1º Mundialito com Vidrilhas

23 de janeiro de 2012

No último sábado, dia 21 de janeiro, foi realizado o 1º Mundialito de Futebol de Botão com Vidrilhas. O torneio foi prestigiado pelas seleções de todos os países que já foram campeões mundiais e ainda teve a participação de duas seleções que encantaram em determinada copa, mas não levaram o caneco. Trata-se das seleções da Hungria de 1954 e da Holanda de 1974. As outras competidoras foram a seleção do Huruguai de 1930, da Italia de 1934, da Inglaterra de 1966, do Brasil de 1970, da Alemanha de 1974, da Argentina de 1986, da França de 1998 e da Espanha de 2010.


Da esquerda para a direita: Hamilton, Marcus, André, Maurício e Daniel

Cinco técnicos foram convidados a dirigir as dez seleções, ficando cada um deles responsável por duas delas. André, Daniel, Hamilton, Maurício e Marcus.

As equipes foram divididas em 2 grupos de 5, onde se enfrentaram por pontos corridos. Ao final da primeira fase, as duas melhores de cada grupo disputariam as semifinais para a decisão de 1º a 4º lugares. A terceira e a quarta de cada grupo disputariam as semifinais para a decisão de 5º a 8º lugares. E as lanternas de cada grupo, voltariam para casa mais cedo.

O grupo A foi formado por Brasil (Hamilton), Argentina (Daniel), Hungria (Marcus), Holanda (Maurício) e Inglaterra (André). A disputa foi muito equilibrada e quando teve início a última rodada, quatro seleções ainda tinham chances de classificação. Logo na primeira rodada, um dos maiores clássicos do futebol mundial, Brasil x Argentina, foi também o único jogo a acabar em 0×0 em todo o torneio. Bem típico de Brasil x Argentina. O outro jogo de abertura, foi um Hungria x Holanda, duas seleções que, segundo alguns, não deveriam ter caído no mesmo grupo, para que tivessem mais chance de ambas se classificaram para tentar a tão falada “justiça história”. Foi um jogo parelho, que terminou com a vitória por 3×2 do Carrossel Holandês.


Duas grandes equipes que fizeram história e são até hoje lembradas, mesmo não tendo vencido a Copa do Mundo. Holanda de 74 e Hungria de 54. Jogo terminado 3×2 para a Holanda.

Em um grupo com 3 campeões mundias e 2 que deveriam ter sido não se pode falar em decepção ou surpresa, mas a Inglaterra deixou aquele gostinho de que poderia ter dado mais, ao terminar a fase com apenas 1 ponto, conquistado no empate por 1×1 no jogo contra o Brasil. Enquanto na Holanda, Cruyff comandava a festa, servindo Krol, Rijsbergen e De Jong para balançarem incessantemente as redes adversárias, garantindo antecipadamente a classificação, a Hungria ia tentando se encontrar em campo e chegava à penúltima rodada secando com todas as forças Argentina e Brasil para que não vencessem e ainda necessitando de uma vitória na última rodada, conta a Inglaterra. A secação deu certo, já que os dois jogos terminaram empatados em 1×1. Os húngaros entraram então focados no último jogo e carimbaram o passaporte dos ingleses com um impiedoso 5×1, com show de Sandor Cocsis, que marcou nada menos que 4 gols na partida, garantindo o primeiro lugar no grupo.

Ao final, Hungria e Holanda se classificaram em primeiro e segundo e mostraram para os críticos que o temor de colocar as duas no mesmo grupo era infundado. Ambas continuavam no caminho para tentar a tão sonhada “justiça história” ;-) Argentina e Brasil passaram à disputa até o 5º lugar e Inglaterra voltou pra casa com a lanterna.

O grupo B foi formado por Espanha (Hamilton), Alemanha (Daniel), Itália (Marcus), Uruguai (Maurício) e França (André). Já na primeira partida, a Alemanha mostrou que não estava ali para brincadeira e detonou a Espanha, atual campeã mundial de futebol de campo, por 3×1. O Uruguai, também com pinta de vencedor, passou por cima da Itália (4×2), com show de Hector Castro (2 gols). Só que no jogo seguinte, o mesmo Uruguai foi atropelado pela França (3×0) e não conseguiu marcar mais um gol sequer, terminando a fase na lanterna do grupo B. Também a França parou depois da estréia avassaladora. Seria ainda trucidada por 5×1 pela irresistível Alemanha e sofrido uma derrota ainda pior para a então mosca morta do grupo, como se verá mais adiante.

