Defelê Futebol Clube – DF

18 de junho de 2011


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Como eu não pude resistir, aí vão logo dois conjuntos de escudo do Defelê, o primeiro dos grandes clubes candangos, para compor com o do Rabello, publicado anteriormente. Esses dois times dominaram a cena do futebol brasiliense em sua primeira década, tendo cada um conquistado 4 títulos nesse período, que mesclou fases de profissionalismo e amadorismo.

Este primeiro conjunto representa a camisa e a escalação dos campeões metropolitanos de 1960, título que deu início ao primeiro tri-campeonato da história do futebol candango. O time vinha formado com Matil, Zé Paulo, Euclides, Loureiro e Oswaldo; Pedrinho e Vitinho; Ramiro, Ely, Fino e Raimundinho.



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O segundo conjunto representa a equipe que levou o caneco candango em 1968. O último título da Companhia de Força e Luz, que disputou seu último campeonato em 1970. O time era formado por Helinho, Paulista, Sir Pires, Décio e Wilson; Alaor Capella e Invasão; Sabarazinho, Fernandinho, Walter e Zé Grilo.

Era uma época em que o futebol vivia sua fase “romântica” em solos candangos. Parecem ter sido tempos bem interessantes. Mesmo o futebol candango não tendo expressão nacional, aqueles foram anos de muita novidade na vida de todos os moradores daqui. A cidade era recém inaugurada, todos os habitantes ainda estavam se adaptando a mudanças radicais em suas vidas. Uma das formas de lazer era o futebol e assim foram formados a maioria dos primeiros clubes, sempre por funcionários de alguma das novas empresas da capital nacional.

Nasci em Brasília em 1966 e ainda hoje sinto falta de não ter presenciado esse início da história. Talvez por isso esteja tão empolgado com esses primeiros clubes ;-)


Rabello – DF – Camisa

10 de junho de 2011


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Depois da última repaginação do distintivo do Rabello, resolvi montar esse conjunto de escudos com a camisa do time, o primeiro campeão de futebol profissional do DF.

Este conjunto representa a equipe que disputou a final do campeonato de 1967, quando se sagrou tetra-campeão candango, tri-campeão profissional. O time vinha escalado com Paulo Roberto, Didi, Luiz, Pelé e Sérgio; Zé Maria e João Dutra; Zezé, Luizinho, Cid e Wilson. Coloquei ainda no “banco” os craques Sabará e Sinval.

Grande contribuição do Zé Ricardo. Depois de conversas com ele, resolvemos iniciar uma série de escudos com as camisas dos campeões brasilienses, começando pelos mais antigões. Estou querendo fazer em seguida o Defelê, que fazia com o Rabello o grande clássico candango da época.

Distintivos candangos

12 de maio de 2011

Como disse no texto anterior, acabei vetorizando um bocado dos escudos dos times de futebol que venceram alguma vez o Campeonato Brasiliense. Os últimos foram o do Rabello e agora o do Guanabara, um clube que já foi pedido, mas que, junto com o Pederneiras, não foi incluído na minha lista, porque foram campeões amadores em paralelo com um campeonato profissional. Como o amigo Zé Ricardo me pediu a vetorização deste distintivo, resolvi publicá-lo logo aqui também. Na verdade essa é uma prévia do escudo, que ainda vai ser conferido por ele. Já encontrei na internet uma versão diferente, semelhante ao do Mengo, mas imagino que tenha evoluído no curto tempo de vida do clube.

Associação Atlética Guanabara

O Guanabara foi fundado por torcedores do Flamengo do Rio, que vieram para Brasília na época da construção. Venceu campeonato amador de 1964, que foi disputado em paralelo com o profissional, vencido naquele ano pelo Rabello.


Seguem aqui todos os distintivos que eu vetorizei, nos formatos PNG, CDR e EPS:

CEUB
PNG
EPS
CDR
Coenge Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Clube Atlético Colombo
PNG
EPS
CDR
Associação Esportiva Cruzeiro do Sul
PNG
EPS
CDR
Defelê Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Associação Atlética Guanabara
PNG
EPS
CDR
Grêmio Esportivo Brasiliense
PNG
EPS
CDR
Pioneira Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Rabello Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Associação Atlética Serviço Gráfico
PNG
EPS
CDR

Rabello definitivo

12 de maio de 2011

Nos anos passados eu andei publicando escudos dos campeões candangos de futebol, além dos distintivos e uma curta história, primeiro dos campeões profissionais e depois dos campeões amadores.

