Série Seleções Campeãs Mundiais – Uruguai de 1930

11 de novembro de 2011

Iniciei a publicação dessa série há mais de 1 ano, mas fiquei só no primeiro post. Chegou a hora de completar, afinal, finalmente os times ficaram prontos. Em vidrilhas. Deve rolar o 1º Mundialito com Vidrilhas em breve ;-)

A série conta com um representante de cada uma das seleções campeãs mundiais, mais a Hungria de 54 e a Holanda de 74, duas seleções daquelas consideradas “melhores do mundo que não levaram a Copa do Mundo”. A Seleção Brasileira de 1982 poderia facilmente ser convidada, mas temos bastante gente boa que levou o caneco, então seremos muito bem representados, claro, pela Seleção de 1970.

O primeiro time a ser apresentado é a seleção uruguaia de 1930, os primeiros campeões mundiais de futebol. Para a Celeste Olímpica eu fiz os dois uniformes utilizados naquela Copa, porque achei o número dois também muito bacana. Os escudinhos e um curto texto sobre a equipe já foram publicados há tempos.

A escalação, com os jogadores que atuaram na final:
1 – Enrique Ballesteros,
2 – José Andrade,
3 – Ernesto Mascheroni,
4 – José Nasazzi,
5 – Lorenzo Fernandez,
6 – Álvaro Gestido,
7 – Victoriano Iriarte,
8 – Hector Scarano,
9 – Hector Castro,
10 – José Pedro Cea,
11 – Pablo Dorato;
na reserva:
12 – Juan Anselmo,
13 – Pedro Petrone.


Problemas no formulário de contato

24 de julho de 2011

A quem possa interessar, o formulário de contato do site estava com um problema e, mesmo informando que a mensagem havia sido enviada, eu não estava recebendo nenhuma, provavelmente desde o início do ano. Quem ficou sem resposta, por favor, me desculpe. Caso ainda haja interesse, pode reenviar a mensagem.

O mesmo estava acontecendo com as notificações sobre comentários feitos nos posts.

Ambos os problemas já estão corrigidos.

Os 12 de Ouro

23 de julho de 2011


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Este é um time que tenho planejado desde a minha volta à pratica do futebol de botão, lá pelos idos de 2005. A equipe é composta pelo maior ídolo da história de cada um dos 12 maiores clubes brasileiros. Como “maiores” entendam os de maior torcida. Além deles, foi convidado especialmente o mestre Telê Santana, para atuar na linha com a camisa 80, em referência à década de suas passagens pela Seleção Brasileira.

Como os craques não foram escolhidos por posição, o time foi feito com todos os botões idênticos, com 58mm de diâmetro e 6mm de altura, onde todos jogarão sem posição fixa, numa espécie de Carrossel Brasileiro.

A escalação é a seguinte: Rogério Ceni (São Paulo) 1, Tostão (Cruzeiro) 2, Renato (Grêmio) 3, Ademir da Guia (Palmeiras) 4, Falcão (Internacional) 5, Sócrates (Corinthians) 6, Garrincha (Botafogo) 7, Zico (Flamengo) 8, Roberto Dinamite (Vasco da Gama) 9, Pelé (Santos) 10, Rivelino (Fluminense) 11, Reinaldo (Atlético Mineiro) 12 e Telê (Seleção Brasileira) 80.

É claro que essa é a minha visão (e de boa parte de meus contemporâneos) de “maiores ídolos” desses clubes. Possivelmente os torcedores mais novos discordem. Mas como EU sou o técnico, me dou ao direito de escalar o time de minha preferência ;-)

Que venham os adversários… se tiverem coragem de encarar tantos craques…

Flamengo 2009

23 de julho de 2011

Depois de um longo e tenebroso inverno, mais de 1 ano sem a produção de um time sequer em acrílico, estão disponíveis no CT da Toca dos Leões dois novos reforços para os torneios de 2011. Talvez ainda dê tempo de salvar a temporada no Bola Quadrada ;-)


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Este é o Flamengo Campeão Brasileiro de 2009. Fiz a arte lembrando as costas das camisas da OLK, usadas no final da temporada. Tenho os escudos com a escalação completa dos jogadores que atuaram durante o ano, mas fiz o time com os 12 que eram mais do MEU agrado. Afinal, como técnico, escalo o time como bem entendo. O jogo de escudos publicado, vem com uma escalação um pouco diferente, com os 12 jogadores considerados mais efetivos na campanha. Mais tarde publico a cartela completa.

