontrolável de dar um calote na organização do evento e ficar com todos para a minha coleção particular :-)

Desde que terminei de montar os escudinhos, escolhi a minha preferida. Com seu uniforme nº2, simples, todo negro, a Nova Zelândia foi, desde o início, o meu objetivo caso conseguisse ser sorteado antes que alguém a escolhesse. Pra meu prazer, fui homenageado pelo resto da turma e pude escolher primeiro a seleção com a qual jogaria. Não tive dúvidas e escolhi essa aí da foto.

Seleção da Nova Zelândia

Outros escudinhos me deram muito mais trabalho e orgulho de ter feito, como é o caso dos escudos da Itália, da Dinamarca e do México, dentre tantos outros, com os detalhes da estampa, da gola e outras firulas que as fornecedoras estão inventando para dificultar a cópia e o trabalho dos criadores de escudos para botão.

Uniforme da Itália

Por falar em escudinhos, prometo que em breve estarão todos disponíveis aqui, em imagens de alta resolução e PDF, para quem quiser baixar e usar. Só não me exijam urgência, porque agora estou descansando um pouco, curtindo a ressaca da Copa.

Bem, o torneio foi muito bacana! Eu, pelo menos, fiquei totalmente satisfeito, tanto com o evento, quanto com o desempenho da desacreditada Nova Zelândia, que acabou terminando na quarta colocação, quando seu técnico tinha quase certeza de que nem passaria da primeira fase ou, no máximo, das oitavas de final. O jogo final, entre Holanda e Grécia (é, Grécia), dos amigos Fernando Gomes e Bruno Machado, respectivamente, foi sensacional, para encerrar o torneio com chave de ouro. A disputa foi vencida pela Holanda por 6×4 e deu ao Carrossel Holandês seu primeiro título mundial de futebol. Pelo menos em terras candangas. Bom demais :-)

Novo Manto Sagrado em vidrilhas

16 de março de 2010


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Depois de várias tentativas de encomenda, com diferentes artistas, finalmente consegui o meu time dos sonhos, o Manto Sagrado, a seleção de todos os tempos do Mengão com as “carinhas” dos jogadores. Um trabalho primoroso do Vitor Sanches, do VS Botonismo. Passei pra ele a escalação e disse que queria escudinhos com os rostos dos jogadores todos parecendo fotografias antigas, envelhecidas, de modo a dar um ar antigo aos escudos e ainda uniformidade entre fotos de jogadores tão antigos quanto Domingos da Guia e recentes quanto o Pet. Depois de algumas trocas de e-mails, ajustes aqui e ali, recebi o meu time dos sonhos. Os escudinhos ficaram fantásticos, exatamente como eu tinha imaginado.

Originalmente o time sairia direto em acrílico, mas como estou realmente sem tempo para isso, não consegui me segurar e tive que produzir já a primeira versão em vidrilhas. Agora, só preciso encontrar um adversário a altura ;-)

Flamengo Hexacampeão Brasileiro!!!

6 de dezembro de 2009

Pronto, agora sim podemos soltar novamente o grito de CAMPEÃO!
Quanto tempo esperei por isso! Estou quase sem voz!


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Antes eu já havia tido a oportunidade de gritar 5 vezes CAMPEÃO BRASILEIRO, 1 vez CAMPEÃO DA LIBERTADORES e 1 vez CAMPEÃO MUNDIAL! Esses apenas os mais importantes. Só que esse jejum já durava muito tempo. Tanto que em alguns momentos eu já achava que não teria novamente essa chance nessa encarnação.

Só que de uns tempos pra cá essa possibilidade vinha amadurecendo, ano após ano. Uma copa do Brasil em 2006, que marcou o início de um grande trabalho no Mengo. Um sucesso que se confirma no Tri-Carioca de 2007 a 2009 e no abandono do “costume” dos anos anteriores de sempre brigar contra o rebaixamento. Passamos a freqüentar a parte de cima da tabela. Em 2007 um grande terceiro lugar no Brasileirão e a habilitação para a segunda participação consecutiva na libertadores. Em 2008 um grande início, quando passeou na primeira colocação até o final do primeiro turno, passado a tropeçar até finalizar em quinto. E agora, invertendo 2008, depois de um começo tímido, inicia no segundo turno uma arrancada sensacional, pulando da décima primeira colocação para o título.