Acontece que é bem complicado conseguir material sobre os primeiros times de Brasília. Raríssimo encontrar imagens de uniformes e distintivos, então, em alguns momentos, é preciso usar a imaginação para montar um escudo para botão ;-)

Muitos dos distintivos usados no site eu mesmo tive que vetorizar, usando como base imagens com péssima qualidade que encontrei na internet. Em post futuro vou disponibilizar todos para download.

Bem, um desses escudos, o do Rabello Futebol Clube, tem me dado algum trabalho e sofrido algumas reviravoltas. Originalmente, tinha publicado o escudo em amarelo e vermelho, com o escudo “da escavadeira”, que foi o que encontrei na internet. Depois recebi do Zé Ricardo, que possui um vasto acervo sobre o futebol brasileiro, a informação de que o uniforme deles era alvi-negro, como o do Botafogo do Rio. Mais tarde ainda, o Gilson deixou comentários e depois me explicou por e-mail que o escudo do Rabello era igual ao do Atlético Mineiro, mas com as cores invertidas, que foi quando inventei o escudo que estava publicado aqui até agora. Finalmente fez-se a luz e o Zé Ricardo me mandou provas cabais da verdadeira cara deste distintivo, vetorizei o hipopótamo-escavadeira e segue, então, o Rabello definitivo, com as cores do uniforme e distintivo usado em épocas longinquas ;-)

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Copa dos Campeões Candangos – 2010

27 de outubro de 2010


A praça de jogos, no Ninho do Periquito

No último domingo, dia 24 de outubro de 2010, foi realizada a segunda edição da Copa dos Campeões Candangos com Vidrilhas, com a estreia do Ceilândia, que conquistou seu primeiro título brasiliense (futebol de campo) neste ano. Infelizmente as equipes do Rabello e do Guará desistiram da disputa na última hora, alegando dificuldades de contratar técnicos em tempo para o torneio. Das equipes remanescentes, apenas CFZ-DF (defendendo o título) e Taguatinga (vice em 2009) mantiveram seus técnicos, Sylvio e Bruno, respectivamente. Entre as outras equipes rolou a famosa dança das cadeiras. A configuração final ficou assim:

Brasília (BRA): Marcus
Brasiliense (BRS): Daniel
Ceilândia (CEI): André
CFZ-DF (CFZ): Sylvio
Gama (GAM): Carlos
Sobradinho (SOB): Júnior
Taguatinga (TAG): Bruno
Tiradentes (TIR): Colegiado Técnico

O técnico do Tiradentes, Maurício, não pode comparecer para resolver questões pessoais, forçando o Tiradentes a ser comandado por um colegiado técnico, que se revezou no comando do time a cada rodada.

Diferentemente da primeira edição, este torneio foi realizado no formato todos contra todos, já que teríamos apenas 8 equipes na disputa. Para a edição de 2011 está prevista a participação, também, os campeões candangos da era amadora, que dobrará o número de equipes e levará a uma nova reformulação do formato da disputa. Também foi resolvido, em reunião técnica, que as equipes deverão contratar goleiros mais eficientes, já que os atuais de caixinha de fósforos não estão sendo páreo para os cracaços que estão jogando nos ataques das tradicionais equipes candangas.


Em detalhe a concentração do Brasília e o Centro de Computação do evento (a maquininha azul)

A disputa foi emocionante, com três equipes se alternando na liderança e outras três chegando à penúltima rodada ainda com chances de título. Nas três primeiras rodadas, foram definidos os patos da vez. O CFZ, que defendia o título, se agarra com unhas e dentes à lanterna, após três derrotas onde tomou 7 gols e marcou apenas 1. O Brasília, com um ataque um pouco melhor, 8 gols, mas tomando na sacola 13 gols, mais de 4 por partida, assume a vice lanterna, também com 3 derrotas.

Nas cabeças, o Taguatinga, do técnico falastrão Bruno, larga na ponta, disposto a acabar com a fama de vice do técnico, mas já na terceira rodada sofre o primeiro baque, caindo para terceiro, invertendo as posições com o Brasiliense, que vinha subindo a cada rodada. Quietinho, como quem não queria nada, vinha o Gama, do técnico estreante Carlos, acompanhando de perto a briga pela liderança.

As outras três equipes, Ceilândia, Tiradentes e Sobradinho, vinham oscilando ali pelo meio, alternando, bons, maus e péssimos resultados.

A partir da quarta rodada, o Brasília, mordido com a intensa torcida contra, a quem culpava pelos péssimos resultados iniciais, começou uma escalada vertiginosa rumo ao topo. Nessas duas rodadas, quarta e quinta, o Gama assumiu a liderança, sempre com Taguatinga, Brasiliense e Ceilândia fungando no cangote.