A Alemanha foi perfeita durante toda a primeira fase, terminando com 100% de aproveitamento e média de 3,3 gols por partida. Sobrou e garantiu a classificação com antecedência. A Espanha também, embalada com os golaços de Xabi, Puyol e Iniesta, se recuperou depois da derrota inicial, sobrou sobre os demais adversários e acabou se classificando com certa tranquilidade em segundo lugar no grupo. Restou então a emoção na disputa contra a lanterna. Na última rodada, os italianos, depois de três derrotas, já haviam marcado o vôo de volta e entraram derrotados em campo para enfrentar a França. Mas eis que surge um gigante, Giuseppe Meaza, que sozinho já seria suficiente para destroçar os atordoados franceses, marcando nada menos do que cinco gols, na vitória por 8×4. Após a partida, o técnico da França teria sido ouvido lamentando o fato de que logo quando fizeram quatro gols, tomaram oito. A Itália acabou se classificando para a disputa até o 5º lugar em terceiro no grupo, com a França em 4º. A lanterna ficou com o Uruguai, que já contava com a vaga certa e a lanterna nas mãos dos Italianos.

Nas semifinais pela disputa até o 5º lugar, a França passou fácil pela Argentina, vencendo por 2×0. Brasil e Itália, fizeram um jogo emocionante, com o Brasil fazendo uma de suas melhores partidas na competição, mas a Itália mostrou que os 8×4 não haviam sido mero acaso e venceu a partida por 5×3. França e Itália se encontrariam novamente, na disputa pela quinta colocação. Argentina e Brasil “lutariam” pelo sétimo lugar.

Nas semifinais da elite, Hungria e Espanha fizeram um jogo muito equilibrado, com shows de Puskas e Puyol, e que acabou empatado em 3×3. A decisão da vaga para a final foi para os pênaltis. Nessa situação a Hungria lembrou muito uma certa Seleção Brasileira em decisão de pênaltis e, mostrando uma incrível incompetência, não conseguiu converter um pênalti sequer e foi facilmente batida pela Espanha por 2×0 nos pênaltis. No outro jogo, a Holanda passeou sobre a até então imbatível Alemanha, que depois de distribuir gols a torto e a direito na primeira fase, não conseguiu se desenrolar do Carrossel Holandês e acabou derrotada por 3×0, com show de Cruyff, que marcou dois dos gols dos Holandeses. A final reeditaria a final da Copa do Mundo de Futebol de 2010, com Holanda e Espanha lutando pelo título.

Na disputa pelo 7º lugar, a Argentina levou a melhor sobre o Brasil, vencendo por 2×1, se é que se pode chamar uma colocação final dessas de “levar a melhor”. Mas vocês sabem como é essa rivalidade e os jornais em toda a Argentina enalteceram o grande feito de ter imputado aos brasileiros aquele horroroso 8º lugar. Dizem até que seus jogadores foram recebidos com festa no aeroporto.

Na disputa pelo 5º lugar, França e Itália se encontraram novamente, mas dessa vez a França entrou decidida em ir à forra ou, pelo menos, não ser trucidada novamente. O que se viu foi um jogo digno de final, que com novo show de Meaza (4 gols) e de Petit, o artilheiro francês, terminou empatado em 5×5. A decisão foi para os pênaltis e a Itália conquistou a 5ª colocação no sufoco, vencendo por 4×3 a decisão por pênaltis.


Itália, do técnico Marcus (esquerda), e França, do técnico André (direita) prontas para a decisão do 5º lugar. Jogo terminado em 5×5 e decido nos pênaltis com vitória da Itália por 4×3

Na disputa pelo 3º lugar, entre Hungria e Alemanha, o que se viu foi um jogo duro, duro mesmo de se ver, um jogo triste, com as duas seleções abatidas pela perda da vaga na grande final, ambas depois de se classificaram em primeiro em seus grupos. Mais duro ainda para a Alemanha, depois da campanha brilhante da primeira fase. O fato é que o jogo se arrastou no 0×0 até o final, quando o lateral húngaro Buzanszky meteu um balaço de longe, mais no desespero para fugir de outra decisão de pênaltis, do que propriamente para conquistar a terceira colocação. A bola balançou as redes da Alemanha ao mesmo tempo em que sou o apito final. Fim de papo.

