Almanaque do Futebol Brasiliense

14 de maio de 2011

O Zé Ricardo, craque do futebol de mesa 3 toques da AABB-DF, e que também é craque no que diz respeito a conhecimento sobre futebol, lançou o seu Almanaque do Futebol Brasiliense. No site ele conta a história do futebol candango desde os seus primórdios, antes mesmo da inalguração da cidade. Um trabalho fruto de muita pesquisa e muita dedicação. Vale demais a pena a leitura.

Distintivos candangos

12 de maio de 2011

Como disse no texto anterior, acabei vetorizando um bocado dos escudos dos times de futebol que venceram alguma vez o Campeonato Brasiliense. Os últimos foram o do Rabello e agora o do Guanabara, um clube que já foi pedido, mas que, junto com o Pederneiras, não foi incluído na minha lista, porque foram campeões amadores em paralelo com um campeonato profissional. Como o amigo Zé Ricardo me pediu a vetorização deste distintivo, resolvi publicá-lo logo aqui também. Na verdade essa é uma prévia do escudo, que ainda vai ser conferido por ele. Já encontrei na internet uma versão diferente, semelhante ao do Mengo, mas imagino que tenha evoluído no curto tempo de vida do clube.

Associação Atlética Guanabara

O Guanabara foi fundado por torcedores do Flamengo do Rio, que vieram para Brasília na época da construção. Venceu campeonato amador de 1964, que foi disputado em paralelo com o profissional, vencido naquele ano pelo Rabello.


Seguem aqui todos os distintivos que eu vetorizei, nos formatos PNG, CDR e EPS:

CEUB
PNG
EPS
CDR
Coenge Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Clube Atlético Colombo
PNG
EPS
CDR
Associação Esportiva Cruzeiro do Sul
PNG
EPS
CDR
Defelê Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Associação Atlética Guanabara
PNG
EPS
CDR
Grêmio Esportivo Brasiliense
PNG
EPS
CDR
Pioneira Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Rabello Futebol Clube
PNG
EPS
CDR
Associação Atlética Serviço Gráfico
PNG
EPS
CDR

Rabello definitivo

12 de maio de 2011

Nos anos passados eu andei publicando escudos dos campeões candangos de futebol, além dos distintivos e uma curta história, primeiro dos campeões profissionais e depois dos campeões amadores.

Acontece que é bem complicado conseguir material sobre os primeiros times de Brasília. Raríssimo encontrar imagens de uniformes e distintivos, então, em alguns momentos, é preciso usar a imaginação para montar um escudo para botão ;-)

Muitos dos distintivos usados no site eu mesmo tive que vetorizar, usando como base imagens com péssima qualidade que encontrei na internet. Em post futuro vou disponibilizar todos para download.

Bem, um desses escudos, o do Rabello Futebol Clube, tem me dado algum trabalho e sofrido algumas reviravoltas. Originalmente, tinha publicado o escudo em amarelo e vermelho, com o escudo “da escavadeira”, que foi o que encontrei na internet. Depois recebi do Zé Ricardo, que possui um vasto acervo sobre o futebol brasileiro, a informação de que o uniforme deles era alvi-negro, como o do Botafogo do Rio. Mais tarde ainda, o Gilson deixou comentários e depois me explicou por e-mail que o escudo do Rabello era igual ao do Atlético Mineiro, mas com as cores invertidas, que foi quando inventei o escudo que estava publicado aqui até agora. Finalmente fez-se a luz e o Zé Ricardo me mandou provas cabais da verdadeira cara deste distintivo, vetorizei o hipopótamo-escavadeira e segue, então, o Rabello definitivo, com as cores do uniforme e distintivo usado em épocas longinquas ;-)

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Gramado Sintético

28 de março de 2011

Depois de um longo, longo tempo sem atualizações este blog volta à ativa.

Há alguns meses eu recebi uma mensagem do Tadeu, falando de uma experiência que ele tinha feito, construindo uma mesa revestida com vinil adesivo (foto, outra foto). Depois de algumas trocas de e-mails, fiquei empolgado para experimentar, porque a mesa dele ficou muito bacana. Demorou, mas saiu.

Usei uma mesa antiga minha, pequena (1,2m), que foi a primeira mesa que construí usando a técnica que descrevo no tutorial. Estava meio tosca, o aglomerado não era muito bom, a marcação das linhas ficou ruim, então seria uma boa oportunidade para dar um upgrade no campinho ;-)

A cobertura com o vinil fica bastante lisa e não achei tão boa quanto o bom e velho aglomerado para jogar com botões de acrílico, principalmente com os lisos em baixo (sem cava). Alguns botões deslizam demais, ficando difícil de controlar. Mas para jogar com vidrilhas ficou sensacional.