Pra mim, tudo isso se deve a uma mudança de postura da diretoria, que procurou manter a base do time. Por 3 ou 4 anos tivemos uma base muito eficiente e muito estável, com Léo Moura, Juan, Ibson, Obina e Renato Augusto comandando o espetáculo Rubro-Negro. Em 2009, quando tudo parecia perdido com a saída de Ibson, Fábio Luciano, Renato Augusto e a falta de gols de Obina, chegaram Adriano, Pet e Maldonado, que deram nova confiança à equipe.

Mas de tudo o que aconteceu, na minha humilde opinião, o mais importante foi a efetivação do Andrade, grande Andrade, na direção técnica da equipe. Há quanto tempo eu queria ver um técnico RUBRO-NEGRO de fato comandando o time! Com tempo pra trabalhar e sem cartola atrapalhando. Um cara que conheceu, viveu e honrou o Flamengo, aquele Flamengo, o glorioso. Um cara nascido e criado no Flamengo, que não se vende, que chora nas vitórias e nas derrotas, não pelo seu cargo, mas pelo Manto Sagrado que veste. Andrade é O CARA deste título. E se já é um Ídolo eterno do Mengão, um dos Monstros Sagrados que vestiram o Manto, agora entra também para a galeria dos grandes técnicos que comandaram o maior time do mundo.


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E é óbvio que depois de tudo isso, este time sairá em breve em forma de botões, para esculacharem adversários pelas mesas de Brasília ;-)

AAAAAHHHH, EU TÔ MALUCOOOO!!!!

O time vem escalado com os titulares: Bruno (1), Léo Moura (2), Ronaldo Angelin (4), Álvaro (14) e Juan (6); Aírton (5), Ibson (7), Williams (8) e Petkovic (43); Zé Roberto (26) e Adriano (10).

Na reserva teremos: Dênis Marques (9), Maldonado (13), Kléberson (15), Fierro (16), Toró (21), Lenon (33), Éverton (19) e David (40).

Talvez ainda entrem os convidados: Fábio Luciano (3) e Obina (18), pelos serviços prestados nessa trajetória. Aliás, o Obina continuou servindo o flamengo, mesmo no Palmeiras ;-) Grande Obina! Espero que ele volte a fazer sucesso no Mengão.

E eu não poderia deixar o Andrade de fora. Vai entrar também em forma de palheta.

Este time deverá sair em acrílico preto, com bainha de 15 graus, para Dadinho e, quem sabe, não precise ser reeditado no final de 2010 depois de um possível título mundial ;-)

ATUALIZAÇÃO: (12/08/2010) Como está difícil sair times em acrílico, esse timaço foi feito antes em vidrilhas.

Saudações HEXA-RUBRO-NEGRAS!!!

Combinadão da Seleção

18 de outubro de 2009


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Este time começou a ser formado junto com minhas primeiras experiências na confecção de botões. O escudo é um clone verde e amarelo do escudo do Manto Sagrado, o original, com a inscrição “Seleção Brasileira de Futebol”. O primeiro contratado foi um botão pequeno, com 52mm de diâmetro, 4mm de altura e bainha de 15º, o mais da frente, à direita, na foto. Um botão matador, que chuta MUITO bem, tanto de longe, quanto de perto. Foi ele quem inspirou as especificações do Mengão 81, que passaram a ser a base de todos os times “oficiais” da Toca dos Leões.

De lá pra cá, outros foram sendo confeccionados, como o trio verde do meio (na foto), os três cavados em baixo. Então, numa das últimas levas de botões, incluí na produção alguns novos botões para completar um time. São craques que variam no diâmetro de 52mm a 60mm, de 4mm a 10mm na altura e com bainhas entre 13º e 17º. Entrou em campo apenas uma vez, perdeu, mas ainda vai ser convocado com um pouco mais de calma.

Futebol Arte

15 de agosto de 2009

Outro dia eu estava assistindo a uma partida de futebol de areia e, num determinado momento do jogo, o locutor chamou a atenção para o fato de o Brasil “jogar bonito” mesmo sem os jogadores ficarem fazendo firula. Óóóóó!