Na grande final, um grande jogo, digno das campanhas de Holanda e Espanha. A Espanha saiu na frente e abriu vantagem de 2×0, quase garantindo uma vitória tranquila, mas os Holandeses reagiram e empataram o jogo no final, levando a decisão para os pênaltis. Depois de diversas cobranças e muita catimba entre técnicos, goleiros e artilheiros, a Holanda se sagrou campeã do Mundialito, assim como fez na primeira Copa do Mundo do Bola Quadrada, invertendo dessa vez a classificação final da Copa do Mundo de futebol de campo de 2010.


Holanda, do técnico Maurício (esquerda), e Espanha, do técnico Hamilton (direita) prontas para a finalíssima. Jogo terminado em 2×2 e decidido nos pênaltis com vitória da Holanda por 3×2

Agora algumas curiosidades sobre o torneio.

Artilheiros: Giuseppe Meaza, nº 10 da Itália, com 10 gols em 6 jogos disputados. Os vice-artilheiros foram Raimundo Orsi, nº 9 também da Itália, Sandor Kocsis, nº 8 da Hungria, e Petit, nº 17 da França, todos com 5 gols.

Melhor ataque: Seleção da Itália, com 24 gols, média de 4 por partida.

Melhor defesa: Seleção da Argentina, sofrendo apenas 5 gols, média de 0,8 por partida.

Pior defesa: Seleção da Itália, sofrendo 22 gols, média de 3,7 por partida. A Itália, que teve também o melhor ataque, joga com a filosofia de que a melhor defesa é o ataque.

Jogo com mais gols: França e Itália fizeram na primeira fase um jogo com 12 gols, quando a Itália venceu pelo placar de 8×4, jogo considerado por muitos (os dois técnicos) como a final antecipada do Mundialito. Detalhe que as duas equipes já estavam sem chances de disputar as finais ;-) Curiosamente a segunda maior quantidade de gols também aconteceu em jogo entre as duas equipes, pela decisão do 5º lugar, um empate em 5×5.

Maiores goleadas (diferenças de gols): Hungria 5×1 Inglaterra, Alemanha 5×1 França e Itália 8×4 França.

Foi um torneio muito equilibrado, com as três melhores colocadas, Holanda, Espanha e Hungria fazendo campanhas extremamente semelhantes. A quarta colocada, Alemanha, somou ainda a maior quantidade de pontos, tendo sido a única a realmente desequilibrar na primeira fase.

A exemplo da 1ª Copa dos Campeões Brasileiros, realizada em 2010, nenhum dos técnicos colocou suas duas equipes nas finais, o que facilitou bastante o andamento e a diversão. Intervenção dos Deuses do Futebol de Botão? Quem sabe?…

A diversão foi muita. Muito jogo de botão, muita conversa fiada, cerveja, petiscos e mais uma grande tarde entre bons amigos. Vamos ver se em 2012 aconteçam todos os torneios pretendidos. Que não passe em branco como 2011!

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Abaixo, mais fotos do evento…

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Mais imagens...

Série Seleções Campeãs Mundiais – Inglaterra de 1966

19 de novembro de 2011


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Arquivo para impressão (uniforme 1)

A Inglaterra, onde foi inventado o futebol, só foi conquistar sua primeira (e única) Copa do Mundo em 1966, quando o torneio finalmente foi realizado em terras inglesas. Dizem que o torneio foi marcado por diversas decisões controvertidas, sempre favorecendo os ingleses. A última, e talvez mais grave, teria sido a validação de um gol em que a bola bateu no travessão, quicou logo abaixo e saiu. O juiz validou o gol, mas muita gente jura que a bola bateu fora do gol. A verdade absoluta nunca saberemos.

Seja como for, a seleção inglesa contava com grandes nomes, como Gordon Banks, considerado até hoje um dos maiores goleiros da história e Bobby Moore, capitão do time, até hoje aparecendo nas listas de seleções mundiais e citado por Pelé como o maior defensor contra o qual ele jogou.

Mas o importante, mesmo, pra mim, é que o uniforme nº2, usado na final, era lindão ;-) Fiz os dois uniformes usados na Copa.

A escalação, com o jogadores que disputaram a final:
1 – Gordon Banks,
2 – George Cohen,
3 – Ray Wilson,
4 – Nobby Stiles,
5 – Jack Charlton,
6 – Bobby Moore,
7 – Alan Ball,
8 – Jimmy Greaves,
9 – Bobby Charlton,
10 – Geoff Hurst,
11 – John Connelly;
e os reservas
16 – Martin Peters,
21 – Roger Hunt.