Segue uma rápida descrição do processo para a construção:

1. A preparação do material é idêntica à do tutorial da mesa oficial, exceto com relação à tinta, que não será utilizada aqui.

2. Prepare um arquivo com a imagem do campo, do jeito que você quiser, já dimensionado no tamanho final no qual você quer a impressão. É interessante deixar uma margem sobrando para fora da madeira (1cm de cada lado), para fazer o acabamento. Eu não fiz isso e senti falta.

3. Leve a uma gráfica rápida (que tenha o serviço) e peça para imprimir em vinil adesivo. Aqui em Brasília, levei ao Super Digital, no 2º piso do Conjunto Nacional.

4. Compre também uma folha de vinil adesivo transparente jateado. Essa folha será colada em cima da impressão, tanto para protegê-la contra arranhões e desgaste pelo uso, quanto para deixar a superfície um pouco mais áspera (daí o “jateado”). Comprei em uma gráfica rápida no CIA e não me lembro de jeito nenhum do nome. Vai ser preciso fazer uma pesquisa.

5. Escolha a chapa que usará como base para o campo – que agora não precisa ser nem madeira, já que a superfície será a do vinil – e corte nas dimensões finais.

6. Cole o vinil com a impressão sobre a superfície, com cuidado para não deixar bolhas. Não me perguntem como, porque apanhei um bocado e não tenho uma técnica adequada para explicar isso. Se ficar com alguma bolha, elas podem ser eliminadas fazendo um pequeno furo com agulha no centro e pressionando com os dedos.

7. Depois de colada a impressão, aplique por cima o vinil adesivo transparente. Depois de eliminar as bolhas, algumas marcas ainda sobrarão, mas elas desaparecem com o tempo, acredite.

8. Recorte o excesso de adesivo das bordas, principalmente nos cantos arredondados do campo (se for o caso), deixando certa de 1cm, pelo menos, sobrando.

9. Dobre essas bordas sobre a lateral da chapa de madeira (ou outro material).

10. Prossiga com a colocação das laterais, como explicado no tutorial da mesa oficial.

11. Divirta-se com seu novo campo de gramado sintético ;-)

A maior dificuldade que tive foi na aplicação do vinil, mas isso se resolve com a prática, ou até pagando um profissional para a aplicação, principalmente no caso de mesas grandes, como as oficiais.

Alguns arquivos que podem ajudar:

Os arquivos estão no formado CDR, do Corel Draw 12. Ambos têm duas páginas, uma com as bordas de sobra para acabamento e outra no tamanho final do campo. No arquivo do campo oficial de futebol de mesa, existem as linhas de defesa de dadinho e de 12 toques, para você escolher qual vai querer.

O resultado final é muito bacana e o grande barato é que as possibilidades de criação do visual final da mesa são enormes. Outra grande vantagem é acabar com a dependência da madeira. Por outro lado, não é uma superfície adequada para a prática do jogo oficial. Talvez sirva bem para a modalidade 1 toque (liso). Mas para um bom jogo informal em casa é sensacional. Na “inauguração” disputamos um torneio com vidrilhas e pastilha como bola. Foi show! Totalmente aprovada!

Campeão Mundial de 1981

12 de novembro de 2010


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Já foram publicados diversos times de Mengão, incluindo a seleção de 1980 a 1983, que bate quase que integralmente com a equipe de disputou o mundial em Tóquio, nos idos de 1981. Talvez pela proximidade do aniversário de 30 anos da conquista, a demanda por esses escudos vem aumentando. Eu não faço escudos por encomenda, mas como já tinha esse conjunto prontinho (achava até que já tinha publicado), aí vai ;-)

Qualquer Rubro-Negro que se preze sabe de cor e salteado a escalação dessa máquina de jogar futebol. Raul (1), Leandro (2), Figueiredo (3), Mozer (4), Júnior (5), Andrade (6), Tita (7), Adílio (8), Nunes (9), Zico (10) e Lico (11). Estavam na reserva Marinho (13) e Peu (14).

A melhor equipe que o Mengão já montou e uma das melhores do Brasil e do Mundo. Divirtam-se!

