Flamengo de 2009 (mais um)

16 de maio de 2012


Arquivo para impressão (15×21)

Fiz esses escudos no início de 2010, mas até agora não tinha tido a oportunidade de montar em um time. Nas vidrilhas tradicionais, de 45mm de diâmetro, ficaram muito pequenos. Com a encomenda recente das vidrilhas de 55mm (veja a diferença), do Sérgio, finalmente o time saiu!

Este time é composto pelos meus jogadores preferidos (alguns que menos desgostava) da campanha do título brasileiro: 1 – Bruno; 2 – Léo Moura; 4 – Ronaldo Angelin; 6 – Juan; 7 – Ibson; 8 – Williams; 10 – Adriano; 11 – Emerson; 13 – Maldonado; 14 – Álvaro; 21 – Toró; 26 – Zé Roberto; 43 – Petkovic.

Quanto às vidrilhas de 55mm, não são tão boas quanto as de 45mm que o próprio Sérgio vende. Achei meio mal acabadas. A superfície da parte de dentro não é muito regular, o que dificulta colar os escudos sem marcas. Mas os times ficam lindões! Para coleção, ou para brincar sem expectativa de muita precisão nos chutes, estão valendo.


1ª Copa dos Campeões Brasileiros com Vidrilhas

2 de setembro de 2010

No último domingo, dia 29/8, foi realizada a 1ª Copa dos Campeões Brasileiros com Vidrilhas. O torneio contou com a presença de 16 dos clubes que já se sagraram campeões brasileiros. Infelizmente, momentos antes da competição, o Coritiba desistiu da participação, alegando que forças ocultas o impediam de contratar um técnico com capacidade técnica compatível com o evento.


Em pé: André, Sylvio, Marcus e Pedro.
Agachados: Hamilton, Bruno e Maurício

Compareceram ao torneio os técnicos André, Bruno, Hamilton, Marcus, Pedro, Sylvio e o Maurício, que acaba de voltar de uma temporada de 2 anos nos EUA e já está a todo vapor no botonismo Brasiliense. Os 7 técnicos, depois de um sério e meticuloso processo de contratação, foram distribuídos entre as equipes, ficando cada um responsável por dirigir duas delas. Além disso, Grêmio e Corinthians, sem conseguir contratar seus técnicos, ficaram sob a responsabilidade de um colegiado de técnicos, que se revesariam a cada rodada.


Técnicos disputam no “zerinho ou um” a chance de comandar o Corinthians na primeira rodada

O torneio foi realizado no formato de “copa”, mata-mata, com confrontos “eliminatórios” a cada rodada. Bem, eliminatórios, mas nem tanto. Os vencedores continuam disputando posições superiores, mas os perdedores também continuam disputando as posições inferiores, até o final. O importante é jogar ;-)

A primeira rodada foi animada e disputada, com algumas equipes de destacando, outras se iludindo ;-) O Bugre, depois de uma vitória por 2×0, já se considerava favorito ao título, Mengão e Inter já avisavam que reeditariam a final do BRASILEIRO (também conhecido por Copa União) de 1987, Sport, mordido por essa declaração e gritando que ELES eram os verdadeiros campeões brasileiros de 87, jurava vingança (e processo). O Cruzeiro criou uma grande expectativa de favoritismo, após um jogo sensacional com o Vasco, quando após estar vencendo por 3×1, viu o rival empatar e ainda teve fôlego para sacramentar a vitória por 4×3. Outro a se destacar foi o Atlético Paranaense, com uma vitória por 3×1 sobre o São Paulo. Alias, os são-paulinos sentiam a fúria dos Deuses do Futebol, que não admitem heresias e aparentemente castigavam o time, após a declaração infeliz do técnico tricolor paulista, que, ao conhecer o escrete que comandaria, perguntou: “quem é esse Zeti???”. Também passaram adiante, na luta pelo título, Santos, que venceu o Bahia por 1×0 e Grêmio, que venceu o Fluminense por 3×0.

Na segunda fase, o Mengão dos sonhos venceu o Guarani 4×2, com uma participação brilhante de Adílio; o Atlético Paranaense, mantendo regularidade e eficiência, despachou o Cruzeiro por 3×2; o Inter despachou o Santos por 2×1; e o Sport, mostrando grande determinação em cumprir sua promessa, detonou o Grêmio por 5×3, em um jogo sensacional.

