Hungria de 54 e Holanda de 74

1 de maio de 2012

Puts, mais de 3 meses sem nenhuma publicação! Um recorde desde que o blog foi inaugurado. Voltando à ativa, vou publicar dois conjuntos de escudos que já havia prometido para algumas pessoas logo após a realização do 1º Mundialito com Vidrilhas.

Duas seleções que, sentimento unânime, “deveriam” ter vencido as Copas de 54 e 74, Hungria e Holanda, respectivamente. Duas seleções que marcaram época e que, junto ao Brasil de 82, são daquelas consideradas fantásticas, as melhores de suas copas, mas que ficaram sem a taça, simplesmente porque os Deuses do Futebol assim desejaram, sabe-se lá porque.

Essas duas foram convidadas mais que especiais a se juntarem às oito seleções dos países que já foram campeões mundiais e que disputaram o 1º Mundialito de Futebol com Vidrilhas, em janeiro de 2012.


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Arquivo para impressão (uniforme 2)

A Hungria, de futebol fortíssimo na primeira metade do século 20, acabou ficando sem a taça em sua história e hoje não existe nenhuma perspectiva de que possa brigar por ela novamente.

Para ela fiz os dois uniformes utilizados, porque são ambos muito bacanas. Os botões ficaram lindões!

A escalação, com os jogadores que mais atuaram na copa: 1 – Gyula Grosics, 2 – Jeno Buzanszky, 3 – Gyula Lorant, 4 – Mihaly Lantos, 5 – Jozsef Boszik, 6 – Jozsef Zakarias, 7 – Jozsef Toth, 8 – Sandor Kocsis, 9 – Nandor Hidegkuti, 10 – Ferenc Puskas, 11 – Zoltan Czibor; e os reservas 16 – Laszlo Budai, 20 – Mihaly Toth.


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A Holanda, sempre favorita na teoria, desde o Carrossel Holandês, ficou no quase por 3 vezes. Em 74 tinha um seleção que encantou o mundo e surpreendentemente perdeu a final para a Alemanha de Gerd Muller. Em 78, ainda com uma equipe muito forte, perdeu a final para a Argentina, lá na Argentina, em uma final com diversos lances duvidosos, em uma Copa com diversas situações duvidosas, onde “forças ocultas” parecem ter atuado eficientemente para garantir a vitória aos donos da casa. E em 2010, com uma equipe forte, mas que na minha opinião era mais forte mesmo na pancada, perdeu a final para a Espanha, outra que já estava na fila há tempos.

A escalação, com os jogadores que mais atuaram na Copa: 8 – Jan Jongbloed, 2 – Arie Haan, 12 – Ruud Krol, 17 – Wim Rijsbergen, 20 – Wim Suurbier, 3 – Win Van Hanegem, 6 – Wim Jansen, 13 – Johan Neeskens, 14 – Johan Cruyff, 15 – Rob Rensenbrink, 16 – Johnny Rep; e os reservas 7 – Theo De Jong, 10 – Rene Van De Kerkhof.

Grandes Flamengos

25 de setembro de 2008

Há muito tempo tenho um “projeto” de fazer pra mim as maiores (ou mais gloriosas) equipes que o Mengo já teve. A primeira, claro, foi a de 1981. Desta, fiz várias versões, para várias pessoas diferentes. Já fiz também o Manto Sagrado, uma seleção de grandes craques do Mengão em todos os tempos. Agora estou começando a colocar em prática pra valer esse projeto. As artes das próximas equipes já estão prontas.

CR Flamengo
Tri-campeão carioca
1942 a 1944


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Essa é uma seleção das equipes base que conquistaram o primeiro tri-carioca do Mengo. Uma equipe que contava com craques como Domingos da Guia, Zizinho, Silvio Pirillo e Vevé. O goleirão era o Jurandir, que talvez também ganhe uma versão no time de botão.

A escalação final ficou assim: 4 Domingos da Guia, 5 Quirino, 2 Biguá e 3 Newton; 6 Jayme, 8 Perácio, 10 Zizinho e 7 Jacy; 9 Pirillo e 11 Vevê. Os reservas: 12 Artigas, 13 Valido, 14 Nandinho e 15 Bria.

Claro que nunca vi nenhum deles jogando, mas só de ler as histórias já dá água na boca! Tempo bão :-)

Algumas referências para a motagem dos times:
Flapédia
Museu dos esportes
Revista Tributo Esportivo – Times Inesquecíveis


CR Flamengo
Tri-campeão carioca
1953 a 1955


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Essa outra é uma seleção das equipes base que conquistaram o segundo tri-carioca do Mengão. Contava com craques como Dequinha, Joel, Zagallo e o ídolo de ninguém menos que Zico, Dida. Essa equipe era uma máquina de fazer gols. Durante os três torneios cariocas, marcou 228 gols em 84 jogos, numa média de 2,71 gols por jogo. Espero que repita o mesmo nas mesas ;-)

A escalação final ficou: 3 Pavão, 2 Servilio, 4 Tomires e 5 Dequinha; 6 Jordan, 7 Joel e 9 Paulinho; 8 Índio, 10 Dida e 11 Zagallo. Os reservas: 12 Jadir, 13 Rubens, 14 Benitez, 15 Esquerdinha e 16 Evaristo.

O bom daquele tempo era que a equipe base ficava praticamente inalterada durante anos. Bons tempos, aqueles! Tempos em que conhecíamos o time e sabíamos que pouco mudaria para a temporada seguinte. Tempos em que cada grande clube do país tinha 3, 4, 5 ou mais grandes craques juntos numa mesma equipe.

A sequir a equipe do tri-carioca de 78 a 79 (incluindo o especial) e a do Brasileiro de 1987. Mais água na boca ;-)

Atualização (27/4/9): goleiro e fontes dos números agora no estilo da época.


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