Copa dos Campeões Candangos – 2010

27 de outubro de 2010


A praça de jogos, no Ninho do Periquito

No último domingo, dia 24 de outubro de 2010, foi realizada a segunda edição da Copa dos Campeões Candangos com Vidrilhas, com a estreia do Ceilândia, que conquistou seu primeiro título brasiliense (futebol de campo) neste ano. Infelizmente as equipes do Rabello e do Guará desistiram da disputa na última hora, alegando dificuldades de contratar técnicos em tempo para o torneio. Das equipes remanescentes, apenas CFZ-DF (defendendo o título) e Taguatinga (vice em 2009) mantiveram seus técnicos, Sylvio e Bruno, respectivamente. Entre as outras equipes rolou a famosa dança das cadeiras. A configuração final ficou assim:

Brasília (BRA): Marcus
Brasiliense (BRS): Daniel
Ceilândia (CEI): André
CFZ-DF (CFZ): Sylvio
Gama (GAM): Carlos
Sobradinho (SOB): Júnior
Taguatinga (TAG): Bruno
Tiradentes (TIR): Colegiado Técnico

O técnico do Tiradentes, Maurício, não pode comparecer para resolver questões pessoais, forçando o Tiradentes a ser comandado por um colegiado técnico, que se revezou no comando do time a cada rodada.

Diferentemente da primeira edição, este torneio foi realizado no formato todos contra todos, já que teríamos apenas 8 equipes na disputa. Para a edição de 2011 está prevista a participação, também, os campeões candangos da era amadora, que dobrará o número de equipes e levará a uma nova reformulação do formato da disputa. Também foi resolvido, em reunião técnica, que as equipes deverão contratar goleiros mais eficientes, já que os atuais de caixinha de fósforos não estão sendo páreo para os cracaços que estão jogando nos ataques das tradicionais equipes candangas.


Em detalhe a concentração do Brasília e o Centro de Computação do evento (a maquininha azul)

A disputa foi emocionante, com três equipes se alternando na liderança e outras três chegando à penúltima rodada ainda com chances de título. Nas três primeiras rodadas, foram definidos os patos da vez. O CFZ, que defendia o título, se agarra com unhas e dentes à lanterna, após três derrotas onde tomou 7 gols e marcou apenas 1. O Brasília, com um ataque um pouco melhor, 8 gols, mas tomando na sacola 13 gols, mais de 4 por partida, assume a vice lanterna, também com 3 derrotas.

Nas cabeças, o Taguatinga, do técnico falastrão Bruno, larga na ponta, disposto a acabar com a fama de vice do técnico, mas já na terceira rodada sofre o primeiro baque, caindo para terceiro, invertendo as posições com o Brasiliense, que vinha subindo a cada rodada. Quietinho, como quem não queria nada, vinha o Gama, do técnico estreante Carlos, acompanhando de perto a briga pela liderança.

As outras três equipes, Ceilândia, Tiradentes e Sobradinho, vinham oscilando ali pelo meio, alternando, bons, maus e péssimos resultados.

A partir da quarta rodada, o Brasília, mordido com a intensa torcida contra, a quem culpava pelos péssimos resultados iniciais, começou uma escalada vertiginosa rumo ao topo. Nessas duas rodadas, quarta e quinta, o Gama assumiu a liderança, sempre com Taguatinga, Brasiliense e Ceilândia fungando no cangote.

Após a quinta rodada, a duas somente do final, tínhamos sete, das oito equipes, ainda com chances matemáticas de conquistar o título. Quatro delas, Gama (11 pontos), Brasiliense (10 pontos), Taguatinga (9 pontos) e Ceilândia (9 pontos), lutavam com a faca nos dentes, todas com grandes chances de título e dependendo praticamente só de si. Correndo por fora vinham Brasília, Sobradinho e Tiradentes, todas com 6 pontos, com chances matemáticas, mas dependendo de muitas combinações de resultados para terminar no topo. As duas rodadas seguintes seriam emocionantes.


Daniel, técnico do Brasiliense, secando o jogo entre Taguatinga e Ceilândia e aproveitando para estudar os adversários

Na sexta e penúltima rodada o CFZ, conquistando sua primeira vitória no torneio, tira do Tiradentes as últimas chances, com o placar de 4×3. O Ceilândia derruba o Gama da liderança, com grande vitória por 4×2, assume a vice-liderança e sente o gostinho de caneco chegando. O Brasília, conquistando sua terceira vitória consecutiva, acaba com as chances do Taguatinga, ao vencer seu confronto por 4×3. E o Brasiliense, que detona o Sobradinho por 4×1, assume novamente a liderança e passa a depender só de si para conquistar o título.