Após a quinta rodada, a duas somente do final, tínhamos sete, das oito equipes, ainda com chances matemáticas de conquistar o título. Quatro delas, Gama (11 pontos), Brasiliense (10 pontos), Taguatinga (9 pontos) e Ceilândia (9 pontos), lutavam com a faca nos dentes, todas com grandes chances de título e dependendo praticamente só de si. Correndo por fora vinham Brasília, Sobradinho e Tiradentes, todas com 6 pontos, com chances matemáticas, mas dependendo de muitas combinações de resultados para terminar no topo. As duas rodadas seguintes seriam emocionantes.


Daniel, técnico do Brasiliense, secando o jogo entre Taguatinga e Ceilândia e aproveitando para estudar os adversários

Na sexta e penúltima rodada o CFZ, conquistando sua primeira vitória no torneio, tira do Tiradentes as últimas chances, com o placar de 4×3. O Ceilândia derruba o Gama da liderança, com grande vitória por 4×2, assume a vice-liderança e sente o gostinho de caneco chegando. O Brasília, conquistando sua terceira vitória consecutiva, acaba com as chances do Taguatinga, ao vencer seu confronto por 4×3. E o Brasiliense, que detona o Sobradinho por 4×1, assume novamente a liderança e passa a depender só de si para conquistar o título.

Na última rodada, todos secavam o Brasiliense, que jogaria contra o lanterna CFZ, que havia conseguido, até então, uma única vitória. E não é que o campeão de 2009 se encheu de brios e engrossou o jogo contra o líder?! Ao final, a derrota por 3×4 deixava o Jacaré com um amargo gosto de “morte na praia” em sua bocarra. O Tiradentes, em jogo de fundo, empurra o Sobradinho para a lanterna com vitória por 4×3.

Com a derrota do Brasiliense, a segunda parte da última rodada (só jogávamos em duas mesas) começou com a seguinte situação: jogariam Gama contra Taguatinga e Ceilândia contra Brasília; se o Gama vencesse e o Ceilândia não vencesse, o Gama se sagraria campeão; se o Ceilândia vencesse, seria o campeão; e se nem Gama, nem Ceilândia vencessem seus jogos, o Brasiliense seria o campeão.

Nem é preciso dizer que a secação foi geral. O técnico do Brasiliense, Daniel, secava as duas mesas, contra Carlos e André, técnicos de Gama e Ceilândia. O Carlos, secava o André na outra mesa e vice-versa. Só que, Taguatinga e Brasília, que não tinham mais nada com a disputa, mas queriam muito terminar o torneio com dignidade e, se possível, melar a festa de alguém, foram com tudo pra dentro das redes adversárias. Ao final da rodada, as vitórias por 6×2 do Taguatinga sobre o Gama e por 6×3 do Brasília sobre o Ceilândia, deram o título de presente ao Brasiliense.

Ao final, Brasiliense no topo. O Taguatinga, com a incrível média de 5 gols por partida, amargou novamente o vice. Parece até vascaíno, mas é rubro-negro. O Brasília, terminou em terceiro, empatado em pontos com o Taguatinga, mas com uma diferença brutal no saldo de gols (13 x 1). Ceilândia e Gama, que haviam sentido o gosto da taça na mão, terminaram em quarto e quinto, respectivamente. O Ceilândia ainda terminou com a mesma pontuação de Taguatinga e Brasília, mas com a goleada sofrida no final, acabou caindo pelo saldo de gols (-1). O Tiradentes, por ter sido comandado por um colegiado, sem grandes compromissos com a equipe, até saiu lucrando por terminar na sexta colocação. E no apagar das luzes, o CFZ-DF, ex-campeão, conseguiu num último suspiro largar a lanterna, que caiu feito uma batata quente nas mãos do técnico do Sobradinho, que alegava uma grave gripe como responsável pela fraca campanha.