Então eu me toquei que esta e outras tantas figuras que acham que sabem do que estão falando, que acham que sabem o que é futebol arte, ou que já se esqueceram o que é isso, não fazem a menor idéia do que significa Futebol Arte. Para essas pessoas, pobres infelizes que não conviveram (ou se esqueceram) com o futebol jogado no Brasil até a década de 80, futebol arte é fazer firulas com a bola, são as pedaladas, os dribles da foca, as milhões de embaixadinhas na frente do adversário, os chapéus em série.

NÃO, o Futebol Arte não tem a ver com exibicionismos pessoais. Que eu me lembre, o único que teve o direito garantido pelos deuses do futebol para fazer firula foi o Garrincha, porque era puro, era gênio, era divino. O Futebol Arte tem a ver com jogo de equipe, com conhecer e respeitar o companheiro, saber como ele pensa, com saber o que fazer com a bola assim que ela lhe chega aos pés sem precisar dar chutões ou espancar alguém. Tem a ver com os toques precisos de primeira, com as tabelinhas envolventes que deixam as defesas adversárias a ver navios, com os passes milimétricos que deixam o centro avante (um que saiba fazer gols) na cara do gol. O Futebol Arte tem a ver com o improviso objetivo e, sim, claro, também com um chapéu aplicado na hora certa, quando necessário, com um drible desconcertante com o objetivo único de chegar ao gol ou passar a bola adiante para quem possa chegar lá. Tem a ver, principalmente e necessariamente, com amar ou pelo menos honrar a camisa que se veste.

Se você assistir a um dos jogos da Seleção Brasileira que disputou a copa de 82, por exemplo, vai entender o que eu estou falando. Você não vai encontrar lá nenhuma pedalada, nenhuma firula, nem me lembro de um chapéu que tenha sido aplicado. Mas você vai ver uma das mais puras amostras do Futebol Arte brasileiro, vai ver lances sensacionais, geniais, tabelas, toques de primeira e precisos. Vai ver uma Equipe (com ‘E’ maiúsculo) de craques que tinham exata noção do que estavam fazendo ali, que era representando 120 milhões de brasileiros sedentos por show de bola.

Não, realmente aquela seleção não conquistou a Copa, mas eu não trocaria, hoje, assistir a um jogo daqueles caras por nenhum dos mercenários atuais. NENHUM!

Seleção Brasileira de 1982
Se ela nunca venceu a Copa do Mundo, azar o da Copa do Mundo


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Esta foi uma das maiores Equipes de futebol que o mundo já teve o prazer de conhecer. Se não conquistou uma Copa do Mundo, como alguém disse um dia sobre o Zico, azar o da Copa do Mundo!

Como esses caras, todos eles, fizeram parte da minha infância e adolescência e tiveram influência direta na minha paixão pelo futebol (o daquele tempo), estão há muito tempo na fila para um time de botão. Acho que foi um dos primeiros conjuntos de escudos que eu preparei (agora reformulado) e se não foi transformado em time ainda, deve ter sido porque eu estava esperando a garantia de que ele seria feito com o capricho que merece ;-)

Deve ser um dos próximos a sair, logo depois do Flamengo que deve substituir o Mengão 81.

Não é preciso falar mais nada sobre a equipe, né? Escalação, dados pessoais? Quem não sabe deles, me desculpe, mas precisa estudar um pouco a história do futebol. Google já ;-)

Atualizado em 15 de agosto de 2009


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E a grande Seleção Brasileira de 1982 finalmente estreou nas mesas do Bola Quadrada. Foi na noite de 13 de agosto de 2009 e agradou DEMAIS o técnico, que saiu entusiasmado com o comportamento do time em campo. Já no primeiríssimo jogo, amistoso, contra o arquirrival Fernando, uma grande vitória por 6×3! É verdade que Fernando estava comandando um time novo, fora de suas características preferidas, mas mesmo assim foram 6 gols. Depois, no torneio, mais 3 jogos. Uma derrota por 0×1, esperada depois da euforia da estréia ;-), e mais 2 vitórias por 3×1. A média de 3 gols por partida na noite de estréia está pra lá de ótima!

O time se mostrou muito preciso nos chutes e com ótimo deslize nas mesas. Além de ter ficado lindão com a camisa e a escalação da Copa de 1982.