Aí vieram as semifinais. Na disputa pelo título, Flamengo e Atlético Paranaense fizeram um jogo duríssimo, com o Atlético saindo na frente, chegando a estar vencendo por 2×1. Mas o Mengão, numa reação comandada por Leandro, com um golaço do meio da rua, fecha a fatura em 3×2. Delírio da massa rubro-negra. No outro jogo, Inter e Sport. O ímpeto do Leão da Ilha foi contido pelo centro-avante do Colorado, o camisa nove Dario, que marcou 3 dos 4 gols da vitória por 4×1. Estava sacramentado: a final seria uma reedição da final da Copa União de 87.


Inter e Mengo alinhados antes do início da partida final


Sport e Atlético PR alinhados antes do início da partida final

Na grande final, o Inter jogou muito, mas aí brilharam as estrelas de 2 craques que momentos antes haviam sido menosprezados pelo técnico colorado. Cantareli fechou o gol, foi o nome de jogo e Nunes, o Artilheiro das Decisões, sacramentou a vitória por 2×1 e o título para o Mais Querido, com um golaço no final da partida. É FESTA NA FAVELA :-)


Mengo campeão da 1ª Copa dos Campeões Brasileiros

Há de se destacar também, a campanha do Guarani, que depois de ser derrotado pelo Mengão, o que não é nenhuma vergonha, destroçou Cruzeiro e Santos, por 4×2 e 5×1, respectivamente, ficando com a 5ª colocação. Aliás, rola a suspeita de que nesse último jogo ele teria marcado 6 gols, mas um deles não tendo sido anotado em súmula, numa falha grosseira de… alguém.

Seguem algumas curiosidades e números sobre o torneio:


Careca, camisa 9 do Guarani, o artilheiro da Copa

Artilheiro: com 6 gols, Careca, 9 do Guarani, comandado pelo Bruno. Vale ressaltar que o Palhinha, que jogou com a camisa 10 tanto pelo Cruzeiro, quanto pelo Atlético MG, também marcou 6 gols, 3 por cada uma dessas equipes.

Melhor ataque: com 13 gols (ou 14), Guarani, comandado pelo Bruno.

Melhor defesa: com 3 gols sofridos, Palmeiras, comandado pelo André e Corinthians, comandado pelo comitê técnico formado por Sylvio, Maurício, Hamilton e André.

Jogo mais emocionante: Cruzeiro 4 x 3 Vasco, pela primeira fase. O Cruzeiro vencia por 3×1, o Vasco empatou e o Cruzeiro fez o gol da vitória no finalzinho. Jogão!

Jogos com mais gols (8): Sport 5 x 3 Grêmio, pela segunda fase e Bahia 4 x 4 Atlético MG, pelas semi-finais. Dois jogões!

Maior goleada: Guarani 5 x 1 Santos. Rola pelos bastidores a dúvida sobre o Guarani ter feito 6 gols, tendo ficado um sem anotação na súmula. Testemunhas confirmam o fato.

Mais gols em uma mesma partida: Dario, camisa 9 do Inter, com 3 gols na goleada por 4×1 sobre o Sport, na semi-final pela disputa do 5º lugar.

Melhor técnico: Hamilton, que levou o Atlético Paranaense ao 3º lugar e o Santos ao 6º, e Maurício, que levou o Inter ao 2º lugar e o Cruzeiro ao 7º

Melhor equipe: MENGÃO, fuderosão! Nenhuma surpresa :-)

Interessante que não houve a situação de algum técnico ter colocado seus dois times em confronto direto. Fruto, claro, dos métodos extremamente científicos para a definição da tabela.

Interessante também que os 3 maiores artilheiros do torneio foram os camisas 9 de seus clubes, os centro-avantes fazendo seu trabalho. Os outros, com 3 gols, todos atacantes também. Isso mostra que jogador de time de botão tem personalidade própria. O técnico ajuda, mas craque, quando é craque, é craque e pronto ;-)

Durante e após o torneio, os técnicos, satisfeitos, já traçavam planos para novos eventos envolvendo times com vidrilhas. Muitos outros torneios desses estão por vir.

Tabela completa do torneio »

Aí abaixo muitas imagens dos jogos…

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Mais imagens...

GreNal

6 de fevereiro de 2010

De Falcão e Renato Gaúcho

Um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, uma das maiores rivalidades do futebol mundial, que praticamente divide em dois o Rio Grande do Sul, os escudinhos de Inter e Grêmio não poderiam deixar de ser publicados em dupla.