Curiosidade: Daniel, o técnico campeão, veio para a primeira edição, em 2009, como o grande favorito, já que era o único que jogava com botões leves, panelinha, os mais próximos das vidrilhas, novidade na época. Todos os outros jogavam com botões oficiais de acrílico. Só que, dirigindo o Sobradinho, terminou aquela edição na última colocação. Agora veio com uma novidade para salvar a pátria, uma palheta ultra-sofisticada. Um goleiro daqueles antigos da Estrela ou Guliver, transformado em palheta :-)

OS MELHORES E OS PIORES


Gol do Taguatinga contra o Brasiliense


Gol do Ceilândia contra o Tiradentes

Melhor ataque: Taguatinga, com 35 gols.
Pior ataque: Sobradinho, com 14 gols.
Melhor defesa: Brasiliense, com 18 gols.
Pior defesa: Tiradentes, com 32 gols.
Melhor saldo: Taguatinga, com 13 gols.
Pior saldo: Sobradinho, com -11 gols.
Mais rodadas na liderança: Brasiliense, 3 rodadas.
Mais rodadas na lanterna: CFZ-DF, 6 rodadas.
Maior goleada: Taguatinga 8×4 Sobradinho.
Maior quantidade de gols: Taguatinga 8×4 Sobradinho.
Mais xôxo: CFZ-DF 0×1 Sobradinho.

Os comparativos completos »
Tabela completa do torneio »

E é isso aí! Pode ser que em dezembro seja realizado o primeiro Mundialito com vidrilhas. Se vai sair mesmo agora, só o tempo dirá…


Lance do jogo entre Ceilândia e Taguatinga


Em pé: Sylvio (CFZ), Daniel (Brasiliense), Júnior (Sobradinho) e Carlos (Gama)
Agachados: André (Ceilândia), Bruno (Taguatinga) e Marcus (Brasília).

Aí abaixo muitas imagens dos jogos…

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Mais imagens...

Escudinhos dos Campeões Candangos

10 de setembro de 2010

Agora, finalizando (por hora) as publicações sobre os campeões candangos, seguem os escudinhos de todos os 19 gloriosos clubes que já tiveram essa honra ;-)

Fiz esses escudos para a nossa Copa dos Campeões Candangos com vidrilhas e quis que parecessem com os primeiros times lançados no estilo Brianezi e outros antigos.

Para navegar pelas imagens ampliadas, basta clicar em uma delas e depois selecionar próxima ou anterior. Depois das imagens, você encontra links para todos os arquivos em alta resolução, para impressão em papel de 15×21cm, em resolução de 300dpi.

Arquivos em alta resolução:
Grêmio Esportivo Brasiliense – 59, 70
Defelê Futebol Clube – 60, 61, 62, 68
Associação Esportiva Cruzeiro do Sul – 63
Rabello Futebol Clube – 64, 65, 66, 67
Coenge Futebol Clube – 69
Clube Atlético Colombo – 71
Associação Atlética Serviço Gráfico – 72
CEUB Esporte Clube – 73
Pioneira Futebol Clube – 74
Campineira – 75
Brasília Esporte Clube – 76, 77, 78, 80, 82, 83, 84, 87
Sociedade Esportiva do Gama – 79, 90, 94, 95, 97, 98, 99, 00, 01, 03
Taguatinga Esporte Clube – 81, 89, 91, 92, 93
Sobradinho Esporte Clube – 85, 86
Grêmio Esportivo Tiradentes – 88
Clube de Regatas Guará – 96
CFZ/DF – Centro de Futebol Zico – 02
Brasiliense Futebol Clube – 04, 05, 06, 07, 08, 09, 11
Ceilândia Esporte Clube – 10

Campeões Candangos de Futebol Amador

10 de setembro de 2010

Seguem a baixo os campeões brasilienses de futebol da era amadora do futebol candango. Sobre os profissionais, eu já falei um pouco anteriormente. O grande problema é encontrar material sobre eles na internet, o único lugar onde tenho condições de pesquisar. Se alguém tiver informações e puder me enviar, a ajuda será muito bem vinda.

Os times em vidrilha deverão sair em “breve”, ainda este ano, para a segunda edição da Copa dos Campeões Candangos com Vidrilha.

Grêmio Esportivo Brasiliense

O Grêmio, clube do Núcleo Bandeirante, foi fundado em 1959 para lazer do acampamento da Metropolitana, conquistando no mesmo ano o primeiro Campeonato Metropolitano de Futebol. Depois sagrou-se novamente campeão em 1970.

Grêmio em Futebol Nacional »

Defelê Futebol Clube

O Defelê foi fundado em 1959, como um time peladeiro do Departamente de Força e Luz de Brasília, o DFL. Depois dos primeiros amistosos e algumas vitórias mesmo com um time de maioria perna-de-pau, os diretores do DFL passaram a contratar funcionários “mequinhos que fossem bons de bola”, que vieram a formar o primeiro time competitivo da equipe.

Foi assim que surgiu o primeiro tri-campeão brasiliense, vencendo as disputas de 1960, 61 e 62 e vencendo novamente em 68, totalizando quatro títulos metropolitanos em sua curta existência.

