Combinadão da Seleção

18 de outubro de 2009


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Este time começou a ser formado junto com minhas primeiras experiências na confecção de botões. O escudo é um clone verde e amarelo do escudo do Manto Sagrado, o original, com a inscrição “Seleção Brasileira de Futebol”. O primeiro contratado foi um botão pequeno, com 52mm de diâmetro, 4mm de altura e bainha de 15º, o mais da frente, à direita, na foto. Um botão matador, que chuta MUITO bem, tanto de longe, quanto de perto. Foi ele quem inspirou as especificações do Mengão 81, que passaram a ser a base de todos os times “oficiais” da Toca dos Leões.

De lá pra cá, outros foram sendo confeccionados, como o trio verde do meio (na foto), os três cavados em baixo. Então, numa das últimas levas de botões, incluí na produção alguns novos botões para completar um time. São craques que variam no diâmetro de 52mm a 60mm, de 4mm a 10mm na altura e com bainhas entre 13º e 17º. Entrou em campo apenas uma vez, perdeu, mas ainda vai ser convocado com um pouco mais de calma.

O primeiro teste de fogo

26 de agosto de 2009

E a Seleção Brasileira de 82 fez sua estréia em torneios no Torneio do Terraço, realizado no último final de semana. Depois de uma ótima primeira fase, sucumbiu já no primeiro jogo eliminatório, na segunda fase, terminando a competição na 10ª colocação. Mas tudo bem, desta vez o técnico assume a culpa pela derrota. Coisa rara. Não tem como responsabilizar um timaço desse. Definitivamente eu não me dou bem em fases mata-mata. Prefiro disparado um torneio por pontos corridos. Não que eu vença sempre, mas consigo melhores resultados e, obviamente, jogo até o final ;-)


Seleção Brasileira de 1982 em campo no Terraço

Mas esse foi apenas o primeiro teste. O time está realmente muito bom, muito preciso. Basta apurar a mão para que os resultados comecem a melhorar… ou não…

Quanto ao torneio foi muito bacana, muito alto astral. Como de costume, muitos novos conhecidos também apaixonados pelo futebol de botão e mais adeptos para o Bola Quadrada, que nesta semana deverá ter casa cheia.

Por falar nisso, no próximo domingo, dia 30 de agosto, teremos Torneio Dadinho do Bola. É aberto, mas vale pontuação para o ranking anual. A Seleção Canarinho está prometendo show de bola, para se manter no G8 e ainda, se possível, melhorar sua classificação. Vamos ver se a palheta colabora.

Futebol Arte

15 de agosto de 2009

Outro dia eu estava assistindo a uma partida de futebol de areia e, num determinado momento do jogo, o locutor chamou a atenção para o fato de o Brasil “jogar bonito” mesmo sem os jogadores ficarem fazendo firula. Óóóóó!

Então eu me toquei que esta e outras tantas figuras que acham que sabem do que estão falando, que acham que sabem o que é futebol arte, ou que já se esqueceram o que é isso, não fazem a menor idéia do que significa Futebol Arte. Para essas pessoas, pobres infelizes que não conviveram (ou se esqueceram) com o futebol jogado no Brasil até a década de 80, futebol arte é fazer firulas com a bola, são as pedaladas, os dribles da foca, as milhões de embaixadinhas na frente do adversário, os chapéus em série.

NÃO, o Futebol Arte não tem a ver com exibicionismos pessoais. Que eu me lembre, o único que teve o direito garantido pelos deuses do futebol para fazer firula foi o Garrincha, porque era puro, era gênio, era divino. O Futebol Arte tem a ver com jogo de equipe, com conhecer e respeitar o companheiro, saber como ele pensa, com saber o que fazer com a bola assim que ela lhe chega aos pés sem precisar dar chutões ou espancar alguém. Tem a ver com os toques precisos de primeira, com as tabelinhas envolventes que deixam as defesas adversárias a ver navios, com os passes milimétricos que deixam o centro avante (um que saiba fazer gols) na cara do gol. O Futebol Arte tem a ver com o improviso objetivo e, sim, claro, também com um chapéu aplicado na hora certa, quando necessário, com um drible desconcertante com o objetivo único de chegar ao gol ou passar a bola adiante para quem possa chegar lá. Tem a ver, principalmente e necessariamente, com amar ou pelo menos honrar a camisa que se veste.