Internacional
1975/76


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Este é o time base do Inter, bi-campeão brasileiro em 75 e 76, quando também completou uma série de 8 títulos estaduais seguidos, desde 1969. Uma grande equipe, como tantas que existiam no Brasil naquela época e uma das quais eu mais me lembro dos tempos em que comecei a acompanhar o futebol. Uma equipe que esteve entre os cinco primeiros colocados de 71 a 74, os quatro primeiros Campeonatos Brasileiros. Uma defesa eficiente, que durante o título brasileiro de 75 só levou 12 gols em 30 jogos. Ataque igualmente eficiente, que na campanha do título brasileiro de 76 marcou 59 gols em 23 jogos.

Ainda falta o goleirão Manga, que em breve deverá também estar estampado aí em cima.


Grêmio
1983


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Para equilibrar o confronto, segue a equipe do Grêmio campeã mundial em 1983. Um timaço que enfrentou literalmente uma batalha para conquistar a Libertadores. Naquela época, só apanhando muito, literalmente, para levantar a taça. Foi assim com o Mengo em 81 e foi assim com o Grêmio, que apanhou muito fisicamente, enquanto surrava os adversários com a bola. Me lembro demais do bolão que jogou o Renato naquela final com o Hamburgo.

Um dia, distante ou não, essas duas grandes equipes serão cunhadas em acrílico para a minha coleção particular.


Flamengo Hexacampeão Brasileiro!!!

6 de dezembro de 2009

Pronto, agora sim podemos soltar novamente o grito de CAMPEÃO!
Quanto tempo esperei por isso! Estou quase sem voz!


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Antes eu já havia tido a oportunidade de gritar 5 vezes CAMPEÃO BRASILEIRO, 1 vez CAMPEÃO DA LIBERTADORES e 1 vez CAMPEÃO MUNDIAL! Esses apenas os mais importantes. Só que esse jejum já durava muito tempo. Tanto que em alguns momentos eu já achava que não teria novamente essa chance nessa encarnação.

Só que de uns tempos pra cá essa possibilidade vinha amadurecendo, ano após ano. Uma copa do Brasil em 2006, que marcou o início de um grande trabalho no Mengo. Um sucesso que se confirma no Tri-Carioca de 2007 a 2009 e no abandono do “costume” dos anos anteriores de sempre brigar contra o rebaixamento. Passamos a freqüentar a parte de cima da tabela. Em 2007 um grande terceiro lugar no Brasileirão e a habilitação para a segunda participação consecutiva na libertadores. Em 2008 um grande início, quando passeou na primeira colocação até o final do primeiro turno, passado a tropeçar até finalizar em quinto. E agora, invertendo 2008, depois de um começo tímido, inicia no segundo turno uma arrancada sensacional, pulando da décima primeira colocação para o título.

Pra mim, tudo isso se deve a uma mudança de postura da diretoria, que procurou manter a base do time. Por 3 ou 4 anos tivemos uma base muito eficiente e muito estável, com Léo Moura, Juan, Ibson, Obina e Renato Augusto comandando o espetáculo Rubro-Negro. Em 2009, quando tudo parecia perdido com a saída de Ibson, Fábio Luciano, Renato Augusto e a falta de gols de Obina, chegaram Adriano, Pet e Maldonado, que deram nova confiança à equipe.

Mas de tudo o que aconteceu, na minha humilde opinião, o mais importante foi a efetivação do Andrade, grande Andrade, na direção técnica da equipe. Há quanto tempo eu queria ver um técnico RUBRO-NEGRO de fato comandando o time! Com tempo pra trabalhar e sem cartola atrapalhando. Um cara que conheceu, viveu e honrou o Flamengo, aquele Flamengo, o glorioso. Um cara nascido e criado no Flamengo, que não se vende, que chora nas vitórias e nas derrotas, não pelo seu cargo, mas pelo Manto Sagrado que veste. Andrade é O CARA deste título. E se já é um Ídolo eterno do Mengão, um dos Monstros Sagrados que vestiram o Manto, agora entra também para a galeria dos grandes técnicos que comandaram o maior time do mundo.


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E é óbvio que depois de tudo isso, este time sairá em breve em forma de botões, para esculacharem adversários pelas mesas de Brasília ;-)

AAAAAHHHH, EU TÔ MALUCOOOO!!!!

O time vem escalado com os titulares: Bruno (1), Léo Moura (2), Ronaldo Angelin (4), Álvaro (14) e Juan (6); Aírton (5), Ibson (7), Williams (8) e Petkovic (43); Zé Roberto (26) e Adriano (10).

Na reserva teremos: Dênis Marques (9), Maldonado (13), Kléberson (15), Fierro (16), Toró (21), Lenon (33), Éverton (19) e David (40).

Talvez ainda entrem os convidados: Fábio Luciano (3) e Obina (18), pelos serviços prestados nessa trajetória. Aliás, o Obina continuou servindo o flamengo, mesmo no Palmeiras ;-) Grande Obina! Espero que ele volte a fazer sucesso no Mengão.