A primeira prova de fogo da equipe vai ser no 2º Torneio do Terraço Shopping, que será realiado na próxima semana. Não precisa dizer que a seleção já está escalada como titular, né?!

Cruzeiro de 1966 a 1976

15 de agosto de 2009

Atualizado em 15/8/2009

Já está no CT da Toca dos Leões, à disposição da diretoria para entrar em campo, o timaço do Cruzeiro de Tostão e Palinha! A equipe já está pronta há algum tempo, mas ainda não teve a oportunidade de entrar em campo. Assim que o Santos de Pelé e o Botafogo de Garrincha estiverem prontos, pode ser que role um quadrandular histórico entre essas 3 e mais o Mengo de Zico, Leandro e Júnior ;-)

Cruzeiro E.C.
Campeão da Taça Brasil e da Libertadores
1966 a 1976


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Sempre tive uma simpatia pelo Cruzeiro e sempre quis fazer o “Cruzeiro de Tostão”, que fez frente a ao Santos de Pelé, o qual derrotou por 6×2 na final da Taça Brasil de 66. Só que também houve o “Cruzeiro de Palhinha”, equipe oriunda do mesmo trabalho que iniciou na década de 60 e culminou com a conquista da Taça Libertadores da América em 1976. Resolvi, então, fazer uma seleção daquelas duas equipes, que, acho, ficou um timaço. Por favor, desculpem possíveis aberrações na escalação ou numeração das camisas, mas não sou nenhum expert. Podem corrigir à vontade ;-)

A escalação do Cruzeiro de 66 era: Raul; Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Piazza e Dirceu Lopes; Evaldo, Natal, Tostão e Hilton Oliveira. A do Cruzeiro de 76 era: Raul; Nelinho, Morais, Darci Menezes e Vanderlei; Zé Carlos, Piazza e Eduardo; Jairzinho, Palhinha e Joãozinho.

Minha seleção ficou assim: Raul 1; Nelinho 2, Morais 3, Procóprio 4 e Neco 6; Piazza 5 e Dirceu Lopes 8; Jairzinho 7, Tostão 9, Palhinha 10 e Hilton Oliveira 11. Reservas: Evaldo 14, Natal 15, Eduardo 16, Joãozinho 17, Darci Menezes 18.

Esse tem todos os botões com 55mm de diâmetro, 5mm de altura, bainha 17º e liso embaixo.

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Estréia com troféu

3 de agosto de 2009


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Na quinta feira passada, entrou em campo o novo time do Mengo, com uniforme e escalação da equipe que conquistou o primeiro tricampeonato carioca para o Flamengo, entre 1942 e 1944. O time ficou muito bom, muito preciso e muito bonito. Não havia previsão de estréia em torneios oficiais, mas no último domingo, quando aconteceu o 6º Torneio Dadinho de 2009 do Bola Quadrada, depois de um início desastroso do glorioso Manto Sagrado, a equipe foi chamada a campo. A idéia era que se não era possível vencer, então seria necessário se divertir ;-)

E não é que a diversão deu certo?! Numa grande recuperação, e com a ajuda dos adversários, a equipe se recuperou e conseguiu a classificação para as finais, assumindo o 4º lugar no sufoco, na última rodada. E acabou conquistando o troféu de 3º colocado, o primeiro do ano para as equipes da Toca dos Leões.

E vem aí a Seleção Brasileira de 82, que foi feita junto com o Flamengo, exatamente com as mesmas características, já está pronta, esperando somente o polimento final.

Campeões candangos em vidrilha

27 de julho de 2009


CFZ-DF, Guará, Brasília, Taguatinga, Sobradinho e Tiradentes – Clique para ampliar

Finalmente estão prontos os outros 5 campeões brasilienses da era profissional do glorioso futebol de Brasília :-) Juntam-se aos gloriosos Brasiliense, Gama e Brasília, os maiores vencedores do DF e que foram montados nas vidrilhas da primeira remessa recebida. Agora tenho todos os 8 campeões profissionais (***) candangos.