Se você assistir a um dos jogos da Seleção Brasileira que disputou a copa de 82, por exemplo, vai entender o que eu estou falando. Você não vai encontrar lá nenhuma pedalada, nenhuma firula, nem me lembro de um chapéu que tenha sido aplicado. Mas você vai ver uma das mais puras amostras do Futebol Arte brasileiro, vai ver lances sensacionais, geniais, tabelas, toques de primeira e precisos. Vai ver uma Equipe (com ‘E’ maiúsculo) de craques que tinham exata noção do que estavam fazendo ali, que era representando 120 milhões de brasileiros sedentos por show de bola.

Não, realmente aquela seleção não conquistou a Copa, mas eu não trocaria, hoje, assistir a um jogo daqueles caras por nenhum dos mercenários atuais. NENHUM!

Seleção Brasileira de 1982
Se ela nunca venceu a Copa do Mundo, azar o da Copa do Mundo


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Esta foi uma das maiores Equipes de futebol que o mundo já teve o prazer de conhecer. Se não conquistou uma Copa do Mundo, como alguém disse um dia sobre o Zico, azar o da Copa do Mundo!

Como esses caras, todos eles, fizeram parte da minha infância e adolescência e tiveram influência direta na minha paixão pelo futebol (o daquele tempo), estão há muito tempo na fila para um time de botão. Acho que foi um dos primeiros conjuntos de escudos que eu preparei (agora reformulado) e se não foi transformado em time ainda, deve ter sido porque eu estava esperando a garantia de que ele seria feito com o capricho que merece ;-)

Deve ser um dos próximos a sair, logo depois do Flamengo que deve substituir o Mengão 81.

Não é preciso falar mais nada sobre a equipe, né? Escalação, dados pessoais? Quem não sabe deles, me desculpe, mas precisa estudar um pouco a história do futebol. Google já ;-)

Atualizado em 15 de agosto de 2009


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E a grande Seleção Brasileira de 1982 finalmente estreou nas mesas do Bola Quadrada. Foi na noite de 13 de agosto de 2009 e agradou DEMAIS o técnico, que saiu entusiasmado com o comportamento do time em campo. Já no primeiríssimo jogo, amistoso, contra o arquirrival Fernando, uma grande vitória por 6×3! É verdade que Fernando estava comandando um time novo, fora de suas características preferidas, mas mesmo assim foram 6 gols. Depois, no torneio, mais 3 jogos. Uma derrota por 0×1, esperada depois da euforia da estréia ;-), e mais 2 vitórias por 3×1. A média de 3 gols por partida na noite de estréia está pra lá de ótima!

O time se mostrou muito preciso nos chutes e com ótimo deslize nas mesas. Além de ter ficado lindão com a camisa e a escalação da Copa de 1982.

A primeira prova de fogo da equipe vai ser no 2º Torneio do Terraço Shopping, que será realiado na próxima semana. Não precisa dizer que a seleção já está escalada como titular, né?!

Brasil Tri-Campeão Mundial

7 de abril de 2009

Mais 5 times que estão na lista de “a fazer pra mim” são as 5 Seleções Brasileiras campeãs mundiais. Eu ia juntar todas em um único post, mas resolvi separar primeiro as 3 primeiras e depois as outras 2. As 3 primeiras eram representantes fiéis do futebol brasileiro, com jogadores atuantes no país. A de 94 era uma seleção ainda com jogadores com “espírito” brasileiro, mas com um técnico covarde, fã do estilo europeu, que sempre armou equipes amarradas, pra quem 2×0 é goleada, exibicionismo. A de 2002 foi uma puta seleção, jogou muito na copa, mas já repleta de “estrangeiros”, que jogavam quando queriam, mas quando não queriam, também, era como hoje. Não tiro o mérito de nenhuma delas, mas representam fases muito distintas do futebol brasileiro.