Na última rodada, todos secavam o Brasiliense, que jogaria contra o lanterna CFZ, que havia conseguido, até então, uma única vitória. E não é que o campeão de 2009 se encheu de brios e engrossou o jogo contra o líder?! Ao final, a derrota por 3×4 deixava o Jacaré com um amargo gosto de “morte na praia” em sua bocarra. O Tiradentes, em jogo de fundo, empurra o Sobradinho para a lanterna com vitória por 4×3.

Com a derrota do Brasiliense, a segunda parte da última rodada (só jogávamos em duas mesas) começou com a seguinte situação: jogariam Gama contra Taguatinga e Ceilândia contra Brasília; se o Gama vencesse e o Ceilândia não vencesse, o Gama se sagraria campeão; se o Ceilândia vencesse, seria o campeão; e se nem Gama, nem Ceilândia vencessem seus jogos, o Brasiliense seria o campeão.

Nem é preciso dizer que a secação foi geral. O técnico do Brasiliense, Daniel, secava as duas mesas, contra Carlos e André, técnicos de Gama e Ceilândia. O Carlos, secava o André na outra mesa e vice-versa. Só que, Taguatinga e Brasília, que não tinham mais nada com a disputa, mas queriam muito terminar o torneio com dignidade e, se possível, melar a festa de alguém, foram com tudo pra dentro das redes adversárias. Ao final da rodada, as vitórias por 6×2 do Taguatinga sobre o Gama e por 6×3 do Brasília sobre o Ceilândia, deram o título de presente ao Brasiliense.

Ao final, Brasiliense no topo. O Taguatinga, com a incrível média de 5 gols por partida, amargou novamente o vice. Parece até vascaíno, mas é rubro-negro. O Brasília, terminou em terceiro, empatado em pontos com o Taguatinga, mas com uma diferença brutal no saldo de gols (13 x 1). Ceilândia e Gama, que haviam sentido o gosto da taça na mão, terminaram em quarto e quinto, respectivamente. O Ceilândia ainda terminou com a mesma pontuação de Taguatinga e Brasília, mas com a goleada sofrida no final, acabou caindo pelo saldo de gols (-1). O Tiradentes, por ter sido comandado por um colegiado, sem grandes compromissos com a equipe, até saiu lucrando por terminar na sexta colocação. E no apagar das luzes, o CFZ-DF, ex-campeão, conseguiu num último suspiro largar a lanterna, que caiu feito uma batata quente nas mãos do técnico do Sobradinho, que alegava uma grave gripe como responsável pela fraca campanha.

Curiosidade: Daniel, o técnico campeão, veio para a primeira edição, em 2009, como o grande favorito, já que era o único que jogava com botões leves, panelinha, os mais próximos das vidrilhas, novidade na época. Todos os outros jogavam com botões oficiais de acrílico. Só que, dirigindo o Sobradinho, terminou aquela edição na última colocação. Agora veio com uma novidade para salvar a pátria, uma palheta ultra-sofisticada. Um goleiro daqueles antigos da Estrela ou Guliver, transformado em palheta :-)

OS MELHORES E OS PIORES


Gol do Taguatinga contra o Brasiliense


Gol do Ceilândia contra o Tiradentes

Melhor ataque: Taguatinga, com 35 gols.
Pior ataque: Sobradinho, com 14 gols.
Melhor defesa: Brasiliense, com 18 gols.
Pior defesa: Tiradentes, com 32 gols.
Melhor saldo: Taguatinga, com 13 gols.
Pior saldo: Sobradinho, com -11 gols.
Mais rodadas na liderança: Brasiliense, 3 rodadas.
Mais rodadas na lanterna: CFZ-DF, 6 rodadas.
Maior goleada: Taguatinga 8×4 Sobradinho.
Maior quantidade de gols: Taguatinga 8×4 Sobradinho.
Mais xôxo: CFZ-DF 0×1 Sobradinho.

Os comparativos completos »
Tabela completa do torneio »

E é isso aí! Pode ser que em dezembro seja realizado o primeiro Mundialito com vidrilhas. Se vai sair mesmo agora, só o tempo dirá…


Lance do jogo entre Ceilândia e Taguatinga


Em pé: Sylvio (CFZ), Daniel (Brasiliense), Júnior (Sobradinho) e Carlos (Gama)
Agachados: André (Ceilândia), Bruno (Taguatinga) e Marcus (Brasília).