Meu time de botão vem escalado com: Bruno 1; Léo Moura 2, David 40, Ronaldo Angelim 4 e Juan 6; Maldonado 13 e Williams 8; Ibson 7, Adriano 10, Petkovic 43 e Emerson 11. Os reservas são Toró 21 e Kléberson 15.

Espero que esse escrete me dê tantas alegrias quantas deu à grande e feliz Nação Rubro Negra :-)

O time foi feito com os escudos colados em uma cava rasa. Pretendo resiná-los em breve, juntamente com a promessa antiga de resina do Manto Sagrado.

Barcelona, campeão dos campeões da UEFA

3 de julho de 2011

Dizem que é uma das melhores equipes da história do futebol. Deve ser mesmo. Joga solta e bonito, muito entrosada, como toda grande equipe deve jogar. Tá ganhando tudo e será páreo duro para o Santos no final do ano. O embate acontecerá, claro, se nenhum Mazembe da vida resolver aprontar novamente ;-)

Aí estão, seguindo o padrão que utilizei com o Santos, três conjuntos de escudos para o Barcelona Campeão da Liga dos Campeões da UEFA 2011. O primeiro com a camisa oficial, o mais fiel possível. O segundo representando as costas da camisa e um terceiro (ao lado) alternativo.

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Barcelona 2011 – 1 (camisa oficial)
Barcelona 2011 – 2 (camisa alternativa)
Barcelona 2011 – 3 (costas da camisa)

No final do ano, lanço o do Campeão Mundial.

Agora quem dá bola é o Santos

1 de julho de 2011

Bem, seguem os escudinhos do Santos, Campeão da Libertadores da América de 2011 e que, muito provavelmente, enfrentará o Barcelona em novembro, no Japão. Acho que será um confronto e tanto e que a turma do Neymar certamente vai aprontar pra cima da turma do Messi ;-)

Os dois primeiros conjuntos refletem com a maior fidelidade que consegui a frente e as costas da camisa usada na final. Os outros dois são variações da camisa, pra quem não curte os patrocínios ocupando todo o espaço.

Arquivos para impressão:
Santos 2011 – 1 (camisa oficial)
Santos 2011 – 2 (costas da camisa)
Santos 2011 – 3 (camisa só com o Seára)
Santos 2011 – 4 (camisa sem patrocínio)

É o Pet, é o Cara

28 de junho de 2011

Queria ter escrito este texto logo após a despedida oficial do Pet do Mengão, mas acabou ficando para agora. Antes tarde do que nunca!

Mesmo antes do jogo, fiquei muito feliz pelo Mengo ter feito a despedida dele em um jogo oficial de Campeonato Brasileiro, o maior e mais foda campeonato de futebol do planeta. Demonstrou um grande respeito pelo cara. Muitas pessoas falavam que era um absurdo, que o Brasileirão era coisa séria, que não se podia fazer festa assim. Muitos outros achavam até que ele não merecia nem despedida, porque era arrogante (até concordo), encrenqueiro e que nunca teria feito nada de realmente importante pelo clube.

Bem, vamos lá, começando pelo final. Se um Campeonato Brasileiro não é algo importante, então preciso rever meus conceitos. Não que o Gringo tenha sido o único responsável pelo título de 2009, que tenha levado a equipe nas costas. Não, claro que não, mas foi certamente uma das peças fundamentais para a conquista. Os golaços que ele fez, a armação das jogadas e o comando da equipe deram muita moral para todos. Outro feito, “O Gol do Pet”, inesquecível! Apenas um Campeonato Carioca “sem importância”?! Só louco pra ver assim. Foi um TRI, fazendo do maior rival TRI-VICE, com um gol antológico quase no fim da partida e com uma equipe que vinha completamente desacreditada antes da final. Meu amigo, se aquele gol não lavou a alma de algum rubro-negro, se não fez algum de nós pular e gritar euforicamente, então muda de time. Claro que ninguém se torna ídolo por um gol, mas AQUELE gol é um ícone, um marco histórico no futebol do Mengão, assim como o é o “Gol do Rondi”, por coincidência (ou não), também em cima do Bacalhau, numa situação muito parecida.

Além do mais, o Pet foi um dos poucos jogadores, pelo menos dos decisivos, que eu tenho visto em muito, mas muito tempo, honrando o Manto Sagrado como o torcedor quer ver. E essa imagem aí em cima, na explosão do gol, mostra bem isso, na minha opinião.