Seleção Brasileira de 1958
A taça do mundo é nossa!
Com brasileiro, não há quem possa…


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O Brasil chegou à Suécia desacreditado, tanto por brasileiros, quanto por europeus. Do lado de lá, por não conhecerem suficientemente jogadores e o trabalho que a comissão técnica vinha desenvolvendo depois que João Havelange assumiu a presidência da CBD. Do lado de cá, pelo velho medo do brasileiro de ver repetidos fracassos e traumas anteriores (medo esse, infundado, que causou as mudanças no nosso futebol após a copa de 1982), no caso, os fracassos nos mundiais de 50 e 54 e na Copa Sul Americana de 57.

Só que uma seleção com Pelé, Didi, Vavá, Garrincha e tantos outros não poderia, NUNCA, ser menosprezada. Deu no que deu! O 5×2 na final contra a forte seleção da Suécia foi o fecho de ouro para a Copa e o sinal de que a partir dali estava começando a soberania, que dura até hoje (apesar dos pesares) do País do Futebol ;-)

Esse time de botão vem com a camisa utilizada no jogo final e escalado com os jogadores que disputaram o jogo final. Na reserva os outros 2 que mais atuaram durante o torneio.


Seleção Brasileira de 1962
O Bi com show de Garrincha


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Dessa vez a Seleção Brasileira já era uma equipe a ser temida, Garrincha e Pelé já eram os caras a serem “anulados”, apesar das críticas pelo Brasil estar levando jogadores “velhos”, “cansados”. A média de idade da seleção era de 30 anos.

No segundo jogo o grande susto, Pelé machucado e fora do mundial. Só que Garrincha chamou a responsabilidade pra ele, fez e aconteceu e foi o nome do torneio. O CARA! O Brasil mostrou que era, sim, o dono da bola, e da taça.

Com praticamente o mesmo time que vencera a copa de 58, esse time de botão, como sempre, vem com o uniforme e a escalação da final. Na reserva, Pelé, não poderia faltar e o outro que mais atuou durante o torneio.


Seleção Brasileira de 1970
A conquista definitiva da Jules Rimet


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Depois do fiasco de 66, mais uma vez a Seleção chegou desacreditada à copa. Troca de técnico na última hora, Tostão “cego”, Pelé “velho”. Era o velho medo do fracasso aparecendo novamente. Era mais fácil (sempre foi) para o brasileiro dizer que não conseguiríamos, do que acreditar e depois se decepcionar. Mas essa foi a mais sensacional das conquistas do Brasil até então. A Seleção foi 100%, perfeita, levou os mexicanos ao delírio. A taça do mundo, a Jules Rimet, agora era definitivamente nossa. Ninguém, no mundo inteiro, ousava negar a superioridade do Brasil.

Essa equipe é A Equipe de todos os tempos e está representada nos botões com ídolos que fizeram parte da minha infância. Cresci ouvindo os nomes desses caras, OS Caras, sabendo que eles eram sinônimo de futebol, de bom futebol. Mal sabia o que era uma bola, mas já sabia que existia um Tostão, um Fontana, um Everaldo, um Félix, um Brito, um Carlos Alberto, um Piazza, um Rivelino, um Jairzinho, um Clodoaldo, um Gérson e, claro, um Pelé.

Essas 3 vão sair juntas, num futuro próximo, espero!

Avulsos

20 de março de 2009


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Estes botões fiz junto com a última fornada por motivos diversos.

O da Seleção Brasileira de 1938 fiz para dar água na boca do Bruno Machado, que desistiu dele para contratar o Cosmos de Pelé e uma legião de “estrangeiros” ;-) O do Fenerbahce fiz para mim, porque morri de arrependimento de ter vendido o passe do outro que tinha feito para o Giusepe. Na minha opinião foi o botão mais bonito da fornada anterior. A diferença é que aquele era um zagueiro e este um atacante.