Aí abaixo muitas imagens dos jogos…

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Mais imagens...

Um pouco de história: Hamilton Tavares

20 de setembro de 2010

Muito bacana a matéria publicada na revista online Avoid com o Hamilton Tavares: Cartolagem Botonista

Eu já conhecia um pouco sobre o Hamilton de uma outra matéria publicada no Overmundo. Também já conhecia a Botão & Palheta das minhas pesquisas na internet, mas não tinha idéia do tanto de história do futebol de botão que tinha nisso. Na época já tinha morrido de vontade de visitar essa Feira de Antiguidades, na Pracinha do Jóquei. Agora, lendo essa matéria, tenho certeza de que preciso fazer uma visita à Botão & Palheta, de preferência com uma boa grana no bolso resevada para a contratação de alguns craques para a minha coleção ;-) Quem sabe, um dia…

Abaixo um vídeo também muito bacana com o Hamilton:

<a href="http://video.br.msn.com/?mkt=pt-br&#038;from=&#038;vid=0dfa4d66-27af-462b-a933-7134d076cb09&#038;from=pt-br&#038;fg=dest" target="_new" title="Conheça Hamilton Tavares Neto: um torcedor apaixonado por botão">Vídeo: Conheça Hamilton Tavares Neto: um torcedor apaixonado por botão</a>

Preço “justo”, “abusivo”, ou simplesmente “o preço”?

14 de setembro de 2010

Quando falamos em comprar times de futebol de botão, é comum a gente ouvir coisas do tipo: “o preço do cara é abusivo”, “onde encontro botões a preços justos?” ou “o cara cobra R$20,00 em um botão, mas eu só gasto R$3,00 com material.

Eu acho muito complicado julgar o preço do trabalho dos outros. É preciso entender que um artesão de futebol de botão (e de qualquer outra coisa) não está cobrando pelo acrílico que ele gasta no time. Ele está cobrando pelo trabalho na confecção, pelo tempo que passou aprimorando as técnicas que utiliza e por um bocado de outras “coisinhas”, inclusive, certamente, pelo material utilizado, que pode ser fácil de encontrar ou mais raro. E é justo, muito justo!

Cada um sabe o custo do trabalho. Ninguém é obrigado a pagar, mas provavelmente o preço é justo. Certa vez, quando fui ao Rio para um torneio de dadinho, vi um cara vendendo uns goleiros fantásticos, chumbados e muito trabalhados com detalhes finíssimos em acrílico. Os preços variavam de R$100,00 a R$400,00, por UM goleiro. Acho caro para o meu bolso, EU não poderia pagar, mas fiquei babando nos goleiros e nunca ousaria criticar o cara pelo preço que ele cobra, porque imagino o trabalho que ele teve para criar cada uma daquelas peças. E ele vende, porque tem gente que tem condições financeiras para tal e acha que a qualidade do trabalho vale o preço.

E não estou com esse blá, blá, blá para benefício próprio, já que não vendo mais times, mas por que realmente me incomoda ver alguém criticando o preço cobrado por um artesão, sem pensar no que realmente tem por trás daquele preço. Mais ainda quando criticam a pessoa, como se ela fosse mercenária ou egoísta por não querer dar seu trabalho de graça.

Escudinhos dos Campeões Candangos

10 de setembro de 2010

Agora, finalizando (por hora) as publicações sobre os campeões candangos, seguem os escudinhos de todos os 19 gloriosos clubes que já tiveram essa honra ;-)

Fiz esses escudos para a nossa Copa dos Campeões Candangos com vidrilhas e quis que parecessem com os primeiros times lançados no estilo Brianezi e outros antigos.

Para navegar pelas imagens ampliadas, basta clicar em uma delas e depois selecionar próxima ou anterior. Depois das imagens, você encontra links para todos os arquivos em alta resolução, para impressão em papel de 15×21cm, em resolução de 300dpi.