E eu não poderia deixar o Andrade de fora. Vai entrar também em forma de palheta.

Este time deverá sair em acrílico preto, com bainha de 15 graus, para Dadinho e, quem sabe, não precise ser reeditado no final de 2010 depois de um possível título mundial ;-)

ATUALIZAÇÃO: (12/08/2010) Como está difícil sair times em acrílico, esse timaço foi feito antes em vidrilhas.

Saudações HEXA-RUBRO-NEGRAS!!!

O Maior de Todos!

22 de abril de 2009


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Pense num timaço! Esta Equipe é a mais forte candidata a substituir o Mengão 81 nas competições oficiais de dadinho. A maior equipe da história do Flamengo e uma das maiores da história do futebol mundial. Uma das coisas que deu gosto em montar essa Seleção do Mengo de 80 a 83 foi ver como pouca coisa mudou na equipe em 4 temporadas. Da equipe que disputou a Copa Toyota em 81, só 2 alterações entre os titulares: a entrada do Rondineli na no lugar do Figueiredo e do Júlio César, o Uri Geller, no lugar do Lico.

Como eram poucas as alterações na equipe, trouxe também, para reforçar o banco, algumas figuras de temporadas anteriores recentes, na década de 70. O grande Cláudio Adão e a figuraça do Luizinho Tombo, o cabeludão. Para o Cláudio Adão não são necessárias explicações. O cabeludo Luizinho porque o Mengo precisa dessas figuras “folclóricas”, que dão um astral diferente à equipe. Foi assim com ele e com Nunes, entre outros, e quase foi nos tempos atuais com Obina, se ele já não tivesse cansado de fazer gols ;-) Trouxe também, enviado diretamente dos campos de várzea do paraíso, o craque Geraldo, já comparado até com Pelé e que, diziam, seria melhor que Zico. Ele certamente teria feito parte desse timaço, caso não tivesse morrido tão antes da hora. Já que é pra sonhar, vamos sonhar direito ;-)

Foi o único time até agora que concebi com 2 goleiros. O Raul é necessário, porque foi o titular nas maiores glórias do Mengo, mas o Cantareli não poderia ficar de fora. Rubro-negro legítimo, de sangue, sempre esteve lá para defender nosso gol sempre que isso não fosse possível para o titular do momento, ou mesmo para assumir o papel de titular, quando não houvesse ninguém à sua altura para assumir a posição. Faz parte da minha “fomação” como rubro-negro e, se nunca ficará de fora de um “Flamengo de Todos os Tempos” que eu monte, também não poderia ficar de fora deste.

A equipe será montada com as mesmas medidas do Mengão 81. Atacantes com 55mm de diâmetro, defensores com 60mm, todos com 5mm de altura, bainha de 15º, retos em cima e lisos em baixo. Já estou sonhando com as alegrias que me dará nas mesas :-)

Atualização em 16/10/9: Para entender melhor o que era essa equipe, leiam a excelente história dos 3 primeiros títulos brasileiros do Mengão: 1980, 1982 e 1983

Um agradecimento especial ao amigo Marcos VP, do Escudinhos, que me forneceu as tão procuradas fontes dos números da Adidas. Valeu xará!

Campeão Brasileiro, sim senhor!!!

8 de outubro de 2008

CR Flamengo
Campeão Brasileiro
1987


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Continuando a série de Flamengos que eu quero ter na minha coleção, aí vai um timaço, Campeão Brasileiro de 1987. Como é? Sport o quê? Só um insano pra considerar outro que não o Mengão o legítimo e único campeão Brasileiro de 1987. Mas isso é uma outra história. Não muda em nada o timaço que está aí ao lado. Reparem bem que dos titulares somente o Ailton nunca foi convocado para a Seleção e dos outros apenas o Zé Carlos não foi titular da Canarinho. E olha que no “banco” ainda tem Aldair, Alcindo e o artilheiro das decisões, Nunes.

Esse time provavelmente será feito em uma base preta, já que os anteriores, aqueles dos 2 primeiros Tri Cariocas serão feitos um em base branca e outro em vermelha.

ATUALIZANDO: Depois das contribuições do Alex e do Bruno, está atualizada a nova escalação do time, agora com as numerações corretas das camisas. Valeu, amigos! Se quiserem conferir as outras também, a casa é de vocês ;-)

Atualização (27/4/9): goleiro com uniforme no estilo utilizado na época e fontes dos números agora fiéis aos números listrados da Adidas.


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