Os títulos:
Brasília – 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984, 1987
Gama – 1979, 1990, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2003
Taguatinga – 1981, 1989, 1991, 1992, 1993
Sobradinho – 1985, 1986
Tiradentes – 1988
Guará – 1996
CFZ-DF – 2002
Brasiliense – 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009

(***) O Rabello foi tricampeão de 1964 a 1966, num período em que se tentou implantar o futebol profissional no DF. Resolvi deixá-lo de fora porque de fato o futebol profissional só começou por aqui uma década mais tarde, além da falta de imagens inclusive do escudo do time. Quem sabe, numa próxima remessa de lentes, sai o Rabello e os outros campeões amadores?…

Em breve será realizado no CT da Toca dos Leões, a casa do Manto Sagrado, a Primeira Copa dos Campeões Candangos com Vidrilhas. Torneio que reunirá 8 técnicos convidados, será disputado provavelmente em 2 grupos de 4, usando 2 mesas médias (1,5 metro), usando dadinho como bola, regras “especiais” e os clássicos goleiros de caixas de fósforos ;-)

Em tempo, eu quero, eu preciso “contratar” o Brasília de 1977, confeccionado pelo Vitor. Impagável! Cada figuraça!


CEUB – Clique para ampliar

Aos campeões profissionais se junta também o “tradicional” CEUB, campeão candango em 1973, onde jogou Fio Maravilha na década de 70. O time ficou lindo com o escudo criado pelo Marcos VP.

A primeira vez que fui a um estádio de futebol foi aos 9 anos de idade, em 1975, para assistir a um CEUB x Flamengo no Pelezão. O time da minha terra contra o do coração ;-) De um lado Fio Maravilha. Do outro Zico, Geraldo, Júnior, Doval, eita… Placar final 0×1 Mengo. Me lembro até hoje da sensação que senti ao ver as cores do Manto Sagrado do Mengão brilhando à luz dos refletores!

Pensando bem, acho que vou ter que fazer os dois times, com as escalações do jogo, um jogo histórico para mim ;-)

Pratas da Casa

14 de julho de 2009

Finalmente está montada a primeira escalação do Pratas da Casa, time constituído exclusivamente de botões de resina, a maioria mesclado em cores diferentes.

Quatro deles, os menores, foram feitos com as características da regra gaúcha, com 45mm de diâmetro, 6mm de altura, trilho de 3mm e bainha com 8º. Já sei que jogam muito bem com dadinho, mas quero experimentar uns toques e chutes ao gol com o “disco dupla face” deles.

A estréia deverá ser na próxima quinta-feira, no Bola Quadrada.

Enquete para as 2 últimas vagas

14 de julho de 2009

O Novo Manto Sagrado finalmente chegou em sua formação definitiva:

Goleiros: 1 – Cantarele; Raul e Juninho (???). Cantarele (no meio na foto) é o goleiro para os jogos comemorativos e amistosos. Raul (à direita na foto) é o goleiro oficial para competições. Mas Juninho (à esquerda na foto) é o goleiro preferido para jogos importantes, contratado diretamente do Gama-DF de 2007, barrou o milésimo gol de Romário e por isso recebeu a honra de jogar nesse timaço ;-)

Defesa – diâmetro 60mm, altura 6mm, bainha 15º: 2 – Leandro; 3 – Domingos da Guia; 4 – Rondinelli; 5 – Andrade; 6 – Júnior; 14 – Dequinha.

Ataque – diâmetro 57mm, altura 6mm, bainha 15º: 7 – Joel; 8 – Dida; 9 – Rubens; 10 – Zico; 11 – Zagallo; 16 – Zizinho; 17 – Leônidas da Silva; 18 – Pirilo; 19 – Nunes.

Ataque leve – diâmetro 55mm, altura 5mm, bainha 15º: 15 – Adílio; 20 – Evaristo; 21 – Doval; 22 – Henrique.

O 13 e o 23 estão reservados para Mozer e Juan, respectivamente, quando forem feitos os becões, com 8mm de altura.

E ainda existem 2 vagas para atacantes leves, os números 24 e 25. Aceito sugestões aí nos comentários. Só adianto algumas coisas. É preciso que os eleitos tenham honrado o Manto Sagrado e NUNCA se voltado contra ele. Não significa que não possam ter jogado contra, mas que nunca o tenham traído. Daí que Romário, Bebeto e Renato Gaúcho, por exemplo, não entram nesse time.

Possíveis nomes para vestirem as camisas são Cláudio Adão e Geraldo, mas aceito sugestões.


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