Arquivos em alta resolução:
Grêmio Esportivo Brasiliense – 59, 70
Defelê Futebol Clube – 60, 61, 62, 68
Associação Esportiva Cruzeiro do Sul – 63
Rabello Futebol Clube – 64, 65, 66, 67
Coenge Futebol Clube – 69
Clube Atlético Colombo – 71
Associação Atlética Serviço Gráfico – 72
CEUB Esporte Clube – 73
Pioneira Futebol Clube – 74
Campineira – 75
Brasília Esporte Clube – 76, 77, 78, 80, 82, 83, 84, 87
Sociedade Esportiva do Gama – 79, 90, 94, 95, 97, 98, 99, 00, 01, 03
Taguatinga Esporte Clube – 81, 89, 91, 92, 93
Sobradinho Esporte Clube – 85, 86
Grêmio Esportivo Tiradentes – 88
Clube de Regatas Guará – 96
CFZ/DF – Centro de Futebol Zico – 02
Brasiliense Futebol Clube – 04, 05, 06, 07, 08, 09, 11
Ceilândia Esporte Clube – 10

Campeões Candangos de Futebol Amador

10 de setembro de 2010

Seguem a baixo os campeões brasilienses de futebol da era amadora do futebol candango. Sobre os profissionais, eu já falei um pouco anteriormente. O grande problema é encontrar material sobre eles na internet, o único lugar onde tenho condições de pesquisar. Se alguém tiver informações e puder me enviar, a ajuda será muito bem vinda.

Os times em vidrilha deverão sair em “breve”, ainda este ano, para a segunda edição da Copa dos Campeões Candangos com Vidrilha.

Grêmio Esportivo Brasiliense

O Grêmio, clube do Núcleo Bandeirante, foi fundado em 1959 para lazer do acampamento da Metropolitana, conquistando no mesmo ano o primeiro Campeonato Metropolitano de Futebol. Depois sagrou-se novamente campeão em 1970.

Grêmio em Futebol Nacional »

Defelê Futebol Clube

O Defelê foi fundado em 1959, como um time peladeiro do Departamente de Força e Luz de Brasília, o DFL. Depois dos primeiros amistosos e algumas vitórias mesmo com um time de maioria perna-de-pau, os diretores do DFL passaram a contratar funcionários “mequinhos que fossem bons de bola”, que vieram a formar o primeiro time competitivo da equipe.

Foi assim que surgiu o primeiro tri-campeão brasiliense, vencendo as disputas de 1960, 61 e 62 e vencendo novamente em 68, totalizando quatro títulos metropolitanos em sua curta existência.

O time foi extinto em 1970, quando a Novacap deixou de dar o seu apoio.

Defelê em Futebol Nacional »
Defelê em História dos Clubes Nacionais »
Defelê na Wikipédia »

Associação Esportiva Cruzeiro do Sul

O Cruzeiro do Sul foi o terceiro campeão Brasiliense, em 1963.


Coenge Futebol Clube

O Coenge foi fundado em 1966 por funcionários da construtora Coenge e foi campeão brasiliense uma única vez, em 1969.

Coenge em Futebol Nacional »


Clube Atlético Colombo

O Colombo foi campeão metropolitano uma única vez, em 1971.

Mais informações serão muito bem vindas!

Colombo em Futebol Nacional »


Associação Atlética Serviço Gráfico

O Serviço Gráfico foi campeão uma única vez, em 1972

Mais informações serão muito bem vindas!


Serviço Gráfico na Wikipédia »


CEUB

O CEUB foi criado em 1968 por estudantes do Centro de Ensino Unificado de Brasília. Foi a primeira equipe do DF a participar da 1ª divisão do Brasileirão, nos anos de 1973, 1974 e 1975, tendo sido Campeão Brasiliense em 1973, época em que o futebol em Brasília era amador. A vida do clube foi curta, com o fim das atividades em 1976. Neste ano durante o primeiro Campeonato Brasiliense profissional, o CEUB “ganhou os dois primeiros turnos. Liderava o terceiro e último quando a federação local virou a mesa, determinando que fosse disputado um quadrangular para apontar o campeão e representante do Distrito Federal no Brasileirão”. Com a virada de mesa e os problemas financeiros que enfrentava, a diretoria resolveu fechar as portas prematuramente.

CEUB na Wikipedia »
CEUB no Balipodo »

Pioneira Futebol Clube

A Pioneira foi fundada em 1964 e mais tarde originou o Taguatinga Esporte Clube. Foi campeã uma única vez, em 1974.

Mais informações serão muito bem vindas!


Campineira

O Campineira era o time de uma distribuidora de doces, de mesmo nome. Foi campeão brasileiro em 1975. Uma curiosidade era o escudo, que apresentava o desenho das balas Zorro, patrocinadora da equipe.


Dois endereços bacanas para visitar, sobre o futebol brasiliense são:
História dos Clubes Nacionais
Click nos Campeões – Campeonato Brasiliense


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