Esse escudo faz parte de um jogo de escudos que fiz para um time meu, no ano passado, mas que ainda não se materializou, o que espero que aconteça em breve. Infelizmente, não vou publicá-los aqui ainda, porque são exclusivos e quero ser o primeirão ;-)

Valeu, Pet!

Piloto e Cruzeiro – DF

18 de junho de 2011

A seguir, os distintivos de mais dois clubes dos primórdios do futebol brasiliense, quando nem registros decentes eram feitos sobre os clubes. Estou pegando carona na pesquisa do Zé Ricardo e recuperando alguns dos distintivos daquela época, para, obviamente, usar em meus (futuros) times de botão.

Piloto Atlético Clube

O Piloto Atlético Clube foi fundado em 1967 e se filiou à Federação Desportiva de Brasília em 1969. Apesar de já ter surgido na era do profissionalismo, só disputou torneios amadores. Disputou os campeonatos de 69 a 72 e se desfiliou da Federação em 1973.

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Cruzeiro Esporte Clube

O Cruzeiro Esporte Clube foi criado em 1976 com o nome de Flamengo Esporte Clube (distintivo de baixo), na cidade satélite do Cruzeiro. O nome foi dado pois a diretoria achava que ele traria mais visibilitade ao clube em todo o DF. Porém foi utilizado durante apenas 2 turnos do Campeonato Metropolitano daquele ano. No terceiro turno já se apresentou com o nome “definitivo” de Cruzeiro Esporte Clube. A mudança foi feita principalmente por solicitação da Federação Metropolitana de Futebol, que gostaria que cada cidade satélite tivesse um representante com seu nome no futebol do DF.

A vida do time foi curta. Ficou na última colocação do Campeonato Metropolitano de 1976, com 1 vitória, 2 empates e 11 derrotas. Em 1977 nem chegou a participar do campeonato oficial, por problemas na administração e acabou encerrando suas atividades em 1978.

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Defelê Futebol Clube – DF

18 de junho de 2011


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Como eu não pude resistir, aí vão logo dois conjuntos de escudo do Defelê, o primeiro dos grandes clubes candangos, para compor com o do Rabello, publicado anteriormente. Esses dois times dominaram a cena do futebol brasiliense em sua primeira década, tendo cada um conquistado 4 títulos nesse período, que mesclou fases de profissionalismo e amadorismo.

Este primeiro conjunto representa a camisa e a escalação dos campeões metropolitanos de 1960, título que deu início ao primeiro tri-campeonato da história do futebol candango. O time vinha formado com Matil, Zé Paulo, Euclides, Loureiro e Oswaldo; Pedrinho e Vitinho; Ramiro, Ely, Fino e Raimundinho.



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O segundo conjunto representa a equipe que levou o caneco candango em 1968. O último título da Companhia de Força e Luz, que disputou seu último campeonato em 1970. O time era formado por Helinho, Paulista, Sir Pires, Décio e Wilson; Alaor Capella e Invasão; Sabarazinho, Fernandinho, Walter e Zé Grilo.

Era uma época em que o futebol vivia sua fase “romântica” em solos candangos. Parecem ter sido tempos bem interessantes. Mesmo o futebol candango não tendo expressão nacional, aqueles foram anos de muita novidade na vida de todos os moradores daqui. A cidade era recém inaugurada, todos os habitantes ainda estavam se adaptando a mudanças radicais em suas vidas. Uma das formas de lazer era o futebol e assim foram formados a maioria dos primeiros clubes, sempre por funcionários de alguma das novas empresas da capital nacional.

Nasci em Brasília em 1966 e ainda hoje sinto falta de não ter presenciado esse início da história. Talvez por isso esteja tão empolgado com esses primeiros clubes ;-)


Rabello – DF – Camisa

10 de junho de 2011


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Depois da última repaginação do distintivo do Rabello, resolvi montar esse conjunto de escudos com a camisa do time, o primeiro campeão de futebol profissional do DF.

Este conjunto representa a equipe que disputou a final do campeonato de 1967, quando se sagrou tetra-campeão candango, tri-campeão profissional. O time vinha escalado com Paulo Roberto, Didi, Luiz, Pelé e Sérgio; Zé Maria e João Dutra; Zezé, Luizinho, Cid e Wilson. Coloquei ainda no “banco” os craques Sabará e Sinval.

Grande contribuição do Zé Ricardo. Depois de conversas com ele, resolvemos iniciar uma série de escudos com as camisas dos campeões brasilienses, começando pelos mais antigões. Estou querendo fazer em seguida o Defelê, que fazia com o Rabello o grande clássico candango da época.


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