O time foi extinto em 1970, quando a Novacap deixou de dar o seu apoio.

Defelê em Futebol Nacional »
Defelê em História dos Clubes Nacionais »
Defelê na Wikipédia »

Associação Esportiva Cruzeiro do Sul

O Cruzeiro do Sul foi o terceiro campeão Brasiliense, em 1963.


Coenge Futebol Clube

O Coenge foi fundado em 1966 por funcionários da construtora Coenge e foi campeão brasiliense uma única vez, em 1969.

Coenge em Futebol Nacional »


Clube Atlético Colombo

O Colombo foi campeão metropolitano uma única vez, em 1971.

Mais informações serão muito bem vindas!

Colombo em Futebol Nacional »


Associação Atlética Serviço Gráfico

O Serviço Gráfico foi campeão uma única vez, em 1972

Mais informações serão muito bem vindas!


Serviço Gráfico na Wikipédia »


CEUB

O CEUB foi criado em 1968 por estudantes do Centro de Ensino Unificado de Brasília. Foi a primeira equipe do DF a participar da 1ª divisão do Brasileirão, nos anos de 1973, 1974 e 1975, tendo sido Campeão Brasiliense em 1973, época em que o futebol em Brasília era amador. A vida do clube foi curta, com o fim das atividades em 1976. Neste ano durante o primeiro Campeonato Brasiliense profissional, o CEUB “ganhou os dois primeiros turnos. Liderava o terceiro e último quando a federação local virou a mesa, determinando que fosse disputado um quadrangular para apontar o campeão e representante do Distrito Federal no Brasileirão”. Com a virada de mesa e os problemas financeiros que enfrentava, a diretoria resolveu fechar as portas prematuramente.

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CEUB no Balipodo »

Pioneira Futebol Clube

A Pioneira foi fundada em 1964 e mais tarde originou o Taguatinga Esporte Clube. Foi campeã uma única vez, em 1974.

Mais informações serão muito bem vindas!


Campineira

O Campineira era o time de uma distribuidora de doces, de mesmo nome. Foi campeão brasileiro em 1975. Uma curiosidade era o escudo, que apresentava o desenho das balas Zorro, patrocinadora da equipe.


Dois endereços bacanas para visitar, sobre o futebol brasiliense são:
História dos Clubes Nacionais
Click nos Campeões – Campeonato Brasiliense

Ceilândia Campeão Candango de 2010

2 de maio de 2010

Ontem, o Ceilândia Esporte Clube acabou com a hegemonia do Brasiliense no futebol candango, que já durava 6 anos. Para comemorar, claro, aí vão dois conjuntos de escudinhos, nas versões “escudos” e “camisas”, inaugurando a distribuição de escudos na versão para impressão aqui no Zamorim Futebol de Botão.

O Ceilândia foi criado em 1979, como uma mudança de estatuto o antigo Dom Bosco Esporte Clube, fundado em 1963. Passou a disputar os campeonatos brasilienses como uma equipe apenas mediana, mas nos últimos anos passou a se destacar, tendo chegado ao vice-campeonato em 2005. Este ano conquistou o seu primeiro título.

Ceilândia confirmado para a próxima Copa dos Campeões Candangos com Vidrilha ;-)

Escudos


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Camisas


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Os arquivos estão preparados para impressão em papel fotográfico de 15×21cm, em 300pdi. Os escudinhos com 36mm de diâmetro e o goleiro com 70×35cm.

Site oficial do Ceilândia »
A história do clube »

1ª Copa dos Campeões Candangos

26 de outubro de 2009

E o Ninho do Periquito, local onde nasceu o Bola Quadrada, reviveu seus dias de glória depois de quase 2 anos sem sediar uma partida de futebol de botão! Foi realizada no dia 25 de outubro de 2009, domingo, a 1ª Copa dos Campeões Candangos com Vidrilha!

Participaram do torneio as 9 equipes campeãs candangas de futebol profissional, mais o convidado CEUB, para completar 10 equipes. As 10 vagas para técnico foram preenchidas por convidados, tomando como critério para o convite a data mais antiga de estréia nos torneios do Ninho do Periquito.

A tabela foi montada com 2 grupos de 5, com as equipes distribuídas antes das contratações dos técnicos. Momentos antes do início do torneio, equipe por equipe foi anunciada. Se um único técnico tivesse interesse em dirigir a equipe, a contratação era feita. Caso mais de um técnico tivesse interesse, era iniciado um complexo processo de avaliação e o técnico era escolhido através de um sorteio.