Série Seleções Campeãs Mundiais – Itália 1934

11 de novembro de 2011


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A vencedora da segunda edição da Copa do Mundo foi a Itália, em 1934. E Esquadra Azzurri era grande favorita ao título, mas pode ter tido seu caminho facilitado pelo regime facista de Benito Mussolini. Dizem que diversos árbitros facilitaram bastante a vida a Azzurra, alguns deles de forma tão escandalosa que foram expulsos de seus próprios países após o torneio. Seja como for, foi uma grande equipe, mas está aqui mais pelo uniforme (queria o mais antigo) do que pela qualidade ou lisura da campanha na Copa de 34 ;-)

Essa equipe contou com a presença de Filó, jogador brasileiro, que defendeu a equipe com o nome Guarisi a convite do técnico, assim como aconteceu com diversos jogadores sul-americanos.

A escalação, com os jogadores que disputaram a final:
1 – Gianpiero Combi,
2 – Luis Felipe Monti,
3 – Luigi Allemandi,
4 – Eraldo Monzeglio,
5 – Attilio Ferraris,
6 – Giovanni Ferrari,
7 – Enrique Guaita,
8 – Luigi Bertonlini,
9 – Raimundo Orsi,
10 – Giuseppe Meazza,
11 – Angelo Schiavio;
e os reservas:
14 – Armando Castellazzi,
15 – Mario Pizziolo.


Série Seleções Campeãs Mundiais – Uruguai de 1930

11 de novembro de 2011

Iniciei a publicação dessa série há mais de 1 ano, mas fiquei só no primeiro post. Chegou a hora de completar, afinal, finalmente os times ficaram prontos. Em vidrilhas. Deve rolar o 1º Mundialito com Vidrilhas em breve ;-)

A série conta com um representante de cada uma das seleções campeãs mundiais, mais a Hungria de 54 e a Holanda de 74, duas seleções daquelas consideradas “melhores do mundo que não levaram a Copa do Mundo”. A Seleção Brasileira de 1982 poderia facilmente ser convidada, mas temos bastante gente boa que levou o caneco, então seremos muito bem representados, claro, pela Seleção de 1970.

O primeiro time a ser apresentado é a seleção uruguaia de 1930, os primeiros campeões mundiais de futebol. Para a Celeste Olímpica eu fiz os dois uniformes utilizados naquela Copa, porque achei o número dois também muito bacana. Os escudinhos e um curto texto sobre a equipe já foram publicados há tempos.

A escalação, com os jogadores que atuaram na final:
1 – Enrique Ballesteros,
2 – José Andrade,
3 – Ernesto Mascheroni,
4 – José Nasazzi,
5 – Lorenzo Fernandez,
6 – Álvaro Gestido,
7 – Victoriano Iriarte,
8 – Hector Scarano,
9 – Hector Castro,
10 – José Pedro Cea,
11 – Pablo Dorato;
na reserva:
12 – Juan Anselmo,
13 – Pedro Petrone.


Série Seleções Campeãs Mundiais – Uruguai de 1930

9 de agosto de 2010


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O primeiro conjunto de escudos das seleções campeãs mundiais não poderia deixar de ser o do Uruguai de 1930, a seleção campeã da primeira Copa do Mundo de Futebol da história. O título foi conquistado na melhor fase do futebol uruguaio. Na ocasião, a Celeste Olímpica já era hexa-campeã das américas e bi-campeã mundial. Sem dúvida era a melhor seleção de futebol em todo o mundo, sendo a responsável por colocar a America do Sul no mapa do futebol internacional.

Essa é uma das poucas que estou lançando também com o uniforme nº2. Uma das curiosidades desse uniforme é que não havia distintivo nas camisas, fato comum naquela época. Também não era usada numeração. Os números foram incluídos nestes escudos para facilitar a arrumação no time, mas quase deixei sem.

Na escalação estão os jogadores que disputaram a partida final, mais dois reservas, que são os jogadores que mais atuaram nas outras partidas.

As seleções da Copa 2010 – 9

11 de julho de 2010

E a publicação dos escudinhos da Copa chega ao fim, não com a seleção que eu gostaria encabeçando a lista, mas com duas seleções que chegaram à África como favoritas, mas que durante o torneio não mostraram o brilho esperado e que foram meio que na marra e na sorte abrindo caminho para a final. Seja como for, seria uma final muito interessante. De um lado a Holanda, que é quase unanimidade de merecer um título como “justiça histórica”, depois da grande seleção de 74. Do outro a Espanha, que também já estava passando da hora de disputar uma final e, quem sabe, conquistar uma Copa do Mundo.