E o do Esperança da Tunísia fiz para o Marcelo, também do BQ, que depois de nomear seu time como Esperança, descobriu por intermédio do Giusepe, que lhe presenteou com a camisa oficial, que na Tunísia existe uma time com este nome. Ele passou a adotá-la como sua “camisa oficial” de jogo e, como achei bonita, resolvi fazer um botão de amostra para o Marcelo, pra ver se ele se anima a fazer um time completo ;-)

Todos atacantes, com 57mm de diâmetro, 6mm de altura e bainha 11º.

Vidrilhas

30 de janeiro de 2009

Finalmente chegaram os times de vidrilha que encomendei com o Vitor Sanches, de São Paulo! Lindonas, com as Seleções Brasileiras campeãs mundiais em 1958, 1962 e 1970.


De cima pra baixo: Seleção de 1958, Seleção de 1962 e Seleção de 1970

Nunca tinha tido ou jogado com vidrilhas. Quando moleque joguei com os panelinhas da estrela, os cristal da Guliver e depois passei para os de galalite (puxadores) e agora os de acrílico. Mas sempre achei bacanas as vidrilhas e tinha curiosidade para ver como era o toque de bola. Até ensaiei algumas vezes encomendar alguns times e até comprar as vidrilhas limpas pra fazer meus próprios times, mas quando vi a matéria do SporTV que mostra a sensacional coleção do Léo, da B.F.A., também de São Paulo, foi que resolvi realmente comprar uns times.

Comprei para coleção e pra brincar de vez em quando. Hoje já fiz um jogo com a filhota, Helena. Um pouco com dadinho e outro pouco com bolinha de lã. Show de bola! Claro que não serviriam para jogar federado, pelo Bola, mas são diversão garantida em qualquer reunião com a família e os amigos ;-)

Agora estão na fila as Seleções de 1994 e 2002, no mesmo estilo, também com o Vitor e alguns times de Brasília ou do Rio, que pretendo encomendar com o Léo. Depois, quem sabe, me arrisco a fazer alguns eu mesmo. Como se eu tivesse tempo…

Minha Seleção Brasileira de Todos os Tempos

28 de outubro de 2008


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Essa é óbvia de qualquer um querer ter, a Seleção Brasileira de todos os tempos. O problema é definir qual é essa seleção. Se você começar a anotar os craques que já vestiram E honraram a Canarinho, vai ter material para montar uma penca de seleções, uma melhor que a outra. Nem sei como cheguei a esta escalação, mas está aí e não vou mudar mais, porque nunca haverá um consenso. É lindona e é uma puta duma escalação!

A escalação é: Gilmar 1; Carlos Alberto 2, Mauro 3, Luís Pereira 4 e Nilton Santos 6; Falcão 5, Garrincha 7 e Zico 8; Ronaldo 9, Pelé 10 e Romário 11. Reservas: Gerson 14 e Didi 15. Dá vontade de chorar só de imaginar :-)

Atualizado em 14/10/2009: O time está pronto, foi feito com todos os botões com 55mm de diâmetro, 5mm de altura, bainha de 17º e lisos em baixo.

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VENDIDO: Seleção Brasileira de todos os tempos

5 de julho de 2008



Seleção Brasileira de todos os tempos, 12 botões e goleiro, contando na escalação com alguns dos melhores jogadores que já vestiram a camisa canarinho.

No gol, Gilmar (1); os zagueiros são Mauro (3) e Luis Pereira (4); o volante é Falcão (5); nas laterais Carlos Alberto (2) e Nilton Santos (6); no meio campo Zico (8) e Pelé (10); no ataque Didi (9), Garrincha (7) e Romário (11); os reservas são Gérson (14) e Ronaldo (15).

R$ 123,00 + frete

VENDIDO!

Especificações

Diâmetro 51mm
Altura 4,6mm
Bainha 15º
Em cima Reto
Em baixo Liso (sem cava)
Escudo Embutido (resinado)
Goleiro 80×35x15mm

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