Em pé: Marcus (Gama), Daniel (Sobradinho), Sylvio (CFZ-DF), Hamilton (Brasília), André (Brasiliense), Júnior (Guará)
Agachados: Pedro (CEUB), Iran (Tiradentes), Rafael (Rabello), Bruno (Taguatinga)

Um dos itens chave do regulamento do torneio era que TODOS os técnicos deveriam tomar pelo menos uma latinha de cerveja COMPLETA antes do início do torneio. No entanto, este importantíssimo ítem do regulamento não foi respeitado por todos. Como o diretor técnico já estava meio mais pra lá do que pra cá, acabou não fazendo cumprir o importantíssimo regulamento, o que causou alguns desequilíbrios óbvios nos confrontos. Era um tal de “eu sou menor de idade”, “eu tô tomando remédio”, “eu não bebo”, “eu não queeeeeeero”… tsc, tsc, tsc…

Bem, jogamos com dadinho e usamos uma regra baseada nas regras oficiais, mas com bastante relaxamento, pra deixar o jogo fluir mais.


O Ninho do Periquito volta a sediar um torneio de botão

Começados os confrontos, algumas superioridades já começaram a se desenhar, assim como alguns micos históricos. No grupo A o CFZ-DF começou trucidando seus primeiros dois adversários, metendo um 5×1 no Sobradinho e um 5×0 no CEUB. Depois relaxou e empatou em 1×1 com o Brasília e perdeu de 3×2 do Brasiliense. Esse mesmo Brasiliense começou sem grandes alardes, com duas vitórias sobre o Brasília (2×1) e sobre o Sobradinho (4×2), depois tropeçou contra o CEUB (1×2) e finalmente fechou a primeira fase com a vitória sobre o CFZ. No final, Brasiliense em primeiro e CFZ-DF em segundo, classificaram-se com louvor para as finais (principais). Os outros continuavam na luta por posições menos gloriosas, mas nem de longe menos importantes ;-)

Pelo grupo B, o Taguatinga começa arrasador, com duas sonoras vitórias sobre o Gama (6×2) e sobre o Guará (4×1), mas depois relaxou e empatou em 1×1 com o Rabello e em 3×3 com o Tiradentes. Já o Tiradentes, venceu os dois primeiros por 2×1 em cima do Guará e 4×1 em cima do Rabello, Empatou com o Taguatinga e cravou os 3 últimos pregos dos muitos já cravados no caixão do Gama. Ao final, Tiradentes em primeiro e Taguatinga em segundo classificados para as finais mais gloriosas.


A turma dos derrotados…

Enquanto isso, na Sala da Injustiça, os derrotados iam tentando se conformar, torcendo contra os times dos outros na transmissão do Brasileirão pela TV…

Muitos lances curiosos e divertidos aconteceram durante o torneio, como por exemplo a grande demonstração de perícia do técnico do Brasiliense, André, nesse movimento de extrema técnica, chamado de “dedinho reverso”, que pode ser visto na foto acima. Crianças, não tentem fazer em casa!

Num lance do jogo do Tiradentes contra o CFZ-DF, que terminaria em 3×2 para o CFZ, depois de um chutasso do Tiradentes, a bola foi rasteira em direção ao gol, bateu na trave e seguiu caprichosamente girando por sobre a linha de gol, mas se negando a entrar, vagarosamente, para desespero dos dois técnicos, cada um soprando de um lado. Finalmente, já do outro lado, quase tocando na outra trave, o dadinho perde força de giro e para zombeteiro a 2mm da linha de gol… para dentro. Explosão de euforia do Tiradentes e da torcida atônita :-)


CEUB e Rabello se enfrentam pelas semi-finais de 5º a 8º. Terminou 1×0 para o Rabello.

Nas semi-finais, Brasília e Rabello se classificaram em cima de Guará e CEUB, respectivamente, para a disputa do 5º lugar. Taguatinga e CFZ-DF se classificaram sobre o Brasiliense e o Tiradentes, respectivamente, para a disputa do sonhado e histórico título. Enquanto isso, os técnicos de Gama e Sobradinho, os últimos em seus grupos, assistiam invejosos aos jogos, pensando que… bem, acho que nenhum dos dois encontrou alguma solução para suas performances…

Nas finais, em um jogo emocionante, cheio de alternativas, o Gama conquistou um grande nono lugar, ao empatar com o Sobradinho em 2×2 no tempo regulamentar e vencer a prorrogação por 1×0, mesmo com TODA a torcida contra. O Guará conquistou a sétima colocação vencendo de forma convincente o CEUB por 4×1. O Brasília e o Rabello fizeram um jogo sensacional, cheio de grandes lances, que terminou empatado em 4×4 no tempo regulamentar e vencido pelo Rabello na prorrogação, por 1×0, resultado que lhe deu a quinta colocação. O Brasiliense destroçou uma das sensações do primeiro turno, o Tiradentes, numa vitória acaxapante por 5×1. Um arrombado, o técnico!