Bem, no final das contas acabei tendo a certeza de que estava certo em boa parte na minha avaliação dessas duas seleções. A Holanda chegou à final na sorte, como venceu pelo menos 3 dos jogos que disputou, incluindo o do Brasil. O que sabe fazer muito bem é bater. A Espanha veio aos trancos e barrancos, vencendo sempre apertado, com gol no final. O jogo foi chato até o meio do segundo tempo, quando melhorou um pouco. No final já estava torcendo pelos pênaltis, para me divertir um pouco, mas o gol, outra vez no final, da Espanha acabou fazendo justiça à seleção que jogou procurando o ataque, apesar da clara incompetência para acertar o gol. Achei bacana ver a Espanha finalmente campeã mundial.


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Brasil Tri-Campeão Mundial

7 de abril de 2009

Mais 5 times que estão na lista de “a fazer pra mim” são as 5 Seleções Brasileiras campeãs mundiais. Eu ia juntar todas em um único post, mas resolvi separar primeiro as 3 primeiras e depois as outras 2. As 3 primeiras eram representantes fiéis do futebol brasileiro, com jogadores atuantes no país. A de 94 era uma seleção ainda com jogadores com “espírito” brasileiro, mas com um técnico covarde, fã do estilo europeu, que sempre armou equipes amarradas, pra quem 2×0 é goleada, exibicionismo. A de 2002 foi uma puta seleção, jogou muito na copa, mas já repleta de “estrangeiros”, que jogavam quando queriam, mas quando não queriam, também, era como hoje. Não tiro o mérito de nenhuma delas, mas representam fases muito distintas do futebol brasileiro.


Seleção Brasileira de 1958
A taça do mundo é nossa!
Com brasileiro, não há quem possa…


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O Brasil chegou à Suécia desacreditado, tanto por brasileiros, quanto por europeus. Do lado de lá, por não conhecerem suficientemente jogadores e o trabalho que a comissão técnica vinha desenvolvendo depois que João Havelange assumiu a presidência da CBD. Do lado de cá, pelo velho medo do brasileiro de ver repetidos fracassos e traumas anteriores (medo esse, infundado, que causou as mudanças no nosso futebol após a copa de 1982), no caso, os fracassos nos mundiais de 50 e 54 e na Copa Sul Americana de 57.

Só que uma seleção com Pelé, Didi, Vavá, Garrincha e tantos outros não poderia, NUNCA, ser menosprezada. Deu no que deu! O 5×2 na final contra a forte seleção da Suécia foi o fecho de ouro para a Copa e o sinal de que a partir dali estava começando a soberania, que dura até hoje (apesar dos pesares) do País do Futebol ;-)

Esse time de botão vem com a camisa utilizada no jogo final e escalado com os jogadores que disputaram o jogo final. Na reserva os outros 2 que mais atuaram durante o torneio.


Seleção Brasileira de 1962
O Bi com show de Garrincha


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Dessa vez a Seleção Brasileira já era uma equipe a ser temida, Garrincha e Pelé já eram os caras a serem “anulados”, apesar das críticas pelo Brasil estar levando jogadores “velhos”, “cansados”. A média de idade da seleção era de 30 anos.

No segundo jogo o grande susto, Pelé machucado e fora do mundial. Só que Garrincha chamou a responsabilidade pra ele, fez e aconteceu e foi o nome do torneio. O CARA! O Brasil mostrou que era, sim, o dono da bola, e da taça.

Com praticamente o mesmo time que vencera a copa de 58, esse time de botão, como sempre, vem com o uniforme e a escalação da final. Na reserva, Pelé, não poderia faltar e o outro que mais atuou durante o torneio.


Seleção Brasileira de 1970
A conquista definitiva da Jules Rimet


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Depois do fiasco de 66, mais uma vez a Seleção chegou desacreditada à copa. Troca de técnico na última hora, Tostão “cego”, Pelé “velho”. Era o velho medo do fracasso aparecendo novamente. Era mais fácil (sempre foi) para o brasileiro dizer que não conseguiríamos, do que acreditar e depois se decepcionar. Mas essa foi a mais sensacional das conquistas do Brasil até então. A Seleção foi 100%, perfeita, levou os mexicanos ao delírio. A taça do mundo, a Jules Rimet, agora era definitivamente nossa. Ninguém, no mundo inteiro, ousava negar a superioridade do Brasil.