CFZ-DF e Taguatinga se enfrentam na grande final

Na grande final, CFZ-DF e Taguatinga fizeram um jogo tenso como qualquer grande final, com os técnicos se estudando, jogando com cautela. O CFZ abriu vantagem de 2×0 e então administrou o resultado para conquistar o primeiro título da Copa dos Campeões Cangandos e levar para casa o grande prêmio, um becão do Brasiliense Futebol Clube.


O técnico Bruno (à esquerda), do Taguatinga, 2º colocado, entrega o prêmio ao técnico Sylvio, do campeão CFZ-DF, o primeiro campeão da Copa dos Campeões Candangos

Depois de terminado o torneio, todos estavam felizes, sendo o resultado o menos importante. Foi uma tarde sensacional, divertidíssima, de muito futebol de botão, muita conversa fiada, muito besteirol. O sucesso das vidrilhas e do formato do torneio (inspirado nos da BFA) foi unânime. Novos encontros deverão acontecer, com certeza!

Tabela completa do torneio »

Aí abaixo muitas imagens dos jogos…

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Campeões Cangangos

11 de outubro de 2009

Quando eu era moleque, aqui em Brasília, o futebol que assistíamos aqui era o do Rio, porque a transferência da Capital Federal para cá trouxe também as transmissões de TV retransmitidas de lá. Apesar de o futebol em Brasília ter começado antes mesmo de sua fundação, normalmente pela formação de times de construtoras ou outras empresas presentes na capital, a estrutura era muito precária. Mas na década de setenta, um clube se sobressaiu. O CEUB, formado inicialmente por estudantes da universidade de onde tirou o nome, apareceu com uma organização superior à dos demais, trouxe figuras como Fio Maravilha e se tornou a primeira equipe candanga a disputar a primeira divisão do campeonato brasileiro.

Já contei em outro texto a história do primeiro jogo de futebol que assisti em estádio.

Só que a equipe teve vida curta e, desde então, nunca mais acompanhei o futebol da minha terra, que tinha também muito pouco (ou nenhum) destaque na imprensa local. Até que um dia comecei a ouvir notícias de um tal de Gama, equipe do DF que estava tocando o terror na Segundona, culminando com o título de 1998. Com o título, 4 temporadas na primeira divisão e a esperança de que o futebol brasiliense se tornasse, finalmente, competitivo. Depois do Gama, veio o Brasiliense, vice-campeão da Copa do Brasil de 2002.

Desde essa época passei a acompanhar e curtir mais o futebol local, que também passou a ter um pouco mais de destaque na imprensa nacional. Ainda há um longo caminho a percorrer, mas o pontapé inicial já foi dado.

Segue abaixo uma rápida apresentação do CEUB e de todos os campeões candangos da era profissional. Esses times farão parte, um dia, da primeira Copa dos Campeões Candangos que pretendo organizar com os times de vidrilha que já montei. Um dia publico os primeiros campeões brasilienses, ainda na era amadora.

CEUB

O CEUB foi criado em 1968 por estudantes do Centro de Ensino Unificado de Brasília. Foi a primeira equipe do DF a participar da 1ª divisão do Brasileirão, nos anos de 1973, 1974 e 1975, tendo sido Campeão Brasiliense em 1973, época em que o futebol em Brasília era amador. A vida do clube foi curta, com o fim das atividades em 1976. Neste ano durante o primeiro Campeonato Brasiliense profissional, o CEUB “ganhou os dois primeiros turnos. Liderava o terceiro e último quando a federação local virou a mesa, determinando que fosse disputado um quadrangular para apontar o campeão e representante do Distrito Federal no Brasileirão”. Com a virada de mesa e os problemas financeiros que enfrentava, a diretoria resolveu fechar as portas prematuramente.

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Rabello Futebol Clube

O Rabello foi fundado em 17 de agosto de 1957 por funcionários de uma construtora. Foi o primeiro campeão brasiliense profissional, tri-campeão em 1964, 1965, 1966, na primeira experiência profissional no DF, que só voltaria a ter futebol profissional dez anos depois, em 1976. Foi também campeão em 67, dessa vez em campeonato amador. Extinto desde aquela época, não se encontra muitas informações sobre o clube na internet.

Brasília Futebol Clube

O Brasília, o Colorado do DF, fundado em 2 de junho de 1975, é o time de futebol profissional mais antigo em atividade no Distrito Federal e é a equipe que mais vezes representou o DF na 1ª divisão do Campeonato Brasileiro. Foram oito participações no Brasileirão, assim como conquistou oito títulos do Candangão, nos anos de 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987.

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Sociedade Esportiva do Gama

Fundado em 15 de novembro de 1975, o Gama é o maior vencedor do Distrito Federal, tendo conquistado 10 títulos nos anos de 1979, 1990, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001 e 2003. Disputou a 1ª divisão do Brasileirão em 6 oportunidades, em 1979, 1980 e numa grande fase, no período de 1999 a 2002, logo após conquistar o título da série B em 1998. Essa foi uma época de muito sucesso para o Gama e uma grande esperança para futebol brasiliense. No último jogo da série B de 98, o Gama levou mais de 50 mil torcedores ao Mané Garrincha, para assistir à goleada de 3×0 sobre o Londrina. Em 99, a equipe jogou como “gente grande”, conquistando grandes vitórias contra times grandes na casa dos adversários. Situação impensável para qualquer brasiliense até há bem pouco tempo.

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Taguatinga Esporte Clube

O TEC foi fundado no dia 27 de janeiro de 1964, com sede em Taguatinga. Conquistou 5 títulos metropolitanos, nos anos de 1981, 1989, 1991, 1992 e 1993. De lá para cá entrou em declínio, até que em 1999 teve seu departamento de futebol desativado. Ainda filiado à FBF, apesar de fora das competições há 10 anos, ainda dá esperanças à saudosa torcida de Taguatinga de um dia voltar aos dias de glória.

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Sobradinho Esporte Clube

O clube Sobradinho surgiu junto com o processo de urbanização de Brasília, mas teve sua fundação oficial em no dia 1º de Janeiro de 1975. Foi bi-campeão metropolitano em 1985 e 1986 e jogou a 1ª divisão do Brasileirão em 1986. Sempre esteve entre os “grandes”, mas hoje, amargando declínio, encontra-se disputando a terceira divisão do Candangão.

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Clube de Regatas do Guará

O Guará foi fundado no dia 9 de janeiro de 1967. Em 1984 foi campeão do Torneio Centro-Oeste e em 1996 conquistou seu único título brasiliense. Revelou o zagueiro Lúcio, que defendeu o clube desde as categorias de base, até o início da carreira. Rebaixado no Candangão, em 2007 disputou a segundona do DF pela primeira vez na sua história.

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CFZ de Brasília

O CFZ-DF, filial do Clube de Futebol Zico do Rio, foi fundado no dia 1º de agosto de 1999. Já em 2002 conquistou o seu único título metropolitano, mas a partir daí passou por uma fase de abandono e declínio, sendo rebaixado para a terceira divisão do Candangão. Agora parece que o próprio Zico está voltando a olhar pelo clube e suas filiais e, depois de quase fechar as portas, pode voltar a crescer.

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Brasiliense Futebol clube

O Jacaré foi fundado em 2000 pelo estrupício, quer dizer, ex-senador Luís Estêvão. Já em seu segundo ano de vida, em uma grande campanha, com um time muito arrumado e jogado um futebol vistoso, chegou à final da Copa do Brasil 2002, contra o Corínthians Paulista. Ficou com o vice-campeonato numa decisão notoriamente arrumada pelos juízes para ser vencida pelo adversário, que tomou baile nos dois jogos. Foi campeão da série B do Brasileirão em 2004 e disputou a primeirona do Brasileirão em 2005, sendo rebaixado novamente para a B. Atual hexa-campeão brasiliense, tendo vencido de 2004 a 2009, é o time a ser batido hoje no DF.

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Ceilândia Esporte Clube

O Ceilândia foi criado em 1979, como uma mudança de estatuto do antigo Dom Bosco Esporte Clube, fundado em 1963. Passou a disputar os campeonatos brasilienses como uma equipe apenas mediana, mas nos últimos anos passou a se destacar. O Gato Preto chegou ao vice-campeonato em 2005 e em 2010 conquistou o seu primeiro título, acabando com a hegemonia de 6 anos do Brasiliense. Foi uma grande final, quando venceu o adversário em casa por 3×1 e conquistou um heróico empate em 2×2 em Taguatinga, depois de estar perdendo por 2×0.

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