Essa equipe é A Equipe de todos os tempos e está representada nos botões com ídolos que fizeram parte da minha infância. Cresci ouvindo os nomes desses caras, OS Caras, sabendo que eles eram sinônimo de futebol, de bom futebol. Mal sabia o que era uma bola, mas já sabia que existia um Tostão, um Fontana, um Everaldo, um Félix, um Brito, um Carlos Alberto, um Piazza, um Rivelino, um Jairzinho, um Clodoaldo, um Gérson e, claro, um Pelé.

Essas 3 vão sair juntas, num futuro próximo, espero!

O Santos de Pelé

27 de outubro de 2008

Santos
Aquele do Pelé
1963


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Este Santos não necessita de apresentações, certo? Aquele que papava tudo, bi-campeão mundial, etc. Este eu já fiz uma vez , ficou lindão, vendi assim que coloquei na mesa e depois me arrependi, como sempre ;-)

Nessa segunda versão ninguém tasca. Será minha, de mim mesmo e terá como escalação: Gilmar 1; Dalmo 2, Zito 3, Mauro 4 e Ismael 6; Lima 5 e Mengálvio 8; Dorval 7, Coutinho 9, Pelé 10 e Pepe 11. Reservas: Geraldino 14 e Tite 15. Uma seleção das equipes que jogaram de 1961 a 1963.

Tô doido pra botar na mesa :-)

Atualização (27/4/9): goleiro e fontes dos números agora no estilo da época.

Atualização (14/10/9): Time pronto, todos os botões com 55mm de diâmetro, 5mm de altura e bainha com 17º.


Mengão 81

10 de julho de 2008

Este era o meu “time dos sonhos” desde que voltei a jogar futmesa. Assim, exatamente como é, botões brancos com a camisa oficial do Mengo em 81. Com a escalação do melhor time da história do Mengo e um dos melhores do futebol mundial em todos os tempos. A escalação exata do time que foi a Tóquio em 81. Lindo, lindo!

Por “forças ocultas” nunca fazia o time pra mim. Aí, no final de 2007, fiz 3 timaços: Santos de Pelé, Botafogo de Garrincha e Flamengo de Zico. Os 2 primeiros para venda (venderam imediatamente) e o último para presentear um sobrinho no Natal. SEMPRE que faço um time, meu impulso é ficar com ele pra mim. É difícil vender, muito difícil! Com este, então, imaginem essa dificuldade multiplicada várias vezes ;-) Acontece que “infelizmente” o moleque preferia um time menor, já que o campo dele era pequeno. Fiz então uma cópia reduzida para ele e coloquei este à venda. Foi imediatamente comprado por mim mesmo :-)

São 6 defensores com 60mm de diâmetro e 6 atacantes com 55mm de diâmetro. Todos com 5mm de altura, bainha de 15º, retos em cima e lisos em baixo. Mesmo mantendo um time mais baixo que o padrão do dadinho, acabei aumentando um pouco o tamanho e o peso do time em relação ao Periquito, pra fazer frente a adversários de peso.

Apesar de preferir times com todos os jogadores com a mesma bainha, estou fazendo alguns reforços, a título de experiência. No ataque: Júlio César “Uri Geller”, Cláudio Adão, ambos com 55mm e bainha 23º, e Obina (camisa 18), com 57mm e bainha 11º. Na defesa: Rondinelli, Manguito e Júnior Baiano, todos com 60mm e bainha 11º. Provavelmente ficarão todos com 6mm de altura. Obina e Júnior Baiano estão vindo de farra. Depois de ver Zico recebendo passe de Obina e marcando, resolvi contratar o ídolo atual do Mengão. Júnior Baiano está vindo pra fazer uma dupla “parada dura” com Manguito. Quando a coisa estiver preta, vai ser pontapé pra todo lado :-)

VENDIDO: Internacional 2006

5 de julho de 2008


Internacional campeão mundial de 2006, com a camisa oficial e a escalação que entrou em campo na final contra o Barcelona. Time feito para a modalidade 3 toques.

Escalação: 2 – Ceará, 3 – Índio, 4 – Fabiano Eller, 5 – Wellington Monteiro, 7 – Alex, 8 – Edinho, 9 – Fernandão, 10 – Iarley, 11 – Alexandre Pato, 15 – Rubens Cardoso, 16 – Adriano, 17 – Vargas, 18 – Luiz Adriano.

VENDIDO!

Especificações

Diâmetro 60mm
Altura 4mm
Bainha 23º
Bainha dupla 2mm em 0ºº
Em cima Reto
Em baixo Cavado
Trilho 2,5mm
Escudo Embutido (resinado)
Goleiro Sem goleiro

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